Blog Espírita da Bete


 

Projeto da "ESCOLA DA ALMA"

uma INSTITUIÇÃO DE ENSINO DA ASSOCIAÇÃO ESPÍRITA SANTO AGOSTINHO

- Passos - MG

http://www.youtube.com/watch?v=MQlDC7MkEx0

 

Que sublime Doutrina é o Espiritismo!

Mas, também, quão poucos a sabem.

Ser Espírita não é somente dizê-lo, para que acreditem: é necessário praticar os ensinamentos do Cristo, sem deles discrepar uma linha.

Ser Espírita é ser caridoso, humilde, paciente e resignado; é despojar-se de todos os defeitos que possam prejudicar o seu adiantamento moral.

O que proceder por esta forma será Espírita ou Cristão, o que vem a ser a mesma coisa, e merecerá grandes Graças do Altíssimo, nosso Pai Celestial.

Sedes Espíritas, meus filhos, na verdadeira acepção da palavra, que muito e muito alcançareis.

Deixai de lado tudo que se afaste dos ensinos da Doutrina firmada na Moral dos Evangelhos, tudo que possa a vir prejudicar vosso progresso Espiritual.

Esforçai-vos e vencereis!


Matheus Stella.

Bartholomeu dos Martyres.


 

 

Conheça o Blog Mensagens & Imagens:

http://betemensagemdodia.blogspot.com/

O Evangelho Segundo o Espiritismo
http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/es/index.html

O Livro dos Espíritos
http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/le/index.html


 

“O espírita é reconhecido pelo esforço que faz para sua transformação moral e para vencer suas tendências para o mal.” –Allan Kardec

 

" Libertar-nos daquilo que nos prejudica é a satisfação de saber que estamos nos educando..."  

 

A NECESSIDADE DO ESTUDO DA DOUTRINA
 
Veja no link do CEEEU:
 
 

 A Aliança Municipal Espírita de Passos

http://www.passosespirita.com.br/

 


 



Escrito por Bete às 16h09
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Consequências do alcoolismo

– Os efeitos do alcoolismo atingem não apenas a saúde do alcoólatra, mas igualmente a comunidade em que ele vive e, especialmente, sua família.

            A) Seus efeitos na saúde:

            Físicos – afecções como a cirrose hepática e cânceres diversos.

            Mentais – perda da concentração e da memória.

            Neurológicos – prejuízos na coordenação motora e o caminhar cambaleante.

            Psicológicos – apatia, tédio, depressão.

            B) Seus efeitos sociais:

Crimes – o número de homicídios detonados pelo álcool é surpreendente: em 1996, 41% em São Paulo e 54% nos Estados Unidos.

Acidentes de trânsito – em 1995, 30% de todos os acidentes com vítimas ocorridos no Brasil foram motivados pelo álcool. Dados mais recentes divulgados por Veja em 13/10/99 informam que 30.000 pessoas morrem em acidentes de trânsito por ano no Brasil: metade é vítima de motoristas bêbados ou drogados.

 produtividade no trabalho – além dos danos produzidos à empresa que paga o salário ao alcoólatra, o fato geralmente redunda na demissão e muitos não conseguem um novo emprego devido a isso.

Perda do senso do dever e dos bons costumes – falta ao trabalho, desemprego.

            C) Seus efeitos na família:

Comprometimento dos filhos – 80% dos filhos aprendem a beber em casa, diz a psicóloga Denise de Micheli.

Desestruturação do lar – o desemprego gera as dificuldades financeiras e as discussões inevitáveis.

As separações conjugais – a mulher não agüenta as conhecidas fases da euforia: momice (macaco), a valentia (leão) e a indolência (porco).

 A violência doméstica – 2/3 dos casos de violência infantil ocorrem quando o agressor está alcoolizado.

 

O alcoolismo na visão espírita - A exemplo de André Luiz (Espírito), que nos mostra em seu livro Sexo e Destino, capítulo VI, págs. 51 a 55, como os Espíritos conseguem levar um indivíduo a beber e, ao mesmo tempo, usufruir das emanações alcoólicas, José Herculano Pires também associa alcoolismo e obsessão.

            No capítulo de abertura do livro Diálogo dos Vivos, obra publicada dez anos após o referido livro de André Luiz, Herculano assevera, depois de transcrever a visão do Espírito de Cornélio Pires sobre o uso do álcool:

            “A obsessão mundial pelo álcool, no plano humano, corresponde a um quadro apavorante de vampirismo no plano espiritual. A medicina atual ainda reluta – e infelizmente nos seus setores mais ligados ao assunto, que são os da psicoterapia – em aceitar a tese espírita da obsessão. Mas as pesquisas parapsicológicas já revelaram, nos maiores centros culturais do mundo, a realidade da obsessão. De Rhine, Wickland, Pratt, nos Estados Unidos, a Soal, Carrington, Price, na Inglaterra, até a outros parapsicólogos materialistas, a descoberta do vampirismo se processou em cadeia. Todos os parapsicólogos verdadeiros, de renome científico e não marcados pela obsessão do sectarismo religioso, proclamam hoje a realidade das influências mentais entre as criaturas humanas, e entre estas e as mentes desencarnadas”.

            A dependência do álcool prossegue além-túmulo e, como o Espírito não pode obtê-lo no local em que agora reside, no chamado plano extrafísico, ele só consegue satisfazer a sua compulsão pela bebida associando-se a um encarnado que beba.

 

Um caso de enxertia fluídica - Eis como André Luiz relata, em sua obra citada, o caso Cláudio No­gueira:

            Estando Cláudio sentado na sala de seu apartamento, aconteceu de repente o impre­visto. Os desencarnados vistos à entrada do apartamento penetraram a sala e, agindo sem-cerimônia, abordaram o chefe da casa. "Beber, meu caro, quero beber!", gritou um deles, tateando-lhe um dos ombros. Cláudio mantinha-se atento à leitura de um jornal e nada ouviu. Contudo, se não pos­suía tímpanos físicos para registrar a petição, trazia na cabeça a caixa acústica da mente sintonizada com o apelante. O Espírito repe­tiu, pois, a solicitação, algumas vezes, na atitude do hipnotizador que insufla o próprio desejo, reafirmando uma ordem. O resultado não demorou. Viu-se o paciente desviar-se do jornal e deixar-se envolver pelo desejo de beber um trago de uísque, convicto de que buscava a be­bida exclusivamente por si.

Abrigando a sugestão, o pensamento de Cláudio transmudou-se, rápido. "Beber, beber!..." e a sede de aguar­dente se lhe articulou na idéia, ganhando forma. A mucosa pituitária se lhe aguçou, como que mais fortemente impregnada do cheiro acre que vague­ava no ar. O Espírito malicioso coçou-lhe brandamente os gorgomi­los, e indefinível secura constringiu-lhe a laringe. O Espírito sagaz percebeu-lhe, então, a adesão tácita e colou-se a ele. De começo, a carícia leve; depois da carícia, o abraço envolvente; e depois do abraço, a associação recíproca. Integraram-se ambos em exótico sucesso de enxer­tia fluídica.

Produziu-se ali – refere André Luiz - algo seme­lhante ao encaixe perfeito. Cláudio-homem absorvia o desencarnado, à guisa de sapato que se ajusta ao pé. Fundiram-se os dois, como se mo­rassem num só corpo. Altura idêntica. Volume igual. Movimentos sincrô­nicos. Identificação positiva. Levantaram-se a um tempo e giraram in­tegralmente incorporados um ao outro, na área estreita, arrebatando o frasco de uísque. Não se podia dizer a quem atribuir o impulso ini­cial de semelhante gesto, se a Cláudio que admitia a instigação, ou se ao obsessor que a propunha. A talagada rolou através da garganta, que se exprimia por dualidade singular: ambos os dipsômanos estalaram a língua de prazer, em ação simultânea.

Desman­chou-se então a parelha e Cláudio se dispunha a sentar, quando o outro Espí­rito investiu sobre ele e protestou: "eu também, eu também quero!", reavivando-se no encarnado a sugestão que esmorecia. Absolu­tamente passivo diante da sugestão, Cláudio reconstituiu, mecanica­mente, a impressão de insaciedade. Bastou isso e o vampiro, sorri­dente, apossou-se dele, repetindo-se o fenômeno visto anteriormente.

André aproximou-se então de Cláudio, para avaliar até que ponto ele sofria mentalmente aquele processo de fusão. Mas ele continuava livre, no íntimo, e não experimentava qualquer espécie de tortura, a fim de render-se. Hospe­dava o outro simplesmente, aceitava-lhe a direção, entregava-se por deliberação própria.

Nenhuma simbiose em que fosse a vítima. A associação era implícita, a mistura era natural. Efetuava-se a ocorrência na base da percussão. Apelo e resposta. Eram cordas afi­nadas no mesmo tom. Após novo trago, o dono da casa estirou-se no divã e retomou a leitura, enquanto os Espíritos voltaram ao corredor de acesso, chas­queando, sarcásticos...

 

Tratamento do alcoolismo - Embora o alcoolismo tenha sido definido pela Organização Mundial de Saúde como uma doença incurável, progressiva e quase sempre fatal, o dependente do álcool pode ser tratado e obter expressiva vitória nessa luta, que jamais será fácil e ligeira.

            Sintetizando aqui os passos recomendados pelos especialistas na matéria e as recomendações específicas do Espiritismo a respeito da obsessão, nove são os pontos do tratamento daquele que deseja, no âmbito espírita, livrar-se dessa dependência:

1. Conscientização de que é portador de uma doença e vontade firme de tratar-se.

2. Mudança de hábitos para assim evitar os ambientes e os amigos que com ele bebiam anteriormente.

3. Abstinência de qualquer bebida alcoólica, convicto de que não bebendo o primeiro gole não haverá o segundo nem os demais.

4. Buscar apoio indefinidamente num grupo de natureza idêntica à dos Alcoólicos Anônimos, que proporcionam, segundo o dr. George Vaillant, o melhor tratamento que se conhece.

5. Cultivar a oração e a vigilância contínua, como elementos de apoio à decisão de manter a abstinência.

6. Utilizar os recursos oferecidos pela fluidoterapia, a exemplo dos passes magnéticos, da água fluidificada e das radiações.

7. Leitura de páginas espíritas, mensagens ou livros de conteúdo elevado, que possibilitem a assimilação de idéias superiores e a renovação dos pensamentos.

8. A ação no bem, adotando a laborterapia como recurso precioso à saúde da alma.

9. Realizar pelo menos uma vez na semana, na intimidade do lar, o estudo do Evangelho, prática que é conhecida no Espiritismo pelo nome de culto cristão no lar. A família que lê o Evangelho e ora em conjunto beneficia a si e a todos os que a rodeiam. 

Parte do texto de ASTOLFO OLEGÁRIO DE OLIVEIRA FILHO



Escrito por Bete às 16h07
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Dependência Química e suas Repercussões Espirituais

Dr. Carlos Eduardo Sobreira Maciel

   Leia a matéria completa no site da AMEMG 

- ASSOCIAÇÃO MÉDICO-ESPÍRITA DE MINAS GERAIS

http://amemg.web69.f1.k8.com.br/infor/?p=98

 A espiritualidade auxilia na prevenção e no tratamento das doenças (inclusive das dependências químicas)

 

(...) a religiosidade é um fator de prevenção e também um recurso terapêutico na questão das dependências químicas.

Dependências

Trataremos do problema das drogas.

Mas é muito importante dizer aqui que a questão da dependência e dos vícios não se restringe às drogas.

A dependência de drogas faz parte de um grande grupo de dependências e por isso é importante lembrar que as pessoas podem ser viciadas em drogas, mas também  viciadas em trabalho, em comida (temos assim os transtornos alimentares como as compulsões alimentares e a bulimia nervosa), viciadas em jogo (jogo patológico), viciadas em sexo (em psiquiatria, são os quadros conhecidos como satiríase e ninfomania), e há os viciados em  pessoas (são dependências afetivas, relacionamentos afetivos doentios onde a pessoa se torna objeto da outra e na sua ausência podemos observar verdadeiras crises de abstinência).

 

No livro As Dores da Alma, o autor Hammed pontua que os dependentes se apegam ao objeto (drogas, jogos, sexo, trabalho, e relacionamentos), buscando um prazer que preencha um vazio interior.

 Segundo Victor Frankle, psiquiatra, fundador da Logoterapia, o vazio interior ou existencial, se manifesta principalmente num estado de tédio. Na visão de V. Frankle, os vícios podem ser entendidos se reconhecermos o vazio existencial – a ausência de sentido para a vida – subjacente a eles. Daí o porquê do vício atrair as pessoas  – por que “preenche” o vazio existencial (na realidade entorpece, anestesia, para que o vazio não seja sentido). O  chamariz da droga seria uma sensação agradável  de curta duração. É o aspecto agradável da sensação que a faz desejável, e é a sua curta duração que gera a dependência, pois logo que passa a sensação agradável é preciso que rapidamente seja fornecida a próxima dose do vício, do contrário a sensação agradável logo se transforma em desagradável.

Das dependências aos adoecimentos:

Na visão de Emannuel, nós adoecemos por reter a energia dos objetos da dependência (tratando-se das dependências de pessoas e objetos).

No livro Caminho, verdade e vida, o autor nos fala que “somos proprietários apenas daquilo que conseguimos levar dentro de nós. O resto é empréstimo Divino. Mas temos o hábito (ou melhor, o hábito adoecido que chamamos de vício) de reter as coisas, os objetos, as pessoas e suas energias, e assim vamos adoecendo…”. Veremos então todo o processo de adoecimento físico, psíquico e perispiritual.

Quanto às lesões perispirituais, numa perspectiva reencarnacionista, encontraríamos o motivo de várias lesões congênitas no trato gastro-intestinal, aparelho circulatório e no sistema nervoso central, bem como de alguns quadros de deficiência mental, no consumo de drogas. Segundo André Luiz, nos livros Ação e Reação (cap19) e Nos Domínios da Mediunidade (cap 15), os dependentes químicos atravessam as fronteiras da desencarnação como suicidas indiretos e retornam à carne em veículos físicos com lesões nos referidos órgãos e sistemas.

No livro No Mundo Maior, André Luiz nos fala sobre o dantesco quadro de perturbações alucinatórias que acomete dependentes químicos, em decorrência da ação obsessiva de entidades vampirizantes.

-       No livro Medicina da Alma, Joseph Gleber explica o mecanismo dessas alucinoses – no consumo das drogas, além das lesões físicas, temos  danos no duplo etérico (corpo sutil que protege o corpo físico) e um rompimento de sua tela atômica, a qual nos separa do plano astral. Neste dano encontramos explicações para as visões (alucinoses) que sofrem os dependentes em situações de intoxicação e/ou abstinência. Lembramos que podemos acessar o plano espiritual (acesso aos planos superiores) num desdobramento induzido por preces, meditação e estados de expansão da consciência. É como se houvesse uma porta que nestes estados se abre naturalmente. A lesão provocada pela droga pode ser comparada a um arrombamento desta porta, uma explosão desta porta, dando à  criatura acesso aos planos inferiores.)

Vontade: “Não há arrastamento irresistível. Uma vez que se tenha vontade de resistir. Lembrai-vos de que querer é poder.”(Questão 845 Livro dos Espíritos).

Todos os recursos terapêuticos são importantes, mas a eficácia de todos eles dependerá sempre, da vontade da pessoa dependente.


Dependência química

 Será que a dependência química, pode ser explicada pelo Espiritismo, como sendo problema de outras vidas? Pois acredito estar sendo influenciado neste sentido.

Não, prezado amigo. Não acreditamos que se possa ou se deva explicar a dependência desta maneira. Talvez possa explicar a fraqueza do espírito, que procura nas drogas ou no álcool a solução dos seus problemas. Logicamente, o uso de drogas é uma fuga da realidade. O que pode acontecer é que após se instalar a dependência química, espíritos viciosos possam se utilizar do encarnado para saciar os seus desejos pelas drogas. Isto é o que se chama de indução ao vício.

Entretanto, que fique bem claro que dificilmente um espírito pode fazer com que alguém se inicie no vício, mas após este instalado, ele pode dominar o encarnado, cuja vontade é fraca, em confronto com a sua vontade muito forte.

Pensar como você está pensando é escamotear a dependência, como a dizer: eu não tenho culpa, e sim, a reencarnação.

Prezado amigo, se você quer se libertar da dependência, encare de frente que você tem um problema sério e precisa de ajuda, ou será muito difícil se libertar do vício.

Procure ajuda com os narcóticos anônimos. Se você não souber onde encontrar um núcleo, visite os alcoólicos anônimos e eles, com certeza, lhe darão o endereço do núcleo de narcóticos anônimos mais próximo da sua residência.

 http://www.espirito.org.br/portal/perguntas/p0182.html

 



Escrito por Bete às 14h37
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Eis os três votos de Francisco

 
23 - POBREZA - CASTIDADE – OBEDIÊNCIA
 
Eis os três votos de Francisco.
 
Será mesmo possível alguém viver em absoluta fidelidade a esses princípios? Não será isso utopia?
Em nome da própria verdade, poder-se-ia argumentar da seguinte maneira:
Pobreza é o oposto de riqueza, e se riqueza é progresso, logo pobreza pode ser decadência; pobreza é o contrário de conforto, e se conforto é bem-estar e bonança, logo, pobreza pode ser sofrimento e miséria.
Castidade é oposto de prazer, e se prazer é alegria, logo castidade pode ser tristeza; castidade é o contrário de fertilidade, e se fertilidade é crescimento e renovação, logo castidade pode ser atrofiamento e distorção.
Obediência é o oposto de comando, e se comando é determinação, logo obediência pode ser debilidade; obediência é o contrário de liderança e se liderança é coordenação e autoridade, logo obediência pode ser descontrole e fraqueza.
Este argumento é respeitável, porém, tendencioso e falho.
A razão mais alta, bafejada pelo amor, interpreta os três votos de outra forma:
Pobreza é riqueza, porque a alma vazia de preocupações materiais é invadida de valores espirituais; pobreza é evolução, porquanto o ser, livre do complexo de posse, passa a viver a sua realidade intrínseca, consciente da sua natural função no Universo.
A pobreza consciente não representa dor nem miséria. A riqueza dos homens que não sabem ser pobres é que produz fome e revolta. Quando os ricos do mundo decidirem ser pobres, isto é, desapegados, os bens da vida serão melhor distribuídos e haverá mais alegria em todos os corações.
Castidade é alegria, porque o espírito comedido e educado nas suas expansões, harmoniza-se com a Lei Natural e passa a desfrutar de prazeres em outra dimensão; castidade é fecundidade, porquanto a pessoa devidamente amadurecida, pode transferir seu potencial de energias para grandes realizações no campo da espiritualidade.
A castidade consciente não representa atrofiamento, nem degradação. O homem casto por maturação espiritual, de livre vontade, integrado com amor em tarefas de benemerência, é alguém capaz de contribuir largamente para a evolução do mundo.
Obediência é comando, porque não se trata de subordinação cega, servilismo. Obediência consciente é auto determinarão diante da Vontade de Deus.
Obediência, segundo o Evangelho, não significa desajuste ou fragilidade; é a virtude harmonia
que favorece o perfeito funcionamento do Todo Universal. Quem obedece revitaliza suas forças internas, conquistando a simpatia dos semelhantes e a proteção do Pai.
Numa sociedade em que todos saibam obedecer, as frentes de liderança aos mais obedientes.
Estes inspiram mais confiança e estão mais afinados com a ordem da vida.
Alguém já disse que a razão é bule de duas asas: pode ser usado com a mão esquerda ou com a direita.
A civilização do futuro terá esta tônica: os cargos e as funções serão ocupados de acordo com as qualidades internas do homem.
O movimento franciscano, portanto, significou um clarão de valores incontestáveis.
Os três votos de Francisco de Assis foram os instrumentos de sua auto-realização.
 
"Ocultei em terreno infértil a semente de meu desejo para que nunca viesse a germinar. Ao lado construí minha cabana. Aguardei alguns dias, e vi que minha semente havia morrido, porque a terra não apresentou qualquer sinal. Mais tarde, porém, quando eu me achava distante, entregue às divagações de uma vida inoperante, a semente brotou, transformando-se em árvore, cujas raízes demoliram minha morada. Aprendi, desse modo, que as energias da alma não morrem, nem devem ser estioladas, e sim desenvolvidas na atmosfera do Bem." Francisco de Assis
 
O MUNDO DE FRANCISCO DE ASSIS
Autor:Ariston S. Teles
 Médium: Tagore
 Ditado por: Damiano




Escrito por Bete às 09h50
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* * * Estude Kardec * * *

 

O QUE LEVA A CONSCIÊNCIA DAS ORIENTAÇÕES ESPÍRITAS MUDAR UMA PESSOA?

Você crê que não morre nunca (por que se aborrecer com os problemas se tudo irá mudar; se tudo passa?); 

Você crê que os espíritos o influenciam (por que não se cuidar, senão qualquer um poderá dominar sua mente); 

Você crê na reencarnação (por que se preocupar com as diferenças, se o que não pode ter numa encarnação, poderá ter em outra?); 

Você crê que todos evoluem (por que se preocupar se você ainda não tem a mesma evolução que o outro?); 

Você crê que os corpos físicos são passageiros (por que se martirizar se não tem um corpo bonito ou saudável nesta vida; outras vidas você terá e seus corpos serão outros); 

Você crê que seus parentes são imortais também (por que ficar sofrendo tanto com suas partidas deste mundo, se um dia se encontrarão novamente)? 

Você crê que Deus deu a toda criatura um anjo bom a lhe guiar e a lhe fazer companhia (por que ficar dizendo que ninguém gosta de você; que você é solitário?). 

Você crê na Justiça Divina (por que ficar reclamando da justiça dos homens se a justiça de Deus é a maior e sempre repara tudo?). 

Você crê no Amor Verdadeiro (por que ficar preocupado com o amor carnal e passageiro?)  

Você crê que toda dificuldade, doença e sofrimento têm explicação, um motivo justo, perante Deus, pela Lei de Causa e Efeito (por que ficar reclamando e preocupado dizendo que não está fácil sua vida?). 

Você crê que as nossas boas ações, bons pensamentos e bons sentimentos levam nossa alma para bons lugares e impulsionam nossa evolução (por que continuar tendo comportamentos negativos?)  

http://www.usepiracicaba.com.br/BancodeImagens/Arauto/Marco_Abril_2007.pdf

 

 

 Quando aceites os princípios que te renovam, é possível que a mesma compreensão não te alcance, de pronto, os familiares queridos. 

Conservas, talvez, a provocação de rentear com entes amados que te recusam a fé ou tudo fazem por arredar-te da senda de luz que hoje palmilhas.

 Às vezes, entristece-te por semelhante motivo, a ponto de te ameaçares com desânimo e frustração.

 É forçoso, porém, vejas no lar o educandário primeiro de tua fé.

 Teu lar, tua escola.  

Aí dentro, será professor e aluno ao mesmo tempo. 

Erguer-te-ás na cátedra do dever cumprido e transmitirás o ensinamento vivo do bom exemplo aos que te acompanham.

 Entretanto, exercita o devotamento e prossegue adiante, no cultivo de tua fé.

Não te lastimes, nem discutas. 

O embate palavroso deixa o coração encharcado de fel. 

A opinião dos outros a teu respeito é construída ou retificada à custa de tuas próprias demonstrações de tolerância e bondade. 

Se a incompreensão te rodeia, serve sempre. 

Sofre-se injúria ou perseguições, serve ainda.

Se tudo parece contrariar-te aspirações e desígnios, serve mais. 

Não descreias de Deus, que te segue e te vê.

Pela força do exemplo, vencerás.

********

Emmanuel

 

O Livro Espírita

O livro espírita é luz -  clareia o nosso entendimento.

O livro espírita é bússola - norteia os nossos passos.

O livro espírita é pão - alimenta a nossa fé.

O livro espírita é remédio - balsamiza as nossas dores.

O livro espírita é fonte de água pura - sacia a nossa sede.

O livro espírita é sempre o nosso melhor amigo nos caminhos da elevação.

Adquiri-lo é importante.

Lê-lo é imprescindível.

Estudá-lo é sabedoria.

Divulgá-lo é dever.

Agradeçamos a Deus pela bênção do livro genuinamente espírita, em cujas páginas luminescentes encontramos o Pensamento Vivo dos Espíritos Superiores que ditaram a Codificação a Allan Kardec, na revivescência do Evangelho de Jesus. 

******************************************

Xavier, Francisco Cândido; Baccelli, Carlos A. Da obra: Confia e Serve. Ditado pelo Espírito Albino Teixeira. IDE.



Escrito por Bete às 17h54
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VIBRAÇÕES

                               Um homem sisudo entrou numa sala onde várias pessoas conversavam cordialmente.

         O recém-chegado sentou-se sem dizer palavra.

         Destacou-se para logo uma estranha ocorrência.

         Os circunstantes calaram-se e, em seguida, afastaram-se, um por um.

         O dono da casa veio ao encontro do último dos retirantes e perguntou:

         -Que terá sucedido, se o meu novo hóspede nada chegou a dizer?

         O interpelado, no entanto, respondeu, hesitante.

         Não consigo explicar, mas tenho a impressão de que o silêncio dele faz barulho demais.

 Da Obra “Recados Do Além” – Espírito: Emmanuel – Psicográfia: Francisco Cândido Xavier

IMORTALIDADE

                    Quando o suicida acordou no Mais Além, trazendo a chaga em sangue que abrira em si mesmo, gritou espantado para os Céus.

                   -Meu Deus, meu Deus, onde a morte em que entrei?

                   Uma voz, porém, lhe respondeu aos ouvidos da consciência profunda:

                   -Meu filho; sairás da morte, tantas vezes quantas forem necessárias, mas da vida, Jamais.

 

 

Da Obra “Recados Do Além” – Espírito: Emmanuel – Psicográfia: Francisco Cândido Xavier

A  influência  do  Espiritismo 

 Emmanuel 

A influência do Espiritismo, em verdade, à feição de movimento libertador das consciências, será precioso fator de evolução, em toda parte.

Na ciência, criará novos horizontes à glória do espírito.

Na filosofia, traçará princípios superiores ao avanço inelutável do progresso.

Na religião, estabelecerá supremos valores interpretativos, liberando a fé viva das sombras que encarceram na estagnação e na ignorância.

Na justiça, descortinará novos rumos aos direitos humanos.

No trabalho, proporcionará justa configuração do dever.

Nas artes, acenderá a inspiração da inteligência para os mais arrojados vôos ao país da beleza.

Na cultura, desabotoará novas fontes de Luz para a civilização fatigada e decadente.

Na política, plasmará nova conceituação para a responsabilidade nos patrimônios públicos.

Na legislação, instituirá o respeito substancial ao bem comum.

E, em todos os setores do crescimento terrestre, à frente do futuro, ensinará e levantará, construindo e consolando, com a verdade a nortear-lhe a marcha redentora.

Entretanto, somente no coração é que o Espiritismo pode realmente transformar a vida.

Não basta erguer-se o homem  às novas experiências de natureza exterior sem  base no sentimento.

Civilizações múltiplas hão surgindo no mundo, alcançando o apogeu e descendo de novo aos sepulcros de pó e cinza.

É que lhes faltaram às fibras mais íntimas, essa fonte de água viva que só o amor puro consegue assegurar.

Conduzamos o coração às bênçãos da doutrina Salvadora que abraçamos com o Cristo e, desse modo, a ressurreição da Terra, começando por dentro de nós, constituir-nos-á, no abençoado amanhã, o Paraíso conquistado para a nossa Alegria Perpétua em Perpétuo Esplendor.

 Livro Tarefa Espírita - Psicografia Chico Xavier

Apelo
Não basta recolher os frutos do caminho. É necessário fazer luz dentro dele para que não nos percamos nas trevas.

Amealhar os benefícios imediatos do Espiritismo, procurando-lhe as gratificações consoladoras será compreensível para nós todos, mormente na hora escura que a Terra vai atravessando no inquietante período de transição da atualidade.

Entretanto, não basta fartar-se a alma de reconforto superficial, de vez que o alívio nem sempre significa solução.

Saibamos aproveitas as graças e os favores da Doutrina de Amor que nos enriquece de conhecimento e esperança, plasmando no espírito a renovação que nos é indispensável.

Para isso, descurar o Evangelho será esquecer a escola e menosprezar a lição.

Consagremos alguns minutos, cada dia, à procura de orientação com o Instrutor da Imortalidade.

Evangelho no coração para que aprendamos a sentir.

Evangelho no pensamento para que não nos falhe o equilíbrio.

Evangelho na palavra para que não nos prendamos à perturbação.

Evangelho nos braços para que a preguiça não nos faça cair em seus despenhadeiros de sofrimento.

Para isso, é necessário ler os ensinamentos do Senhor e meditar-lhes a essência, imprimindo rumo certo ao barco de nossa vida.

Sem a bússola, a embarcação vagueia sem rumo.

Sem Jesus, comandando o nosso interior, erraremos na Terra, no corpo ou fora dele, ao sabor das circunstâncias e das influências alheias à nossa vontade, à maneira de folhas ressequidas ao vento.

Honremos a luz celeste que nos trouxe a bênção do Espiritismo e, cultivando o Evangelho na consciência, na família, no lar e na luta coletiva, converteremos o coração em santuário vivo em que brilhará para sempre a Vontade do Nosso Divino Mestre e Senhor.
*************************
Emmanuel
 
                                                   


Escrito por Bete às 12h48
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O Livro dos Espíritos

1ª Edição publicada em 18 de abril de 1857 - (501 questões). 2ª Edição revisada, publicada em 1860 (1019 questões)

Este é o livro básico da Filosofia Espírita. Nele estão contidos os princípios fundamentais do Espiritismo, transmitidos pelos Espíritos Superiores a Allan Kardec, através do concurso de diversos médiuns.

Juntamente com as demais obras da Codificação Espírita, é adotado no ESDE - Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita, um programa de estudo regular da Doutrina Espírita, idealizado pela FEB - Federação Espírita Brasileira, em 1983 e aprovado pela CFN - Conselho Federativo Nacional.

 O Livro dos Médiuns

Publicado em 15 de janeiro de 1861.

Este livro reúne o ensino especial dos Espíritos Superiores sobre a explicação de todos os gêneros de manifestações mediúnicas, o mecanismo e os meios de comunicação com os Espíritos, o desenvolvimento da Mediunidade, como uma faculdade humana, normal e orgânica, as dificuldades e os tropeços que possam surgir na prática mediúnica.

É obra fundamental para o estudo e a prática da Mediunidade, sob a ótica cristã.

A Gênese

Publicado em 06 de janeiro de 1868.

"Esta nova obra - esclarece Allan Kardec - é mais um passo do terreno das consequências e das aplicações do Espiritismo".

Conforme o seu título o indica, ela tem por objeto o estudo dos três pontos, até agora, diversamente interpretados e comentados: A Gênese, Os Milagres e as Predições, em suas relações com as novas leis decorrentes da observação dos fenômenos espíritas.      

O Evangelho Segundo o Espiritismo

  

Publicado em 06 de abril de 1864. 

Este livro apresenta o roteiro da Religião Espírita.

A sua leitura e estudo são imprescindíveis a todos que aspiram por um mundo melhor e que busquem um guia de orientação moral à família e, em particular aos espíritas que praticam, no lar, a reunião semanal de estudo denominada O Evangelho no Lar e no Coração.

É fonte inesgotável de sugestões positivas para construção de uma sociedade humana justa e feliz.

 

 O Céu e o Inferno

Publicado em 01 de agosto de 1865. 

Este livro é também denominado "A Justiça Divina Segundo o Espiritismo" e seu objetivo é oferecer o exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual.

Coloca ao alcance de todos o conhecimento do mecanismo pelo qual se processa a Justiça Divina, em concordância com o princípio evangélico exposto por Jesus: "A cada um segundo as suas obras".

Obras Póstumas


Publicado em 1890.

Este livro, foi publicado pelos continuadores de Allan Kardec, em 1890, 21 anos após sua desencarnação.

Ao lado das obras que formam o "Pentatêuco Kardequiano", Obras Póstumas é valiosa contribuição ao esclarecimento sobre a iniciação do Prof. Rivail (Allan Kardec) no Espiritismo e sobre vários temas fundamentais do Espiritismo.

Esta campanha foi lançada em 1972, em São Paulo, pelo então CME - Conselho Metropolitano Espírita, hoje USE Regional São Paulo, e depois em 1975, em âmbito estadual, com o objetivo de dar maior visibilidade às Obras da Codificação Espírita e orientar o grande público na iniciação ao conhecimento espírita, pelo começo. 

Ao longo dos anos, foram registradas incontáveis respostas positivas das instituições espíritas, na forma de diversos trabalhos doutrinários, consubstanciados nos prencípios da Terceira revelação. 

É oportuno registrar também, que, no inicio da década de 80, esta campanha foi inspiração ao surgimento do ESDE - Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita - um programa de estudo regular e abrangente da Doutrina Espírita, elaborado pela Federação Espírita Brasileira e que vem sendo adotado em todo território nacional e, em alguns países, através do CEI - Conselho Espírita Internacional.



Escrito por Bete às 12h37
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                                            UM CASO IGUAL A TANTOS
Hilário Silva

 

O rapaz chegou ao Centro Espírita “Uberabense” pedindo orientação.

Há meses estava no exercício constante da psicografia semi-consciente, segundo as sua próprias palavras.

Exibiu vários cadernos com mensagens que recebera.

Entusiasmado, disse ao dirigente da Casa, o Professor Augusto Caves, já Ter consigo muitos livros que esperava publicar em breve tempo.

Afirmou escrever quase o dia inteiro sob o impulso dos espíritos.

Qualquer lugar lhe servia para o intercâmbio entre os dois mundo.

Acordava no meio da noite, sentindo um desejo irresistível de pegar lápis e papel...

Quando a cabeça lhe doía, tinha que escrever, escrever...

Durante meia hora falou sem pausa, revelando certa exaltação na voz e gesticulando em excesso.

Quando, finalmente, silenciou, aguardando a orientação que fora buscar, o abnegado Professor lhe diz de forma paternal:

- Filho, temos aqui as nossas reuniões semanais de estudo da Doutrina e teremos imensa alegria em recebê-lo entre nós. Sinto que você tem um futuro promissor no campo da mediunidade, todavia, creio que os Amigos Espirituais, presentemente, estejam exercitando as suas faculdades. Convém, por enquanto, aguardarmos um pouco mais, não tornando públicas essas mensagens que me parecem agora sementes de páginas mais substanciosas que ainda serão grafadas por suas mãos. Venha participar do nosso grupo. Amanhã mesmo você poderá vir conosco visitar alguns irmãos carentes na periferia da cidade...

Mas, antes que o Professor Chaves concluísse as suas ponderações, o jovem, colocando os cadernos debaixo do braço, deu-se pressa em sair, prometendo voltar no dia seguinte e nunca mais apareceu.

 

Infelizmente, são muitos os companheiros do mundo que procuram orientação nos centros espíritas, desejando ouvir as palavras que imaginam e não aquelas que precisariam escutar, com humildade, em favor de si mesmos. Contrariados em seus propósitos imediatistas, afastam-se do caminho que nem sequer começaram a trilhar e ao qual, somente mais tarde, depois de grandes decepções e dores, tornarão lamentando o tempo perdido. 

 

CONFIA E SERVE - Francisco Cândido Xavier – Carlos A. Baccelli - Espíritos diversos

 

ANO  APÓS  ANO

André Luiz

          Ninguém evolui num dia ou para um dia apenas. 

 Carecemos de tempo para entender o bem e praticá-lo diuturnamente, absorvendo-o em profundidade, na alma, para o eterno futuro.

  Um só pensamento bom, um só ato digno, uma só lição assimilada, não nos bastam à melhoria. Necessário repetir testemunhos de aprendizado e renovação.

 A fraternidade há de avivar-nos o raciocínio, vincar-nos a memória, calejar-nos a mãos, modelar-nos a vida.

 Eis porque o espírita, na experi6encia terrestre, precisa repisar atitudes, transpirar no dever e persistir no posto individual de trabalho, ano após ano, para só então se sentir realmente sintonizado com os Bons Espíritos e com os desígnios do Alto, mantidos a seu respeito.

  No setor administrativo da instituição doutrinária, há de conhecer tão bem o seu mister, que nenhuma decepção não mais o surpreenda. 

 No estudo, há de desarticular tantas mesas, consumir tantas cadeiras e deformar tantos livros e material correspondente, sem perceber, que duvidará de semelhantes desgastes.

  Na mediunidade, há de amar e compreender tanto os espíritos e os homens que qualquer incompreensão não mais lhe fará perder a paciência.

  Na exemplificação da verdade, há de se familiarizar tanto com as necessidades das criaturas que penetrará os anseios do próximo, em muitas ocasiões, apenas por vê-lo.

  Na assistência social, há de se inteirar tanto dos menores problemas que lhe dizem respeito, segundo as épocas do ano, as pessoas, os desfavorecidos e os sofrimentos, que se espantará ao perceber o quanto conhece de ciência mental e vida prática.

  No culto do Evangelho, há de abordar tantos temas e lições, enfrentando tantos imprevistos e dificuldades, que o terá para si na condição de tarefa claramente imprescindível.

  Na imprensa e na tribuna espíritas, há de se habituar tanto com o manejo e os efeitos das palavras que as cultivará e selecionará com devotamento espontâneo.

  No campo das provas necessárias, há de exercitar tanto entendimento e tanta paciência diante da dor, que acabará sofrendo todas as humilhações e tribulações da romagem terrestre com o equilíbrio de quem atingiu inarredável serenidade.

  Confronta o teu período de conhecimento espírita com o serviço que apresentas na existência humana.

  Lógica disciplinando diretrizes, esperança enriquecendo ideais, entendimento clareando destinos, o Espiritismo faz o máximo por nós, sendo sempre o mínimo o esforço que fazemos por ele, nos empreendimentos que nos cabem em auxílio a nós mesmos, no seio da Humanidade.

 Do livro Sol nas Almas. Psicografia de Waldo Vieira.

 



 

 



Escrito por Bete às 12h09
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testemunho  de  fé

 

Por mais vitoriosa que seja uma existência, suas lutas e sofrimentos, tristezas e lágrimas, deixam marcas de dor em nossa alma.

Cabe-nos, sem dúvida, superar todas essas dificuldades valendo-nos da Fé em Deus Todo-Poderoso. Só assim, entendemos, a vida se enobrece.

Analisando minha existência, cheguei à conclusão de que nada somos diante da grandeza do Pai. Ciente de que aqui estamos para o nosso burilamento próprio, e movida por Forças Superiores, resolvi edificar-me.

Para atenuar meus sofrimentos, procuro amenizar os sofrimentos alheios, para aplacar a minha fome, busco saciar a fome daqueles que nada tem para comer; para estancar minhas lágrimas, tento enxugar as lágrimas de outras mães em prova.

Impulsionada por esse ideal, e procurando vencer todas as espécies de barreiras do caminho, vou tentando minha edificação cristã, principalmente na imitação dos exemplos de abnegação, amor, bondade, humildade e caridade no nosso querido e ímpar Francisco Cândido Xavier.

A mensagem que deixo nestas paginas, não tem outra finalidade senão a de levar a Doutrina Espírita àqueles que padecem, e que ainda não tiveram a oportunidade de se beneficiar da sua essência de Verdade, Fé e Consolação.

Apenas a Doutrina Espírita pode nos responder as angustiantes perguntas com as quais procuramos compreender as nossas lutas: “De onde vim?” “Para onde vou?”

Quando passamos a ter ciência de que nós mesmos escolhemos tudo o que se desenrola em nossa vida, aceitamos as nossas provas, e a confiança no reencontro com os entes queridos nos fortalece para a luta, que podemos transformar num trabalho de amor.

À medida que aprendia, mal podia imaginar que, simples mãe que sou, estivesse recebendo tarefas maravilhosas do Mais Alto, embora devesse encontrar dificuldades nesse trabalho, e que não tardaram.

Mas  aqui estou, sem medo, procurando cumprir minha parte e ser fiel até o fim, apesar dos empecilhos do presente e dos que, certamente, sobrevirão no futuro.

 

 

Fonte: Gaveta de Esperança  -  Francisco Cândido Xavier - Espírito de Laurinho

  

 

Tudo É Amor

Vida - É o Amor existencial.

Razão - É o Amor que pondera.

Estudo - É o Amor que analisa.

Ciência - É o Amor que investiga.

Filosofia - É o Amor que pensa.

Religião - É o amor que busca Deus.

Verdade - É o Amor que se eterniza.

Ideal - É o Amor que se eleva.

Fé - É o Amor que se transcende.

Esperança - É o Amor que sonha.

Caridade - É o Amor que auxilia.

Fraternidade - É o Amor que se expande.

Sacrifício - É o Amor que se esforça.

Renúncia - É o Amor que se depura.

Simpatia - É o Amor que sorri.

Altruísmo - É o Amor que se engrandece.

Trabalho - É o Amor que constrói.

Indiferença - É o Amor que se esconde.

Desespero - É o Amor que se desgoverna.

Paixão - É o Amor que se desequilibra.

Ciúme - É o Amor que se desvaira.

Egoísmo - É o Amor que se animaliza.

Orgulho - É o Amor que enlouquece.

Sensualismo - É o Amor que se envenena.

Vaidade - É o Amor que se embriaga.

Finalmente, o ódio que julgas ser a antítese do Amor, não é senão o
próprio Amor que adoeceu gravemente.

Chico Xavier



Escrito por Bete às 11h24
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Casamento

5 TIPOS DE CASAMENTOS:

Em análise feita às comunicações dos espíritos, referentes a casamentos infelizes, Martins Peralva classifica em cinco os tipos de casamentos.

1. CASAMENTOS ACIDENTAIS:

É o encontro de almas inferiorizadas sem ascendentes espirituais. Caracterizam-se la falta de ligação afetiva. A aproximação dá-se através dos inpulsos inferiores do casal e o relacionamento é desprovido de simpatia ou antipatia. Esses casamentos oorrem em grande número e, segundo Peralva, podem até dar certo, pois é possível os cônjuges se adaptarem um ao outro, consolidando a união no tempo.


2. CASAMENTOS PROVACIONAIS

É o encontro de almas inferiorizadas com o objetivo de se reajustarem. É o tipo mais comum. Por haverem contraído débitos cármicos mútuos, a Providência Divina utiliza-se da união conjugal pra o necessário ressarcimento.


3. CAMENTOS SACRIFICIAIS

São raros e caracterizam-se pelo encontro de uma alma iluminada com uma alma inferiorizada, tendo por fim reconduzi-la ao bem. Um exemplo desta categoria é o de Lívia com o senador Publio Lêntulus, transcrito no livro "Há Dois Mil anos". O senador, embora evoluído intelectualmente, era moralmente inferior à Lívia, devido ao seu orgulho.

 4. CASAMENTO DE ALMAS AFINS

É o encontro de almas amigas com objetivo de consolidar afetos. Neste tipo de casamento não ocorrem separações e ambos buscam juntos aprimorar o amor que já
nutrem um pelo outro.


5. CASAMENTOS TRANSCENDENTES

Muito raros. É o encontro de almas iluminadas com objetivos elevados para trabalharem juntas com fins altamente construtivos. Um exemplo de casamento
transcendente é o do próprio A. Kardec, com Amélie G. Boudet, que embora seu nome não seja citado na Codificação, sua participação e apoio na vida de Kardec foram
fundamentais pra o cumprimento de sua missão. O Espiritismo nos esclarece, portanto, que a instituição do casamento é uma importante oportunidade concedida pela Misericórdia Divina para o aperfeiçoamento de nosso espírito - e também dos espíritos de nossos familiares - na jornada ascendsional de nossa evolução.
José Luiz Vieira-CE

Casamento e Divórcio
* O casamento é considerado no Espiritismo um avanço na marcha da civilização.
*
* O divórcio só deve ser realizado em último caso, quando não existe nenhum clima de convivência entre os cônjuges.
*
* Separar-se por causa de filhos, ou de problemas familiares, eis um erro lamentável, que muito sofrimento imporá aos desertores.
*
* É lógico que o Espiritismo aceita o divórcio quando os cônjuges já se encontram irremediavelmente separados. A lei do divórcio é então uma forma jurídica de legalizar-se o que de fato já se consumou.
*
* Os Espíritos benfeitores sugerem-nos, contudo, que ninguém deve dar, nesse particular, o primeiro passo. Divórcio, na feliz expressão de André Luiz, é compromisso adiado, saldo a pagar na contabilidade de nossas vidas.
*
* Todos os problemas gerados a partir da separação conjugal pesarão na folha daquele que lhe foi a causa.

Astolfo O. de Oliveira Filho

PERGUNTAS E RESPOSTAS

CASAMENTO - Richard Simonetti

1 – O casamento é planejado no Além?

Geralmente a união matrimonial implica numa harmonização que envolve não apenas o casal, mas também os Espíritos que reencarnarão como filhos. Obviamente, é preciso planejar.

2 – Os próprios interessados o fazem?

Seria o ideal, já que tendemos a encarar com maior seriedade os compromissos que assumimos por iniciativa própria. Nem sempre, entretanto, os reencarnantes têm suficiente maturidade e discernimento para isso. O planejamento fica por conta de mentores espirituais.

3 – Eventual segundo casamento ou subseqüentes também obedecem a um planejamento?

Quando os parceiros da vida conjugal se separam de forma irreversível, em virtude de conflitos insuperáveis, é justo que procurem recompor sua vida afetiva, buscando nova experiência. Se há seriedade na intenção e não mero exercício de promiscuidade sexual, tão freqüente nos dias atuais, os mentores espirituais podem ajudá-los nesse propósito, orientando nova união.

4 – Se ocorre uma seqüência de desacertos haverá sempre novos planejamentos?

Os mentores procuram ajudar-nos, mostrando caminhos, mas jamais são coniventes com nossos desatinos. A sucessão de uniões indica incapacidade de assumir compromissos e de conviver. Natural, nestes casos, que se afastem, retirando as escoras de sua proteção para que os tutelados aprendam com seus próprios erros.

5 – O ideal, portanto, seria "suportar" o cônjuge para merecer o apoio da espiritualidade?

Esse é, talvez, o maior equívoco. As pessoas "suportam" o cônjuge por amor aos filhos ou respeito à religião, esquecendo-se de que estão juntos para se harmonizarem, aprendendo a conviver fraternalmente. Isso implica em mudar de pronome, no verbo da ação conjugal: da primeira pessoa do singular, eu posso, eu quero, eu faço¸ para a primeira do plural: nós podemos, nós queremos, nós fazemos. Cultivar o individualismo no casamento é condená-lo ao fracasso.
 
6 – Isso seria suficiente para sermos felizes no casamento?

Há algo mais. As pessoas estão esperando que o casamento dê certo para que sejam felizes, sem compreender que é preciso que sejam felizes para que o casamento dê certo. Um coração amargurado, um caráter impertinente, uma vocação para a agressividade, tudo isso azeda a existência e nos torna incapazes de conviver, particularmente no lar, onde não há o verniz social.

7 – E como ser feliz para que o casamento dê certo?

É preciso ter sempre presente que a felicidade não está subordinada à satisfação de nossos desejos diante da Vida, mas ao empenho por entender o que ela espera de nós. Não é necessário muito para isso. Basta observar a lição fundamental de Jesus: fazer ao semelhante o bem que desejamos que ele nos faça. Funciona admiravelmente quando se trata de harmonizar as pessoas, particularmente no lar.

8 – Sabemos que na espiritualidade tendemos a conviver com os Espíritos que marcaram nossa vida afetiva, envolvendo cônjuge, pais e filhos. Assim sendo, com quem ficará o homem que foi casado quatro ou cinco vezes?

Com ninguém. Provavelmente fará um estágio depurador no umbral, região de sofrimentos no mundo espiritual, um purgatório onde terá oportunidade de meditar sobre sua frivolidade.

Do livro: Reencarnação: Tudo o que você precisa Saber.

 Exercícios p/ paz no lar:

É preciso praticar a caridade no lar para salvar o casamento. A meditação, a oração em conjunto, a procura do bem em toda parte, auxiliarão a paz no lar. Poderíamos defini-la como uma ginástica diária, onde os principais exercícios são: perdão, tolerância, atenção, respeito e renúncia.


O perdão é o treino da compreensão.
Se procurarmos compreender o familiar, sem o vinagre da crítica, identificaremos em seus momentos menos felizes a simples exteriorização de conflitos íntimos em que se debate, e não nos magoaremos.

A tolerância é o treino da aceitação.
Cada ser humano está numa faixa de evolução. Não podemos exigir mais do que tem para dar. E ninguém é intrinsecamente mau. E preciso lembrar ainda, que as pessoas tendem a comportar-se da maneira como as vemos. Estar sempre apontando defeitos é a melhor maneira de fazê-los crescer. Identificar pequenas virtudes é uma forma de desenvolvê-las.

A atenção é o treino do diálogo.
Quando os componentes de uma família perdem o gosto pela conversa, a afetividade logo deixa o lar. É preciso saber ouvir, dar atenção ao que dizem os familiares e, principalmente, reconhecer que nos momentos de divergência eles podem estar com a razão.

O respeito é o treino da educação.
É grande o número de lares onde as pessoas discutem, brigam, xingam-se e até se agridem, gerando uma atmosfera psíquica irrespirável que torna todos nervosos e infelizes. O problema é falta de auto-educação, a disciplina das emoções, reconhecendo que sem respeito pelos outros caímos na agressividade.
A renúncia é o treino da doação.

Há algo de fundamental para nós, sem o que nossa alma definha. Chama-se amor!
Quantos lares estariam ajustados e felizes; quantas separações jamais seriam cogitadas, se num relacionamento familiar, pais e filhos, marido e mulher, irmãos e irmãs transmitissem carinho com mais freqüência, àqueles que habitam sob o mesmo teto: “Sabe, eu gosto de você!” Há muitas maneiras de dizer isso: um bilhete singelo, a lembrança de uma data, o elogio sincero, o reconhecimento de um benefício, a saudação alegre, a brincadeira amiga, o prato mais caprichado, o diálogo fraterno, o toque carinhoso... Tudo isso diz, na eloqüência do gesto, que gostamos do familiar.

Não há nada mais importante em favor da harmonia doméstica. Para tanto é preciso que aprendamos a renunciar. Renunciar à imposição agressiva de nossos desejos; renunciar às reclamações e cobranças ácidas; renunciar às críticas ferinas; renunciar ao mutismo e a cara amarrada quando nos contrariam... Renunciar, enfim, a nós mesmos, vendo naqueles aos quais a sabedoria divina colocou em nosso caminho a gloriosa oportunidade de trabalhar com Deus na edificação dos corações, e recebermos em nosso lar o salário da paz.


Com semelhantes exercícios em torno da caridade descobriremos no lar afinidades novas, motivações renovadas, afetos insuspeitados, a garantirem uma vida familiar saudável e feliz.

O lar é o laboratório de experiências nobres em busca de avanços morais e espirituais, onde os seres se depuram em preparo para realizações mais elevadas nos Domínios do Criador. Treinamos na família menor habilitando-nos para o serviço à família maior que constituí a Humanidade inteira.

Emmanuel nos diz: A felicidade existe sim, porém, para usufruí-la no Outro Mundo, precisamos aqui na Terra admitir “que ninguém pode ser realmente feliz sem fazer a felicidade alheia no caminho que avança”.

EU TENHO A TI

 Meus dias, a partir de hoje, raiarão floridos, porque eu tenho a Ti!

Não mais as lágrimas, não mais a dor, não mais as queixas, não mais as manhãs cinzentas, porque eu tenho a Ti!

Hoje, eu prometo ser diferente, mais confiante, valente, Guerreiro de minha própria causa, destemido, ardente, como Tu mesmo o fostes; assim serei!…

Hoje, para começar, quero olhar para vida sem medo de receber chacotas, críticas, desprezo, ironias, maus tratos e palavras frias, vou olhar a face da hipocrisia sem me abalar, sem sofrer, pois que me importam as decepções da estrada, as pedradas, as desilusões, se eu tenho a Ti?

Junto ao Teu peito nunca mais serei pequeno! 

Serei grande, forte, arrojado, dono e senhor de mim mesmo, capacitado a me impor com nobreza, a participar, a seguir em frente, a fazer brilhar minha própria luz, a criar, porque eu tenho a Ti!

Se me amam menos, que importância tem?

Se o que faço não conta, que importância tem? 

Importa é que sigo contigo, seguro, e aprendo em teus olhos que o que importa é que Tu me amas e que eu tenho a Ti!

Quando chegar a noite, Jesus, e ao deitar-me, quero te agradecer, feliz, por ter estado contigo, ter me resguardado, ter amado, perdoado e ganho assim o meu dia, ao teu lado!

Quero adormecer em paz qual criança pequena que nada teme quando em colo amigo, assim serei contigo, hoje e sempre, porque tenho a Ti!

Porque eu tenho a ti Jesus. 

(André Luiz)

 


Escrito por Bete às 16h06
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Emoções Negativas e Câncer
(Francisco Cajazeiras)


Já de algum tempo, dados empíricos vêm sugerindo pelo menos a presença de um fator psicossomático em pacientes que desenvolvem tumores malignos, assim como a sua importância na evolução desses tumores.

Observavam-se, por exemplo, que cônjuges que enviuvavam, adoeciam com maior freqüência e, em muitas situações, desenvolviam quadros neoplásicos com elevado grau de malignidade, desencarnando em tempo curto.


Também se percebia na prát ica, maior vulnerabilidade às infecções, em grupos de pacientes com quadros de tristeza ou cólera um pouco mais prolongada e, às vezes, até mesmo em problemas emocionais agudos.

Atualmente, as experiências científicas vêm confirmar aquilo que a prática clínica do cotidiano já sugeria. O Dr. Carl Simonton e a Dra. Stephanie-Matthews Simonton, pioneiros nos estudos que relacionam a emoção com a doença neoplásica maligna, ensinam que o nosso organismo origina células cancerosas com freqüência, mas que há uma vigilância natural do sistema imunológico a identificar prontamente e a Destruir estas células, impedindo-lhes a proliferação e subseqüente formação dos tumores.

Para esses pesquisadores, nos casos de câncer vamos encontrar uma incompetência desse sistema na identificação daquelas células alteradas, relacionando o fato aos distúrbios emocionais. Segundo eles, os hormônios de estresse que são produzidos nos estados de raiva e de ressentimento, quando se mantêm por tempo prolongado seriam os responsáveis pela falha imunológica.

Estudando a personalidade de pacientes que desenvolvem câncer eles concluem: “Uma inclinação a guardar ressentimentos e uma marcada incapacidade para o perdão são a característica psicológica-chave das pessoas com tendência ao câncer.”

Obviamente nem todas as pessoas que são acomet idas por essas enfermidades estarão enquadradas no referido perfil psicológico, assim como nem todas que o apresentam, desenvolverão a doença, pois é preciso levar em consideração os outros fatores, inclusive à predisposição orgânica que, como já visto, herdamos de nós mesmo, através do perispírito, pela lei biológica da reencarnação.

Sobre esses estudos com a emoção, também encontramos referência no livro já citado do Dr. Geraldo José Ballone, Da Emoção à Lesão: “Sabe-se que no sangue as células (linfócitos) chamadas de ´naturais killers´ - NK, têm a função de vigiar a existência de qualquer célula anômala e proporcionar a sua pronta destruição. Essa tarefa que os linfócitos executam do nascimento até a morte é chamada vigilância imunológica. (...)

Se eles não ‘perceberem’ a existência de células realmente anômalas, poderão negligenciar sua tarefa de vigilância imunológica. Nesse caso aparece o câncer.

E sobre a personal idade com tendência a desenvolver cânceres: “Os oncologistas conceituaram e delinearam uma Personalidade Tipo C, onde o risco maior seria para o câncer. (...) Nesse tipo de personalidade haveria (...): supressão das emoções e tendência à raiva (...).”.

Texto extraido do Livro Valor Terapeutico do Perdão escrito por Francisco Cajazeiras (Professor Universitário e Médico).


Escrito por Bete às 20h32
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Casimiro Cunha

AVANTE  IRMÃOS  

Amigos, enquanto o mundo se despedaça no mal, procuremos no Evangelho a luz espiritual. 

Façamos do Espiritismo com Jesus no coração

A bússola da verdade em nossa religião. 

Há tropeços no caminho, perseguições, morte, cruz?

Em meio da tempestade, guardai a paz de Jesus. 

Pela ofensa, pelo espinho, jamais odieis ninguém, que em nossa doutrina amada resplandeça o sol do bem.

 Em toda luta na Terra, lembrai-vos, amigos meus, que sois servos do Evangelho, em nome do amor de Deus.

   Do Livro Coletânea do Além. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

 

 
Obsessor
Muitos me chamam de obsessor,
Mas ninguém me vê como um irmão...
Que necessita de amor,
Carinho, respeito e atenção...

Se faço o mal é por desconhecer
A Lei de Deus e a Sua Paz
Não sou diferente de você
Somos todos iguais...

De tudo não sou o culpado
Cada um tem a sua responsabilidade
Se nós caminhamos lado a lado
É uma questão de afinidade!

Para eu sair da escuridão
Peço esclarecimento e luz
Preciso da tua oração
Interceda por mim junto a Jesus!

Carlo Augusto Sobrinho



Escrito por Bete às 06h41
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TAREFA   ABENÇOADA

 

Bezerra de Menezes

 

É o trabalho espiritual a que te dedicas.

Dentro dele, sempre o melhor.

Não permitas que as tuas imperfeições empanem a brilho das tarefas sob a tua responsabilidade.

Apaga-te quanto possas, para que a Luz do Senhor resplandeça.

Anula-te, para que o Cristo consiga viver por ti e em ti.

Não tenhas outra aspiração que não seja a de cumprir com os teus deveres, em louvor do ideal que abraçaste.

Sê a palavra de bom ânimo aos companheiros desalentados, o amigo que compreende e auxilia sem nada exigir.

As boas obras reclamam a perseverança dos que a elas se entregam.

Porfia no Bem de todos e a vida se te fará um caminho de luz.

Nunca desconsideres ninguém.

Lembra-te de que toda tarefa de amor, para se firmar entre os homens, não dispensa o concurso sábio do tempo.

Ainda hoje, o Cristo prossegue lutando pela edificação do Reino Divino na Terra.

Ante incompreensões, serve mais.

Ante críticas, silencia.

Sofrendo, ora e espera por Deus.

A oportunidade que desfrutas agora no serviço do Evangelho, nas bênçãos da Doutrina Espírita, é a melhor de todas as que já tiveste para escalar os degraus da redenção.

 

Livro: Palavras da Coragem – Editora: Ideal – SP-

Médium: Francisco Cândido Xavier

 

fala  contigo

Eros

 

Quando as nuvens do sofrimento

Invadirem teu céu mental,

Não desfaças a sombra em trovões e coriscos,

Fulminando corações em derredor...

Poderias aniquilar

Muitos germes da fé,

Muitas flores tenras da esperança.

 

Buscar o refúgio do silêncio e medita...

E quando a serenidade acolher-te em seu manto.

Fala contigo mesmo,

Conversa com a tua própria ira,

Pões diante dos olhos sua figura sombria,

Dize-lhe que talvez teu irmão

Sinta fome de pão ou sede de carinho

Sem que ninguém lhe conheça o heroísmo abscuro!

Talvez esteja exausto

À procura das oportunidades que te sorriem desde muito.

Incapaz de suportar, por mais tempo, as lutas que lhe parecem intermináveis...

Possivelmente,

Não iniciou a existência com os recursos felizes de teu começo

E viverá revoltado, entre os espinhos da ignorância.

Quem sabe?

Dize à tua cólera.

Que o pobrezinho é desfavorecido e infeliz,

Provavelmente, nunca recebeu

Um beijo de mãe, um carinho de esposa, a ternura de um filho,

Um abraço  de irmão, o aeto de um amigo,

Talvez

Esteja perseuido em si mesmo

Pelos demônios da inconformação!

 

Comunica-lhe tuas impressões fraternais no grande silêncio...

Tua cólera ouvirá, chorando de dor

E as lágrimas benditas

Lavar-lhe-ão a túnica negra

Que resplandecerá de alvura e de beleza...

 

Em seguida,

Voltará ao teu coração,

Plenamente transformada.

Deixará seus tíulos, seus direitos e honrarias,

Esquecerá toda ofensa, toda injúria, toda dor...

Mudará o próprio nome

E chamar-se-á Compreensão,

Compreensão gloriosa e sublime,

Filha de Deus,

Irmã da Humanidade e Serva da Natureza,

Para a Vida Imortal...

 

Livro “Coletânea do Além” Psicografia de Chico Xavier – Autores Diversos

 

 

 


Escrito por Bete às 06h20
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COMO  CONHECER  OS  ESPÍRITAS 

Emmanuel 

Sendo o Espiritismo, antes de tudo, uma filosofia Religiosa, como conhecer os verdadeiros espíritas?

É justamente dentro da sua bandeira imortalista, demonstrando ao homem que a sua vida não está circunscrita à existência fragmentária da Terra, que o Espiritismo oferece à Humanidade o que possui de mais sublime e mais puro, em sua feição filosófica e doutrinária.

As suas próprias expressões fenomênicas não objetivam outro desiderato que não fosse esse de espalhar as sementes benditas da crença e da esperança. Refundindo os vossos antigos conhecimentos, com respeito aos problemas profundos da vida e do ser, descerra um panorama infinitamente maravilhoso à vossa visão espiritual, integrando-vos no amor ao dever, em suas expressões mais sagradas, compelindo-vos ao progresso moral para a redenção futura. As atividades do homem, portanto, são reformadas ao sopro de suas lições divinas, renovando-se os caracteres, enobrecendo-se as ações dos indivíduos, quando a consciência, de fato, lhe apreende a sublimidade do ensinamento.

Somente poderemos conhecer os espiritistas pela transformação benéfica que procuram impor a si mesmos, em contacto com as lições do Alto que lhes são incessantemente ministradas. Os entendedores legítimos da doutrina não são aqueles que se apaixonam nos círculos esterilizadores das palavras da polêmica mas justamente os que se saturam da tolerância e da serenidade evangélicas, cooperando com o seu esforço para que as leis fraternas da caridade cristã sejam devidamente compreendidas e postas em prática.

Estes últimos, considerados "aqueles de boa vontade" aos quais se refere o Evangelho em suas lições divinas, ignoram se há dogmas e princípios religiosos separando os espíritos na Terra; todos os homens são seus irmãos, necessitados de sua amizade e de seu carinho. E, fechando os olhos para os erros alheios, fazem da existência terrena um apostolado sublime de humildade, caridade e perdão.

 

Do Livro Coletânea do Além. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

 

LEMBRANÇA  FRATERNAL  AOS  ENFERMOS 

Emmanuel 

 Queres o restabelecimento da saúde do corpo e isso é justo.

Mas atende ao que te lembra um amigo que já se vestiu de vários corpos e compreendeu, depois de longas lutas, a necessidade da saúde espiritual.

A tarefa humana já representa, por si, uma oportunidade de reerguimento aos espíritos enfermos. Lembra-te, pois, que tua alma está doente e precisa curar-se sob os cuidados de Jesus, o nosso Grande Médico.

Nunca pensaste que o Evangelho é uma receita geral para a humanidade sofredora?

É muito importante combater as moléstias do corpo; mas, ninguém conseguirá eliminar os efeitos quando as causas permanecem.

Usa os remédios humanos, porém, inclina-te para Jesus e renova-te, espiritualmente, nas lições de Seu amor. Recorda que Lázaro, não obstante voltar do sepulcro, em sua carne, pela poderosa influência do Cristo, teve de entregar seu corpo ao túmulo, mais tarde. O Mestre chamava-o a novo ensejo de iluminação da alma imperecível, mas não ao absurdo privilégio da carne imutável.

         Não somos as células orgânicas que se agrupam, a nosso serviço, quando necessitamos da experiência terrestre. Somos espíritos imortais e esses microorganismos são naturalmente intoxicados , quando os viciamos ou aviltamos, em nossa condição de rebeldia ou de inferioridade.

         Os estados mórbidos são reflexos ou resultantes de nossa vibrações mais íntimas.

Não trates a doença com pavor e desequilíbrio das emoções. Cada uma tem sua linguagem silenciosa e se faz acompanhar de

    finalidades especiais.

A hepatite, a indigestão, a gastralgia, o resfriado, são ótimos avisos contra o abuso e a indiferença. Por que preferes bebidas excitantes, quando sabes que a água é a boa companheira, que lava os piores detritos humanos? Por que o excesso dos frios no verão e a demasia de calor nos tempos de inverno? Acaso ignoras que o equilíbrio é filho da sobriedade? O próprio irracional tem uma lição de simples impulso, satisfazendo-se com a sombra das árvores na secura do estio e com a benção do sol nas manhãs hibernais. Pela tua inconformação e indisciplina, desordenas o fígado, estraga os órgãos respiratórios, aborreces o estômago. Observamos, assim, que essas doenças-avisos se verificam por causas de ordem moral. Quando as advertências não prevalecem, surgem as úlceras, as congestões, as nefrites, os reumatismos, as obstruções, as enxaquecas. Por não se conformar o homem, com os desígnios do Pai que criou as leis da natureza como regulamentos naturais para sua casa terrestre, submete as células que o servem ao desregramento, velha causa de nossas ruínas.

E que dizermos da sífilis e do alcoolismo procurados além do próprio abuso?

Entretanto, no capítulo das enfermidades que buscam a criatura, necessitamos considerar que cada uma tem sua função justa e definida.

         As moléstias dificilmente curáveis, como a tuberculose, a lepra, a cegueira, a paralisia, a loucura, o câncer, são escoadouros das imperfeições . A epidemia é uma provação coletiva, sem que essa afirmativa, no entanto, dispense o homem do esforço para o saneamento e higiene de sua habitação. Há dores íntimas, ocultas ao público, que são aguilhões salvadores para a existência inteira. As enfermidades oriundas dos acidentes imprevistos são resgates justos. Os aleijões são parte integrante das tabelas expiatórias. A moléstia hereditária assinala a luta merecida.

Vemos, portanto, que a doença, quando não seja a advertência das células queixosas do tirânico senhor que a domina, é a mensageira amiga convidando a meditações necessárias.

Desejas a cura; é natural; mas precisas tratar-te a ti mesmo pra que possas remediar ao teu corpo. Nos pensamentos ansiosos, recorre ao exemplo de Jesus. Não nos consta que o Mestre estivesse algum dia de cama; todavia, sabemos que ele esteve na cruz. Obedece, pois a Deus e não te rebele contra os aguilhões. Socorre-te do médico do mundo ou de teu irmão do plano espiritual, mas não exijas milagres, que esses benfeitores da Terra e do céu não podem fazer. Só Deus te pode dar acréscimo de misericórdia, quando te esforçares por compreendê-lo.

 Não deixes de atender às necessidades de teus órgãos materiais que constituem a tua vestimenta no mundo; mas, lembra-te do problema fundamental que é a posse da saúde para a vida eterna. Cumpre teus deveres, repara como te alimentas, busca prever antes de remediar e, pelas muitas experiências dolorosas que já vivi no mundo terrestre, recorda comigo aquelas sábias palavras do Senhor ao paralítico de Jerusalém:

“Eis que já estás são; não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior.”

 

Do Livro Coletânea do Além. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

 

 



Escrito por Bete às 06h12
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Mediunidade Mental 

 Orson Peter Carrara-Matão-SP

 

Recolhimento interior facilita intercâmbio

      Allan Kardec publicou em sua Revista Espírita (1), de março de 1866, com o título que igualmente utilizamos na presente abordagem, uma correspondência recebida da Argélia, à qual ele acrescenta seus sempre ponderados e bem fundamentados comentários. O assunto, inclusive, foi levado para debate na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas e ensejou que os espíritos transmitissem algumas instruções que ele igualmente publicou na mesma edição acima referida.

      Escreve o correspondente: "(...)Fico alguns instantes à espera, como depois de uma evocação. Então sinto a presença do espírito por uma impressão física e logo surge em meu pensamento uma imagem que me faz reconhecê-lo. Estabelece-se a conversa mental, como na comunicação intuitiva, e esse gênero de palestra tem algo de adoravelmente íntimo. Muitas vezes meu irmão e minha irmã encarnados me visitam, às vezes acompanhados por meu pai e minha mãe, do mundo dos Espíritos.(...)"

      E comenta o Codificador, com toda sua clareza: "Esta mediunidade, à qual damos o nome de mediunidade mental, certo não é adequada para convencer os incrédulos, porque nada tem de ostensivo, nem desses fatos que ferem os sentidos. É toda para a satisfação íntima de quem a possui. Mas também é preciso reconhecer que se presta muito à ilusão e que é o caso de desconfiar das aparências. Quanto à existência da faculdade, não se poderia pô-la em dúvida. Pensamos mesmo que deve ser a mais freqüente, porque é considerável o número das pessoas que, em vigília, sofrem a influência dos Espíritos e recebem a inspiração de um pensamento, que sentem não ser seu. A impressão agradável ou penosa que por vezes se sente à vista de alguém que se encontra pela primeira vez; o pressentimento da aproximação de uma pessoa; a penetração e a transmissão do pensamento são outros tantos efeitos devidos à mesma causa e que constituem uma espécie de mediunidade, que pode dizer-se universal, pois cada um lhe possui, ao menos, os rudimentos. Mas para experimentar seus efeitos marcantes é necessária uma aptidão especial, ou melhor, um grau de sensibilidade mais ou menos desenvolvido, conforme os indivíduos.(...)"

      Das instruções sobre o assunto, recebidas dos espíritos, encontramos quatro publicadas na Revista Espírita. A primeira delas está assinada pelo espírito H. Dozon (médium: Sr. Delanne) e apresenta os seguintes comentários: "É possível desenvolver o sentido espiritual, como diariamente se vê desenvolver-se uma aptidão por um trabalho constante. Ora, sabei que a comunicação do mundo incorpóreo com os vossos sentidos é constante; ela se dá a cada hora, a cada minuto, pela lei das relações espirituais. (...) Constantemente estão ao vosso lado; eles vos vigiam; vossos familiares vos inspiram, vos suscitam pensamentos, vos guiam; falam-vos e vos exortam; protegem os vossos trabalhos, ajudam-vos a elaborar os vossos desígnios, formados pela metade e os vossos sonhos ainda indecisos; anotam vossas boas resoluções, lutam quando lutais. (...) Oh! Não, jamais negueis vossa assistência diária; jamais negueis vossa mediunidade espiritual (...)"

      Já a segunda mensagem, assinada por um Espírito Protetor (Médium: Sra. Causse), traz o seguinte ensinamento: " Sim, esse gênero de comunicação espiritual é mesmo uma mediunidade, como, aliás, tendes ainda outros a constatar, no curso de vossos estudos espíritas. É uma espécie de estado cataléptico, muito agradável para quem o experimenta. Proporciona todas as alegrias da vida espiritual à alma prisioneira, que aí encontra um encanto indefinível, que gostaria de experimentar sempre. Mas é preciso voltar de qualquer modo. E semelhante ao prisioneiro ao qual permitem tomar ar num prado, a alma entra constrangida na célula humana. (...) Esta mediunidade existe no estado inconsciente em muitas pessoas. Sabeis que há sempre perto de vós um amigo sincero, sempre pronto a sustentar e a encorajar aquele cuja direção lhe é confiada pelo Todo-Poderoso. Não, meus amigos, esse apoio não vos faltará jamais; cabe-vos saber distinguir as boas inspirações entre todas as que se chocam no labirinto de vossas consciências. (...)"

      A terceira mensagem está assinada por São Luís (Médium: Sra. Delanne) e esclarece: "Já vos foi dito que a mediunidade se revelava por diferentes formas. A que vosso Presidente qualificou de mental está bem chamada. É o primeiro degrau da mediunidade vidente e falante. (...) enquanto que o médium mental pode, se for bem formado, dirigir perguntas e receber respostas, sem o intermediário da pena ou do lápis, mais facilmente que o médium intuitivo. Porque aqui o Espírito do médium, estando mais desprendido, é um intérprete mais fiel. Mas para isto é necessário um ardente desejo de ser útil, trabalhar em vista do bem com um sentimento puro, isento de todo pensamento de amor-próprio e de interesse. De todas as faculdades mediúnicas é mais sutil e a mais delicada: o menor sopro impuro basta para a manchar. Só nessas condições é que o médium mental obterá provas da realidade das comunicações. (...)"

      E, finalmente, a última mensagem, assinada por Luís de França (Médium: Sra. Breul), traz o seguinte ensinamento: "Seguramente, meus amigos, a mediunidade, que consiste em conversar com os Espíritos, como com pessoas que vivem a vida material, desenvolver-se-á mais, à medida que o desprendimento do Espírito se efetuar com mais facilidade, pelo hábito do recolhimento. Quanto mais avançados moralmente forem os Espíritos encarnados, maior será esta facilidade de comunicações.(...)"

      Ora, toda essa transcrição, com sua beleza textual e, ao mesmo tempo, fonte de tão amplos esclarecimentos, não tem outro objetivo senão destacar que estamos sempre amparados pela Bondade Divina através da presença carinhosa dos bons espíritos. E, igualmente, que podemos sim buscar a inspiração, a orientação superior, por nós mesmos, através do recolhimento mental e do aprimoramento moral que nos aproxima dos bons espíritos.

      Ninguém está desamparado, sozinho, abandonado. Estamos todos envoltos em vibrações de amor daqueles que nos acompanham e orientam do Plano Espiritual. Todavia, por nossa vez, temos o dever de nos aprimorarmos moral e intelectualmente, para que possamos, com mais clareza, captar as suaves e consoladoras instruções que sempre nos são transmitidas.

 

SERENIDADE

 

 

  Pessoas serenas podem caminhar numa sala cheia de gente sem criar nenhuma onda.

 

  Podem estar com uma ou centenas de pessoas permitindo que elas sintam-se completamente a salvas em sua companhia.

 

  Quando você tem serenidade interna, as pessoas percebem instintivamente que você não se chateia facilmente e que você saberá como lidar com as situações.

 

Pessoas serenas são uma benção porque ao invés de se preocuparem com assuntos pequenos da vida elas dão importância aos seres humanos. 

 

 

                                                                                          Brahma Kumaris



Escrito por Bete às 12h58
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MANIFESTAÇÕES  DE  FAMILIARES

 

     Francisco Cândido Xavier

 

As nossas tarefas da noite foram precedidas de solicitações e alegações de vários amigos visitantes que desejavam obter mensagens de familiares queridos, recentemente desencarnados. Diversas famílias a pedirem manifestações de ordem particular.

Feita a oração de início, O Livro dos Espíritos nos deu para estudo a questão 155, que suscitou em nosso agrupamento muitos comentários sobre o fenômeno da desencarnação e sobre as dificuldades naturais do intercâmbio entre os espíritos recém-desenfaixados do campo físico e os irmãos que ficaram em nosso plano de ação.

Ao término das tarefas doutrinárias, Emmanuel ofereceu à nossa reflexão a página Ante o Mais Além.

 

 

ANTE  O  MAIS  ALÉM

 Emmanuel

 

Anseias pela manifestação dos entes amados que te antecederam na grande viagem da desencarnação.

Pondera, entretanto, relativamente à presença deles no plano físico, onde te encontras ainda, e remonta os cuidados que te recebiam nos instantes de luta e sofrimento: medicação para a enfermidade e entendimento nas horas de crise.

Aqueles que se afiguram mortos estão vivos. E todos os teus pensamentos, com respeito a eles, alcançam-lhes o espírito com endereço exato.

*

Imagina uma pessoa em desequilíbrio emocional que gritasse em lágrimas ao telefone, rogando consolo e coragem ao ente amado na outra ponta do fio, hospitalizado para tratamento de reajuste, a exigir bastas vezes socorro mais intensivo.

Decerto que os responsáveis pelo doente, de um lado, e pelo outro, o enfermo, à distância, tudo fariam para adiar o encontro solicitado, considerando que aflição mais aflição somariam apenas desespero maior.

*

Diante dos seres queridos domiciliados no Mais Além, reflete, acima de tudo, na infinita bondade de Deus, que nos empresta as afeições uns dos outros por tempo determinado, a fim de aprendermos, através de comunhões e separações temporárias, a entesourar o amor indestrutível que nos reunirá, um dia, na felicidade sem adeus.

E enquanto perdure a distância, do ponto de vista físico, cultiva a saudade nas leiras do serviço ao próximo, qual se estivesse amparando e auxiliando a eles mesmos, tanto quanto efetuando em lugar deles tudo quanto desejariam fazer. Assim construirás, gradativamente, a ponte de intercâmbio pela qual virão ter espontaneamente contigo, de modo a compreenderes que berço e túmulo, existência e morte, são caminhos da evolução para a vida imortal.

 

TELEFONE MEDIÚNICO

 

Irmão Saulo

 

Uns não acreditam nas comunicações dos espíritos, outros acreditam demais e querem obtê-las com a facilidade de uma ligação telefônica. Nem tanto ao céu, nem tanto à terra! Se as comunicações entre as criaturas terrenas nem sempre são fáceis, que dizer das que se processam entre os espíritos e os homens? Muita gente procura o médium como se ele fosse uma espécie de cabina telefônica. Mas nem sempre o circuito está livre e muitas vezes o espírito chamado não pode atender.

Não há dúvida que estamos na época profetizada por Joel, em que as manifestações se intensificam por toda parte. Nem todos os espíritos, porém, estão em condições de comunicar-se com facilidade. Além desazo, a manifestação solicitada pode ser inconveniente no momento, tanto para o espírito quanto para o encarnado.

A morte é um fenômeno psicobiológico que ocorre de várias maneiras de acordo com as condições ídeo-emotivas de cada caso, envolvendo o que parte e os que ficam. A questão 155 de O Livro dos Espíritos explica de maneira clara a complexidade do processo de desencarnação. Alguns espíritos se libertam rapidamente do corpo, outros demoram a fazê-lo e isso retarda a sua possibilidade de comunicar-se.

Devemos lembrar ainda que os espíritos são criaturas livres e conscientes. Não estão ao sabor dos nossos caprichos e nenhum médium ou diretor de sessões tem o poder de fazê-los atender aos nossos chamados. Quando querem manifestar-se, eles o fazem espontaneamente, e não raro de maneira inesperada. Enganam-se os que pensam que podem dominá-los. Já ensinava Jesus, como vemos nos Evangelhos: o espírito sopra onde quer e ninguém sabe de onde vem nem para onde vai.

É natural que os familiares aflitos procurem obter a comunicação de um ente querido. Mas convém que se lembrem da necessidade de respeitar as leis que regem as condições do espírito na vida e na morte. O intercâmbio mediúnico é um ato de amor que só deve realizar-se quando conveniente para os dois lados. O Espiritismo nos ensina a respeitar a morte como respeitamos a vida, confiando nos desígnios de Deus. Só a misericórdia divina pode regular o diálogo entre os vivos da Terra e os vivos do Além. Façamos nossas preces em favor dos que partiram e esperemos em Deus a graça do reencontro que só Ele nos pode conceder.

Muitos religiosos condenam as comunicações mediúnicas, alegando que elas violam o mistério da morte e perturbam o repouso dos mortos. Esquecem--se de que os próprios espíritos de pessoas falecidas procuram comunicar-se com os vivos. Foi dessa procura de comunicação dos mortos, tão insistente no mundo inteiro, que se iniciaram de maneira natural as relações mediúnicas entre o mundo visível e o invisível. O conceito errôneo da morte, como aniquilamento ou transformação total da criatura humana, gera e sustenta essas formas de superstição. O Espiritismo, revivendo os fundamentos esquecidos do Cristianismo puro, mostra-nos que a comunicação mediúnica é lei da vida a nos libertar de erros e temores supersticiosos do passado.

 

Do livro Diálogo dos Vivos. Espíritos Diversos.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier e J. Herculano Pires. 

EVITANDO OBSESSÕES

Não deixe de sonhar, mas enfrente as suas realidades no cotidiano.
Reduza suas queixas ao mínimo, quando não possa dominá-las de todo.
Fale tranqüilizando a quem ouve.
Deixe que os outros vivam a existência deles, tanto quanto você deseja viver a existência que Deus lhe deu.
Não descreia do poder do trabalho.
Nunca admita que o bem possa ser praticado sem dificuldade.
Cultive a perseverança, na direção do melhor, jamais a teimosia em pontos de vista.
Aceite suas desilusões com realismo, extraindo delas o valor da experiência, sem perder tempo com lamentações improdutivas.
Convença-se de que você somente solucionará os seus problemas se não fugir deles.
Recorde que decepções, embaraços, desenganos e provações são marcos no caminho de todos e que, por isso mesmo, para evitar o próprio enfaixamento na obsessão o que importa não é o sofrimento que nos visite e sim a nossa reação pessoal diante dele.

(André Luiz, do livro "Paz e Renovação", Francisco Cândido Xavier)


DECÁLOGO DA DESOBSESSÃO

Não permita que ressentimento ou azedume lhe penetrem o coração.
Abençoe quantos lhe censuram a estrada sem criticar a ninguém.
Jamais obrigue essa ou aquela pessoa a lhe partilhar os pontos de vista.
Habitue-se a esperar pela realização dos seus ideais, trabalhando e construindo para o bem de todos.
Abstenha-se de sobrecarregar os seus problemas com o peso inútil da ansiedade.
Cesse todas as queixas ou procure reduzi-las ao mínimo.
Louve, - mas louve com sinceridade, - o merecimento dos outros.
Conserve o otimismo e o desprendimento da posse.
Nunca se sinta incapaz de estudar e de aprender, sejam quais forem as circunstâncias.
Esqueçamo-nos para servir.

(André Luiz, do livro "Paz e Renovação", Francisco Cândido Xavier)


PESSOA MENOS SUJEITA A OBSESSÃO

A pessoa menos obsedável...

Não espera milagres de felicidade, inacessíveis aos outros, mas se regozija pelo fato de viver com a possibilidade de trabalhar.
Ama sem exigências, aceitando as criaturas queridas como são, sem pedir-lhes certificados de grandeza.
Suporta dificuldades e provações, percebendo-lhes o valor.
Não adota cinismo e nem preconceito em seus padrões de vivência, conservando o equilíbrio nas atitudes e decisões, dentro do qual sabe ser útil, com tranqüilidade de consciência.
Estuda para discernir e não age impulsivamente, subordinando emoções ao critério do raciocínio.
É firme sem fanatismo e flexível sem covardia.
Acolhe as críticas, buscando aproveitá-las.
Não interfere nos negócios alheios, centralizando o próprio interesse no exercício das obrigações que a vida lhe assinalou.
Aprende a entesourar valiosas experiências, à custa dos próprios erros.
Não cultiva hipersensibilidade neurótica e, em conseqüência, se desliga com a maior facilidade de quaisquer influências perturbadoras, entrando, de maneira espontânea, no grande entendimento dos seres e das cousas, dentro do qual se faz tolerante e compassiva, afetuosa e desinteressada de recompensas para melhor compreender ávida e desfrutar-lhe os infinitos bens.

(André Luiz, do livro "Paz e Renovação", Francisco Cândido Xavier)



Escrito por Bete às 12h30
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SEJA VOLUNTÁRIO


Seja voluntário na evangelização infantil.
Não aguarde convite para contribuir em favor da Boa Nova no coração das crianças.
Auxilie a plantação do futuro.
Seja voluntário no culto do evangelho.
Não espere a participação de todos os companheiros do lar para iniciá-lo, se preciso, faça-o sozinho.
Seja voluntário no templo espírita.
Não aguarde ser eleito diretor para cooperar. Colabore sem impor condições, em algum setor, hoje mesmo.
Seja voluntário no estudo edificante.
Não espere que os outros lhe chamem a atenção. Estude por conta própria.
Seja voluntário na mediunidade.
Não aguarde o desenvolvimento mediúnico sistematicamente sentado à mesa das sessões. Procure a convivência dos Espíritos superiores, amparando os infelizes.
Seja voluntário na assistência social.
Não espere que lhe venham puxar o paletó, rogando auxílio. Busque os irmãos necessitados e ajude como puder.
Seja voluntário na propaganda libertadora.
Não aguarde riqueza para divulgar os princípios da fé. Dissemine, desde já, livros e publicações doutrinárias.
Seja voluntário na imprensa espírita.
Não espere de braços cruzados a cobrança da assinatura. Envie o seu concurso, ainda que modesto, dentro das suas possibilidades.
Sim meu amigo. Não se sinta realizado.
Cultive espontaneidade nas tarefas do bem.
“A sementeira é grande e os trabalhadores são poucos”.
Vivemos os tempos da renovação fundamental.
Atravessemos, portanto, em serviço o limiar da Era do Espírito!
Ressoam os clarins da convocação geral para as fileiras do Espiritismo.
Há mobilização de todos.
Cada qual pode servir a seu modo.
Aliste-se enquanto você se encontra válido.
Assuma iniciativa própria.
Apresente-se em alguma frente de atividade renovadora e sirva sem descansar.
Quase sempre, espírita sem serviço é alma a caminho de tenebrosos labirintos do Umbral.
Seja voluntário na seara de Jesus, Nosso mestre e Senhor!


Caibar Schutel


Escrito por Bete às 11h12
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          O Evangelho Segundo o Espiritismo deixa de ser fonte de meditação e oração e passa a ser um instrumento de aperfeiçoamento do indivíduo. É um guia insubstituível para a adaptação do homem às crescentes formas de vida. Refletindo sobre os seus conteúdos morais, o homem começa a evangelizar-se, ou seja, começa a criar novos hábitos e atitudes, a tornar operante a sua fé, a exercitar mais e mais vezes a paciência.
        Adquire, assim, uma nova postura com relação à vida e ao seu próximo, porque aprendeu que o único evangelho vivo é aquele em que os outros o observam.



Escrito por Bete às 13h56
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Nunca li nada tão claro à respeito do Espiritismo!!!!! 

Fonte: http://www.adde.org.br/Sessao.aspx?id=155
  
 
Partindo do princípio que o objetivo de todo jornalística ético e sensato é o de informar bem, com coerência, honestidade, dignidade e imparcialidade, preocupando-se sempre com o indispensável conhecimento da causa que leva a reportar, venho apresentar-lhes uma contribuição em cima de um assunto que muitos profissionais do jornalismo, embora bem intencionados, terminam cometendo equívocos lamentáveis, por uma inexplicável ignorância que compromete os seus nomes bem como o dos veículos por onde vinculam as suas matérias ou reportagens.
Falo com respeito ao assunto Espiritismo, tema este que invariavelmente é visto apenas no campo religioso, o que na verdade não é, e sobretudo, o que é mais lamentável, sempre enfocado com afirmativas de conceitos absurdos, oriundos do "achismo" e também de uma cultura criada na cabeça das pessoas, pela intolerância e a desonestidade religiosa.
Não objetivo aqui defender crença ou fé nenhuma, porque não é isto que está em questão. Só quero mesmo prestar contribuição ao gigantesco segmento honesto do jornalismo acerca de uma coisa, como ela realmente é, para que ele esteja melhor informado, sem a menor pretensão de querer fazer com que nenhum profissional o aceite, concorde com os seus postulados e, muito menos, se converta.
Vamos aos assuntos:
Espiritismo não é igreja
Em princípio corrijam a conceituação inicial: Espiritismo não é simplesmente religião. Ele não veio ao mundo com objetivo nenhum de ser religião. Trata-se de uma doutrina filosófica, com base calcada na racionalidade, na lógica e na razão, apenas com conseqüências religiosas, haja vista que os seus adeptos ficam livres da submissão a qualquer religião, por não serem obrigados a coisa nenhuma e nem serem proibidos de nada. Há centros espíritas que se portam como se fossem igrejas, mas isto é produto da concepção equivocada dos seus dirigentes, que ainda sentem a necessidade da rezação, em que pese o Espiritismo ser algo muito acima disto.
Não existe "Kardecismo", existe "Espiritismo"
O jornalista equivocado costuma utilizar-se da expressão "kardecismo" , para identificar algo que ele imagina ser uma "ramificação" do Espiritismo, achando que Espiritismo é um "montão de coisas" que existe por aí, quando na realidade não é.
A palavra "Espiritismo" foi criada, ou inventada, como queiram, pelo senhor Allan Kardec, exclusivamente, para denominar a doutrina nova que foi trazida ao mundo, por iniciativa de Espíritos, e que tem os seus postulados próprios.
Portanto, qualquer crença ou prática religiosa que utiliza-se da denominação "Espiritismo", fora desta que se enquadre nos seus postulados, está utilizando-se indevidamente de uma denominação, mergulhando no campo da fraude. Daí a verdade que o nome disto que vocês chamam de "kardecismo", verdadeiramente é "Espiritismo".
Apenas para clarear o campo de conhecimento dos que ainda têm dúvidas, em achar que Candomblé, Cartomancia, Necromancia, Umbanda e outras práticas espiritualistas é Espiritismo, vai aqui uma pequena tabela, exemplificando algumas práticas de alguns segmentos, para apreciação daqueles que consideram relevante o uso da inteligência e do bom senso, a fim de um discernimento mais coerente e responsável.



Escrito por Bete às 06h37
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Veja quem adota e quem não adota o quê.
 
Procedimento, prática ou ritual


 

 

Umbanda

Catolicismo

Espiritismo


1

Uso de altares

Sim

Sim

Não


2

Uso de imagens

Sim

Sim

Não


3

Uso de velas

Sim

Sim

Não


4

Uso de incensos e defumações

Sim

Sim

Não


5

Vestimentas e paramentos especiais

Sim

Sim

Não


6

Obrigações aos seus praticantes

Sim

Sim

Não


7

Proibições aos seus praticantes

Sim

Sim

Não


8

Ajoelhar-se, sentar-se e levantar-se em seus cultos

Sim

Sim

Não


9

Bebidas alcoólicas em seus cultos

Sim

Sim

Não


10

Sacerdócio organizado

Sim

Sim

Não


11

Sacramentos

Sim

Sim

Não


12

Casamentos religioso e batizados

Sim

Sim

Não


13

Amuletos, patuás, escapulários e penduricalhos

Sim

Sim

Não


14

Hinos e cantarolas nos cultos

Sim

Sim

Não


15

Crença na existência de satanás

Sim

Sim

Não


 
Como pode, então, um profissional que tem a obrigação de estar bem informado, poder afirmar que Espiritismo e Umbanda são a mesma coisa? Não seria mais coerente dizer que tem mais semelhanças com o Catolicismo, embora não seja também a mesma coisa?
O espírita não tem a menor pretensão de diminuir ou desvalorizar o adepto da Umbanda que, por sua vez, tem também a sua denominação própria que é Umbanda, e não Espiritismo, apenas quer deixar claro que Espiritismo é Espiritismo e Umbanda é Umbanda, assim como Catolicismo é Catolicismo, Protestantismo é Protestantismo.
A afirmativa que alguns fazem, em dizer que tudo é a mesma coisa, com a diferença de que na Umbanda se reúnem negros e pobres e no tal "Kardecismo" se reúnem o que chamam de elites, é extremamente leviana, desonesta e irresponsável. O Espiritismo não faz qualquer discriminação de raças, cor ou padrão social, já que em seu movimento existem inúmeros negros, mulatos, brancos e de todas as etnias.
Allan Kardec não inventou o Espiritismo
Allan Kardec não inventou, ou criou, Espiritismo nenhum. A proposta veio de Espíritos, através de manifestações espontâneas, consideradas como fenômenos, na época, e ele, que nada tinha a ver com aquilo, foi convidado por alguns amigos para examinar e analisar os tais fenômenos, em suas casas, oportunidade em que foi convidado, pelos Espíritos, pela sua condição de pedagogo e educador criterioso, a organizar aqueles ensinamentos em livros e disponibilizar para a humanidade.
Ele foi tão honesto e consciente de que a obra não era de sua autoria, que evitou colocar o seu nome famoso na Europa antiga (Denizard Rivail) como autor dos livros e preferiu utilizar-se de um pseudônimo. É bom que se saiba que o tal professor Rivail era autor famoso de livros didáticos e que tudo o que aparecia com seu nome vendia muito, não apenas na França como em toda a Europa..
Atentem para o detalhe: Os Espíritos optaram por um pedagogo, um professor, e não por um padre, um religioso, o que nos convida a entender que o Espiritismo é escola e não igreja..
Sobre a reencarnação
Não é patrimônio exclusivo do Espiritismo e não foi inventada pelo Espiritismo, posto que é algo conhecido pela maior parte da humanidade, por milênios, muito antes do Espiritismo, que tem apenas 151 anos de idade.
O espírita, depois de estudar a reencarnação, não crê na reencarnação, ele passa a SABER a reencarnação, o que é diferente. Exemplificando: Você crê que a Lua existe ou você sabe que ela existe? Afinal, você pode vê-la e comprovar, inclusive cientificamente? É isto aí.
Portanto a afirmativa de que os espíritas crêem na reencarnação é infantil e sem sentido.
Sobre a mediunidade
Também não é patrimônio exclusivo e nem foi inventada pelo Espiritismo. É uma faculdade humana normal e independe de crença religiosa, já que a pessoa pode possuí-la, com maior ou menor intensidade, acredite ou não. O Espiritismo apenas se dispõe a estudá-la, educar e disciplinar as pessoas que a possuem, para que o seu uso possa ser benéfico a elas e aos outros, absolutamente dentro dos elementares padrões de moralidade. Segundo os postulados espíritas ela não deve ser comercializada, nunca, e deve ser utilizada gratuitamente; todavia é praticada comercialmente em alguns lugares do mundo, por pessoas que são médiuns, inclusive honestas, mas nada sabem sobre Espiritismo, numa comprovação de que ela existe fora do meio espírita.
Qualquer afirmativa do tipo que "alguém tem mediunidade e precisa desenvolver" é vinda de pessoas inconseqüentes, mesmo algumas que se auto rotulam espíritas, posto que o Espiritismo propõe que a faculdade deve ser educada e não desenvolvida.



Escrito por Bete às 06h36
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Sobre o caráter do centro espírita
É um local que deve atuar como escola e não como igreja . A sua proposta é de estudos, sobretudo da matéria que trata da reforma íntima das pessoas, dando ciência do papel de cada um de nós na terra, da nossa razão de existir enquanto criaturas úteis ao nosso próximo, esclarecimento da nossa condição espiritual no presente e no futuro e, principalmente, a nossa conduta moral.
Recomenda a prática da Caridade, sim, mas de forma ampla no sentido de orientar e informar aos outros sobre os meios de libertações dos conflitos, das amarguras, das incompreensões e do sofrimento em si e não esse entendimento estreito de que Caridade se resume apenas a dar prato de sopa ou roupas usadas para pobres, para qualificar o doador como bonzinho.
Adota Jesus, sim, inclusive como o maior modelo e guia que temos para seguir, concebendo o seu Evangelho como a bula coerente a nos conduzir, e não como sendo ele o próprio Deus.
Enfim. O centro espírita é um local de estudo e não de rezação.
Sobre quem é reencarnação de quem
Recentemente vimos um jornalista afirmar, nas páginas da VEJA, que os espíritas juram que Fulano é reencarnação de Ciclano, o que se constitui em um absurdo. Em princípio espírita não adota jura nenhuma. Segundo, que não consta da atividade espírita a preocupação de quem é reencarnação de quem, uma vez que esta discussão é irrelevante, não tem razão nenhuma, não acrescenta absolutamente nada na proposta espírita para a criatura humana, em que pese alguns espíritas, apenas alguns, (nem todos entendem bem a proposta da doutrina) se ocuparem com esse tipo de discussão.
Falar em quem é ou talvez possa ser reencarnação de quem, é conversa amena de momentos de descontração de espíritas, apenas em nível de curiosidade ou especulação, jamais tema de estudo sério da casa espírita.
Ainda que possa existir, em alguns locais de estudos mais profundos e pesquisas espíritas, interesses em trabalhar as questões da reencarnação, os estudiosos apenas sugerem que fulano possa ser a reencarnação de alguém, mas nunca afirmam, apesar de evidências marcantes e inquestionáveis, quando a condução da pesquisa é séria e criteriosa.
Quem anda dizendo que é a reencarnação de reis, de rainhas e de personagens poderosas do passado não são os espíritas , são apenas alguns bobos que estão no Espiritismo sem consciência do seu papel..
Apologia ao sofrimento
Matérias de revistas e jornais, dentro deste equívoco que nos referimos, chegaram a afirmar, diversas vezes, que o Espiritismo ensina as pessoas a serem acomodadas em relação ao sofrimento e até chegarem a dizer que o sofrimento é bom.
Não condiz com o coerente ensinamento do Espiritismo. Se algum espírita chega a dizer isto, certamente é vítima do masoquismo e, provavelmente, deve praticar um ritual em sua casa, quando, talvez uma vez por semana, colocar a mão sobre uma mesa e dar uma martelada em seu dedo.
Sofrimento não é condição fundamental para a evolução de ninguém, embora entendemos que, ao passar por ele, muitas pessoas terminam acordando para a realidade da vida e mudando de conduta, sobretudo no campo do orgulho, do egoísmo e da presunção.
Mesa branca
Não existe espiritismo mesa branca, alto espiritismo, baixo espiritismo ou qualquer ramificação do Espiritismo, que é um só. O hábito de forrar mesas com toalhas de cor branca, na maioria dos centros espíritas, nada mais é que um hábito de alguns espíritas, de certa forma até equivocados também, uns talvez achando que a cor branca da toalha ou das roupas das pessoas tem algum significado virtuoso, quando na verdade não existe esta orientação no Espiritismo. Muito pelo contrário, seria preferível utilizar toalhas (por que tem sempre que ter toalhas nas mesas?) de outras cores, posto que tecidos em cor branca tem maior facilidade de sujar.
Portanto a citação de "espiritismo mesa branca" é mais uma expressão da ignorância popular, o que não se admite nos jornalistas.
Terapia de vidas passadas
Não é procedimento espírita, em que pese ser recomendável em alguns casos, porém em consultórios de profissionais especializados, geralmente psicólogos ou médicos. É fato, existe, é comprovado, tem resultados cientificamente respaldados, mas não é prática espírita.
Cromoterapia, piramidologia etc...
Se alguém usa uma dessas práticas no espaço físico de uma casa espírita, é por pura deliberação da direção da casa, que se considera livre para fazer o que quiser, até mesmo dar aulas de arte culinária, corte e costura, curso de inglês, informática ou o que quiser, que são atividades úteis, sem dúvidas. Mas não tem a ver diretamente com o Espiritismo.
Sucessor de Chico Xavier
Isto nunca existiu no Espiritismo, em que pese vários jornalistas terem colocado em matérias diversas, quando o Chico Xavier "morreu", e ainda repetem, talvez querendo estabelecer alguma comparação do Espiritismo (que vêem apenas como religião) com a Igreja Católica, que tem sucessores dos papas, quando morrem. Chico Xavier nunca foi uma espécie de papa, de cardeal ou de qualquer autoridade eclesiástica dentro do movimento espírita.
Divaldo Pereira Franco nunca foi sucessor do Chico, nunca teve essa pretensão, ninguém no movimento espírita fala nisto, que é coisa apenas de páginas de revistas desinformadas sobre o que verdadeiramente é o Espiritismo.
A sua relação com a Ciência
Faz parte da formação espírita a seguinte recomendação: "Se algum dia a Ciência comprovar que o Espiritismo está errado em algum ponto, cumpre aos espíritas abandonarem imediatamente o ponto equivocado e seguirem a orientação da Ciência" .
Mas isto não quer dizer que o que afirma determinadas criaturas, como o padre Quevedo, que se apresenta presunçosamente como cientista, deva ser entendido como Ciência, já que ele não é unanimidade e nem ao menos aceito pela maioria dos cientistas coisa nenhuma. Ele é padre, nada mais do que padre, com um tipo de postura que não aceita nem pela maioria do seio católico, quanto mais pelo científico.
Não é à pseudo-ciência ou a opiniões pessoais de um ou outro elemento, que se diz de Ciência, que o Espiritismo se submete, com esta recomendação, é a Ciência, como um todo, em descobertas inquestionáveis.
Até agora a Ciência não conseguiu apontar e muito menos comprovar erro em um ensinamento espírita, sequer.
Se alguém exige, por exemplo, querer provas por parte dos que afirmam que existe vida fora da Terra, por questão de bom senso deve ter também provas de que não existe. Será que tem?
Medicina e Espiritualidade
Alguns médicos, tradicionalmente, sempre afirmaram que os problemas de saúde das pessoas nada tem a ver com problemas espirituais, porque estes se resumem a crendices. Hoje existe um curso de "Medicina e Espiritualidade" , oficial, dentro da USP (Universidade de São Paulo), a maior Universidade do País, onde são estudados estes questionamentos que alguns continuam a dizer que são crendices. Em nível de informação, sugerimos que os jornalistas se interessem em reportar sobre este assunto, sem que vá aqui a menor intenção de querer converter ninguém. Não se trata de questão religiosa, trata-se de questão científica. Para melhor informação, as aulas deste curso podem ser vistas no site:
www.redevisao.net . O telefone da Pineal Mind, onde são ministradas as aulas, é                (11) 3209-5531  (11) 3209-5531          (11) 3209-5531 e o e-mail é faleconosco@uniespirito..com.br onde poderão ser obtidas maiores informações sobre o curso. Toda sexta-feira, às 19 horas, tem aula ao vivo, pelo site, numa webtv.
Diante de todo o exposto sugerimos que os grandes veículos de comunicação de massa, obviamente comprometidos com a credibilidade dos seus nomes, repassem estes esclarecimentos aos seus profissionais de jornalismo, não necessariamente para que eles sejam simpáticos à idéia espírita, já que ninguém é obrigado a aceitar coisa nenhuma, mas para, pelo menos, não comprometerem as suas honorabilidades dizendo mentiras, leviandades e até se expondo ao ridículo reportando sobre um assunto que não entendem.

Leia mais:
http://www.espiritismo.org/oqueeo.htm



Escrito por Bete às 06h35
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Estudos:

Alimento EspiritualEstudando a MediunidadeMatrimônio e Divórcio
Alma e DesencarnaçãoEquilíbrio e PreceMecanismos da Mente
Alma e FluidosEvolução da PalavraMediunidade Curativa 
Alma e ReencarnaçãoEvolução do AmorMediunidade e Vida 
Apresentação dos DesencarnadosEvolução e CérebroNosso Lar
Aura HumanaEvolução e DestinoObsessão
A Oração ColetivaEvolução no TempoPsicofonia Consciente 
Centros VitaisEvolução e SexoPredisposições Mórbidas
Cérebro e EnergiaFluido CósmicoReencarnação e Evolução
Conduta AfetivaGenealogia do EspíritoSeparação entre Cônjuges Espirituais
Corpo EspiritualGestação FrustradaSexo e Corpo Espiritual
Corpo FísicoGrandeza da OraçãoSimbiose Espiritual
Correntes MentaisHereditariedadeUmbral
DesdobramentoInvasão MicrobianaVampirismo Espiritual
Desencarnação do EspíritoJustiça na EspiritualidadeVida na Espiritualidade
Desencarnação na Infância  Lei do Campo MentalVida Social dos Desencarnados
DesobsessãoLinguagem dos DesencarnadosZonas Purgatoriais


Escrito por Bete às 07h25
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http://www.transicao.tv.br/

 



Escrito por Bete às 17h42
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por Flávio Pontes

O que acontece quando pensamos?

    Assim como as formas-pensamento, as Ondas Mentais são um produto do nosso pensamento mas, ao invés de serem a fotografia deste, são a vibração que exteriorizamos no ato contínuo do pensamento.

           

          Mente

           

              A freqüência dessa vibração pode ser alta ou baixa a depender somente do teor daquilo que estamos pensando.
                Um exemplo corriqueiro é quando encontramos algum irmão precisando de um auxílio no caminho do trabalho mas estamos atrasados. É muito comum chegarmos a ter vontade em auxiliar o nosso irmão por um instante, mas logo nos lembramos que estamos atrasados para o trabalho e acabamos esquecendo dele e caímos nos pensamentos ligados à nossa rotina diária.
                  Nesse exemplo, nossas ondas mentais oscilaram em faixas mais altas no momento em que pensamos no auxílio ao próximo e caiu de novo às baixas freqüências do interesse pessoal.
                    Como pudemos perceber, os pensamentos elevados correspondem às altas frequências enquanto os pensamentos inferiores correspondem às baixas. É importante frisar que o pensamento será elevado ou inferior, nunca neutro.
                      Nossa mente, assim, funciona como um rádio-transmissor, enviando e recebendo na mesma freqüência os pensamentos. Quando nossas ondas mentais entram em contato com outras ondas de mesma freqüência ocorre a sintonia e, por conseguinte, a influência.
                        Essa é uma técnica muito comum que os espíritos inferiores usam para nos infelicitar. Eles aproveitam um momento nosso de pensamentos inferiores e sintonizam conosco e, a partir daí, ficam enviando pensamentos cada vez mais inferiores com o objetivo de nos manter nas freqüências em que eles estagiam e assim dominar o nosso pensamento.
                          O objetivo deles é sempre alcançar as nossas ondas mentais. Então, se não estamos com a freqüência baixa, eles arrumam um jeito de nós mesmos baixarmos. Por exemplo: chegamos em casa depois de um dia de trabalho no Bem no centro espírita. Ainda nos encontramos no “clima” da atividade, relembrando os momentos e tudo o mais. Os espíritos querem nos acessar, mas por estarmos em freqüências diferentes, eles só podem nos influenciar fluidicamente. O nosso vizinho que teve um dia difícil, acabou se perturbando e criou caso porque estacionamos o carro na calçada dele. Os espíritos, sabendo dos nossos defeitos, envolvem mentalmente esse vizinho para que ele venha até nós e comece uma discussão.
                            Nós temos duas opções: elevamos o pensamento, compreendendo a perturbação alheia ou respondemos com a raiva, com a irritação e com todo aquele pacote inferior que conhecemos e baixamos a nossa freqüência vibratória. Quando buscamos o sentimento bom por aqueles que nos agridem seja qual for a forma, nos ligamos com os bons espíritos e a presença destes acaba por inibir a ação dos contrários. Mas, se invigilantes, abrimos brechas no pensamento e no sentimento, sintonizamos rapidamente com espíritos que sofrem ou fazem sofrer. No caso citado, sintonizaremos com espíritos que desejam a nossa derrocada moral.
                              Fica claro, assim, que o fator determinante para nos mantermos em alta ou baixa frequência vibratória é o nosso livre-arbítrio. Escolheremos “dar ouvidos” àqueles que desejam destruir a nós e ao nosso próximo ou aos que nos amam e desejam que, como eles, possamos fruir da verdadeira felicidade?
                                Esta é a pergunta crucial das nossas existências. Que escolhamos sabiamente.
                                  Muita paz a todos!
                                    por Flávio Pontes

                                     

                                     

                                     



                                    Escrito por Bete às 21h56
                                    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




                                    O Evangelho Segundo o Espiritismo
                                    http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/es/index.html



                                    O Livro dos Espíritos
                                    http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/le/index.html
                                     

                                     No Orkut: Comunidade Espíritas de Passos

                                    http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=19599970

                                     

                                    Ótimos textos de Jorge  Hessen:

                                    http://jorgehessen.net/

                                    Cadastro de Centros Espíritas

                                    http://www.nucleopazeamor.org.br/centro s.htm
                                     

                                    Herculano Pires
                                    http://www.fundacaoherculanopires.org.br/downloads.asp?categoria=livros&CodSecaoPai=15

                                    Coleção Espiritismo
                                    http://www.ebookcult.com.br/acervo/subcat.php?subcat=col001000



                                    Livros digitalizados

                                    http://www.espiritismogi.com.br/livrosd.htm

                                    http://autoresespiritasclassicos.com/Livros%20Espiritas%20Gratis/Livros%20Espiritas%20Gratis.htm

                                    http://www.cenl.com.br/livrosdownload/principal.htm

                                    http://www.projetoespirita.com.br/livros.php


                                    http://www.ebookcult.com.br/acervo/livro.php?L=875&cat=col001000  

                                    http://www.ulissesbatista.com.br/index.php/cPath/22?osCsid=20fbb78b62ca0b79cab656498d801d67

                                    http://www.consciesp.com.br/p1a.htm

                                    http://www.espirito.org.br/portal/download/doc/index.html

                                    http://www.batuiranet.com.br/v2/pageview.php?area_df=Downloads&id=84   

                                    http://www.pedagogiaespirita.org/biblioteca/biblioteca.htm

                                    http://www.scribd.com/search?previous_query=espirita+chico+xavier+ideias+ilustra%C3%A7%C3%B5es&query=espirita+chico+xavier+&commit=Search&adult=0&per_page=20&format_type=0

                                    Estudo dos livros de André Luís:

                                    http://www.cvdee.org.br/est_nl.asp

                                    http://www.institutoandreluiz.org/nossolar.html

                                    Estudo de outros livros da Doutrina:

                                    http://www.cvdee.org.br/sl_salas.asp

                                     Biografias Espíritas:

                                    http://www.espiritismogi.com.br/biografias.htm 

                                     Vídeos interessantes sobre Ciência e Espiritualidade:

                                    http://www.ceu-uniao.org.br/tv/

                                    Palestras Espíritas Assuntos Diversos

                                     

                                     

                                     

                                    Conheça os Programas:


                                    http://www.videosespiritas.com/programa s.html

                                    http://www.tvpaz.net/0001/

                                     

                                     



                                    Escrito por Bete às 21h55
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                                    Temas Diversos

                                    Temas Diversos

                                    Passes e Passistas - Seminário

                                    Passes e Passistas - Dúvidas e Perguntas

                                    O Passe Magnético e seus Limites

                                    Anotações sobre o passe

                                    O magnetismo como recurso terapêutico
                                    nos processos obsessivos

                                    A mediunidade e seus cuidados

                                    A primeira necessidade do médium

                                    A doutrinação e seus métodos

                                    Doutrinação de Espíritos

                                    Objetivos da doutrinação e seus métodos

                                    Obsessão e Loucura

                                    Loucura e obsessão (texto e questões objetivas)

                                    Alcoolismo e Obsessão

                                    Obsessão - Profilaxia e Tratamento

                                    A escravidão no Brasil vista pela ótica espírita

                                    A escravidão no Brasil na visão de J. Raul Teixeira

                                    A abolição da escravatura na visão de Princesa Izabel

                                    A desencarnação não é igual para todas as pessoas

                                    A questão sexual segundo a Doutrina

                                    Aborto e Espiritismo

                                    Controle de natalidade e obstáculos a reprodução

                                    Aliança da Ciência e da Religião

                                    Allan Kardec e a codificação do Espiritismo

                                    Estudo sobre Casamento e Divórcio

                                    O Centro Espírita e sua dimensão espiritual

                                    Como surgiram as semanas espíritas no Brasil

                                    Cremação e doação de orgãos

                                    Decálogo da Reforma Moral

                                    Erros da Bíblia e de Roustaing segundo Milton O'Reilly

                                    O roustainguismo e seus problemas

                                    Espírito de Eurípedes ou simplesmente Espírito Eurípedes

                                    Evangelização da criança, razões e finalidades

                                    Experiências psíquicas além da Cortina de Ferro

                                    Homeopatia (entrevista com Javier Salvador Gamarra)

                                    Homossexualismo, uma visão espírita

                                    Homossexualismo - Será possível mudar de orientação sexual

                                    Jesus e o Terceiro Milênio

                                    Leis do trabalho e de reprodução (texto-base)

                                    Mistificação - o que é e como preveni-la

                                    O Espírito de Verdade e sua identidade jamais revelada

                                    O mundo de regeneração está longe

                                    Oração segundo o Espiritismo

                                    Os filhos não são realizações fortuitas

                                    Pecados capitais segundo o Espiritismo

                                    Planejamento familiar

                                    Povoamento da Terra

                                    Programação reencarnatória

                                    Visão espírita da assistência social



                                    Escrito por Bete às 21h46
                                    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




                                    EXAMINEMOS A NÓS MESMOS

                                    (André Luíz)
                                    L - Questão 919
                                    *
                                    O dever do espírita-cristão é tornar-se progressivamente melhor.
                                    *
                                    Útil, assim, verificar, de quando em quando, com rigoroso exame pessoal, a nossa verdadeira situação íntima.
                                    *
                                    Espírita que não progride durante três anos sucessivos permanece estacionário.
                                    *
                                    Testa a paciência própria: - Estás mais calmo, afável e compreensivo?
                                    *
                                    Inquire as tuas relações na experiência doméstica:
                                    *
                                    - Conquistaste mais alto clima de paz dentro de casa?
                                    *
                                    Investiga as atividades que te competem no templo doutrinário: - Colaboras com mais euforia na seara do Senhor?
                                    *
                                    Observa-te nas manifestações perante os amigos: - Trazes o Evangelho mais vivo nas atitudes?
                                    *
                                    Reflete em tua capacidade de sacrifício: - Notas em ti mesmo mais ampla disposição de servir voluntariamente?
                                    *
                                    Pesquisa o próprio desapego: - Andas um pouco mais livre do anseio de influência e de posses terrestres?
                                    *
                                    Usas mais intensamente os pronomes "nos", "nosso" e "nossa" e menos os determinativos "eu", "meu" e "minha"?
                                    *
                                    Teus instantes de tristeza ou de cólera surda, às vezes tão conhecidos somente por ti, estão presentemente mais raros?
                                    *
                                    Diminuíram-te os pequenos remorsos ocultos no recesso da alma?
                                    *
                                    Dissipaste antigos desafetos e aversões?
                                    *
                                    Superastes os lapsos crônicos de desatenção e negligência?
                                    *
                                    Estudas mais profundamente a Doutrina que professas?
                                    *
                                    Entendes melhor a função da dor?
                                    *
                                    Ainda cultivas alguma discreta desavença?
                                    *
                                    Auxilias aos necessitados com mais abnegação?
                                    *
                                    Tens orado realmente?
                                    *
                                    Teus idéias evoluíram?
                                    *
                                    Tua fé raciocinada consolidou-se com mais segurança?
                                    *
                                    Tens o verbo mais indulgente, os braços mais ativos e as mãos mais abençoadoras?
                                    *
                                    Evangelho é alegria no coração: - Estás, de fato,mais alegre e feliz intimamente, nestes três últimos anos?
                                    *
                                    Tudo caminha! Tudo evolui! Confiramos o nosso rendimento individual com o Cristo!

                                    Sopesa a existência hoje, espontaneamente, em regime de paz, para que te não vejas na obrigação de sopesá-la amanhã sob o impacto da dor.
                                    *
                                    Não te iludas! Um dia que se foi é mais uma cota de responsabilidade, mais um passo rumo à Vida Espiritual, mais uma oportunidade valorizada ou perdida.
                                    *
                                    Interroga a consciência quanto à utilidade que vens dando ao tempo, à saúde e aos ensejos de fazer o bem que desfrutas na vida diária.
                                    *
                                    Faze isso agora, enquanto te vales do corpo humano, com a possibilidade de reconsiderar diretrizes e desfazer enganos facilmente, pois, quando passares para o lado de cá, muita vez, já será mais difícil...

                                     

                                    O que mais sofremos no mundo...


                                    Não é a dificuldade. É o desânimo em superá-la.

                                    Não é a provação. É o desespero diante do sofrimento.
                                    Não é a doença. É o pavor de recebê-la.
                                    Não é o parente infeliz. É a mágoa de tê-lo na equipe familiar.
                                    Não é o fracasso. É a teimosia de não reconhecer os próprios erros.
                                    Não é a ingratidão. É a incapacidade de amar sem egoísmo.
                                    Não é a própria pequenez. É a revolta contra a superioridade dos outros.
                                    Não é a injúria. É o orgulho ferido.
                                    Não é a tentação. É a volúpia de experimentar - lhes os alvitres.
                                    Não é a velhice do corpo. É a paixão pelas aparências.
                                    Como é fácil de perceber, na solução de qualquer problema, o pior problema é a carga de aflição que criamos, desenvolvemos e sustentamos contra nós.

                                    Francisco Cândido Xavier

                                    Ditado pelo Espírito Albino Teixeira.

                                    VIDA VERDADEIRA

                                    Emmanuel

                                    Não podes modificar o mundo na medida dos próprios anseios, mas
                                    podes mudar a ti próprio.

                                    Aprende a ganhar simpatia, sabendo perder.

                                    Ouvindo sempre mais e falando um tanto menos, conseguirás numerosos
                                    recursos que te favorecem a própria renovação.

                                    Não reclames. Restaura.

                                    Nem grites. Auxilia.

                                    Asserena-te e serve.

                                    Crê, trabalha e confia.

                                    Não acuses ninguém.

                                    A Justiça vê tudo.

                                    Provações aparecem?

                                    Silencia e trabalha.

                                    Carência de recursos.

                                    Deus nos supre de forças.

                                    Plantando a felicidade dos outros, encontraremos a nossa própria
                                    felicidade.

                                    Procuremos a vida, descerrando nosso coração ao trabalho incessante
                                    do Bem Infinito ...

                                    Porque, na realidade, só aquele que aprende e ama, renovando-se
                                    incessantemente, consegue superar os níveis inferiores da treva,
                                    subindo, vitorioso, ao encontro da Vida Verdadeira com a eterna
                                    libertação.

                                    (De "Caminho Iluminado", de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito
                                    Emmanuel)

                                    Seja Você Mesmo

                                     (Madre Tereza de Calcutá)

                                    Dê sempre o melhor...
                                    E o melhor virá.


                                    Às vezes as pessoas são egocêntricas,
                                    Ilógicas e insensatas...
                                    Perdoe-as assim mesmo.


                                    Se você é gentil, as pessoas podem
                                    Acusá-lo de egoísta e interesseiro...
                                    Seja gentil assim mesmo.


                                    Se você é um vencedor, terá alguns
                                    Falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros...
                                    Vença assim mesmo.


                                    Se você é honesto e franco,
                                    As pessoas podem enganá-lo...
                                    Seja honesto e franco assim mesmo.


                                    O que você levou anos para construir,
                                    Alguém pode destruir de uma hora para outra...
                                    Construa assim mesmo.


                                    Se você tem paz e é feliz,
                                    As pessoas podem sentir inveja...
                                    Seja feliz assim mesmo.


                                    O bem que você faz hoje
                                    Pode ser esquecido amanhã...
                                    Faça o bem assim mesmo.


                                    Dê ao mundo o melhor de você,
                                    Mas isso pode nunca ser o bastante...
                                    Dê o melhor assim mesmo.


                                    E veja você que, no final das contas,
                                    É entre você e Deus...

                                    NUNCA SERA ENTRE VOCÊ E ELES!

                                     



                                    Escrito por Bete às 18h54
                                    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




                                     

                                    NÃO SE MORRE

                                     

                                    Não se morre; morrer, meus amigos, é renascer,

                                    É se atirar alegre em um mundo mais belo.

                                    É sondar o destino, é aprender e conhecer

                                    Os segredos que, no mundo, nos vela o túmulo.

                                     

                                    É corrigir em nós as taras do Ser Velho,

                                    Por um mundo melhor criar o homem novo,

                                    É subitamente ver no Além, em uma viva pintura,

                                    Todos os nossos entes queridos aparecer.

                                     

                                    Visto que o céu, para nós e para eles se entreabriu,

                                    E o maior espetáculo à nossa alma é ofertado,

                                    Bendigamos os Espíritos que nos estendem a mão.

                                     

                                    Da voz e do aceno com que nos convidam então,

                                    Que todos os nossos corações palpitem em uníssono,

                                    Conduzindo-nos a Deus pelo mais seguro caminho.

                                    NO CORREIO AFETIVO 

                                    Você, meu caro, assevera que se vê fatigado consigo mesmo.

                                    As imperfeições, as nossas velhas imperfeições!...

                                    Diz você que acaba de ler um volume edificante e articula promessas de melhoria, ouve uma preleção nobre e reafirma votos de elevação... Horas depois da expectativa brilhante, ei-lo que se estira no erro ou na negação de tudo o que assegurou a si próprio em matéria de burilamento moral. Em seguida, a exagerada noção de inferioridade pessoal, as idéias de culpa e, com isso, os sofrimentos íntimos e as aflições vazias.

                                    O tempo que poderia despender em atividades úteis se lhe foge das mãos, inaproveitado.

                                    E você pergunta o porquê de semelhante antagonismo. De um lado, a santidade do intento; de outro, a impossibilidade da execução.

                                    Entretanto, meu amigo, esse conflito nos pertence a todos, a todos nós, os espíritos em evolução e acrisolamento no regaço maternal da Terra, - desde milênios.

                                    Contra o pingo de esforço que sustentamos a favor do auto-aperfeiçoamento, surpreendemos o caudaloso rio de nossos impulsos instintivos que nos arrastam para a animalidade de que somos egressos.

                                    A necessidade de paciência até mesmo conosco se nos patenteia, no clima da vivência comum, em qualquer parte. Paciência de repetir pequeninos gestos de tolerância e diminutas renunciações, hora por hora, dia por dia, manejando incessantemente o buril da disciplina sobre a pedra de nossas qualidades virtuais, de modo a nela esculpir a individualidade que aspiramos a ser.

                                    Creia que isso ocorre à maioria das criaturas em estágio educativo no Planeta, estejam ou não vinculadas à carteira do corpo físico. Escalamos o monte da sublimação, a passo e passo, muita vez de coração agoniado e pés sangrentos.

                                    A nosso ver, não padecem guerra íntima unicamente aqueles que se anestesiam, de maneira temporária, em superioridade falsa, acreditando-se realizadas em paraísos de ilusão, copiando a convicção das crianças que se admitem habitando castelos em suas construções de papel ou de areia.

                                    Essa terrível disparidade entre o que ainda somos e o que devemos ser é peculiar a todas as criaturas que despertam para as exigências da ascensão espiritual. O próprio Paulo de Tarso, refletindo sobre semelhante problema, declara no versículo 19 do capítulo 7, de sua Epístola aos Romanos: "Não faço o bem que desejo; contudo, o mal que não quero, esse faço".

                                    A propósito, no entanto, confortemo-nos com a certeza de que, apalpando as nossas chagas morais, formamos mais seguro conhecimento de nós mesmos, o que é muito importante.

                                    Conta-se que Israel ben Eliezer, apelidado por Baal Shem-Toy, nome comumente abreviado por Besht, renomado pensador judaico do século XVIII, foi procurado por certo devoto, que a ele se queixou, amargamente confessando:

                                    - Mestre, que será de mim? Entreguei-me fervorosamente ao serviço do Senhor, por longos anos, e, depois de tanto tempo, reconheço hoje que não melhorei... Continuo a ser um homem imperfeito e ignorante...

                                    O Besht, porém, sorriu e respondeu, compassivo:

                                    - Se chegaste, meu filho, a compreender que és imperfeito e ignorante, isto representa, por sí só, um progresso admirável.

                                    Reflitamos, desse modo, em nossas fraquezas, sem autocondenação. Não adianta cobrirnos de cinzas, ao verificar nossas faltas. Vale enfrentá-las e corrigi-las à custa de nossa própria retificação.

                                    Que somos espíritos endividados, perante as Leis Divinas, é uma realidade, e que precisamos servir ao próximo com esquecimento de nós mesmos, para dissipar as trevas do egoísmo que ainda nos envolvem a alma, é nossa obrigação. Observando, assim, com o escalpelo do raciocínio próprio, as deficiências e desequilíbrios que ainda nos pesam no ser, estamos naturalmente curando nossa multimilenária cegueira de espírito e, com isso, meu caro, já nos cabe render graças a Deus.

                                                Estante da Vida- Chico Xavier/Irmão X

                                    Livros pessoais do Chico.

                                    Respeito e Educação 

                                    Numa de suas parábolas, o Mestre Jesus colocou: "... bem aventurados os brandos e pacíficos....". Nos dias atuais, poder-se-ia parafrasear: "... bem aventurados os respeitosos e educados...".
                                     
                                    Na verdade, as duas frases, em se analisando a sociedade atual, refletem uma grande necessidade: a do respeito e a educação no trato com os semelhantes.
                                     
                                    Infelizmente, o egoísmo, o egocentrismo e a prepotência têm prevalecido nas relações societárias. Parece mesmo que o mau proceder se espalha e se insinua cada vez mais.
                                     
                                    Vemos comportamentos agressivos e desrespeitosos, no trânsito, na rua, no trabalho, na escola, nos ambientes públicos e, mesmo no lar. Sem sombra de dúvida, isso reflete a falta de educação, entendida aqui como o respeito ao semelhante e a natureza.
                                     
                                    Desde o berço, passando pela educação familiar e a educação formal (escolar) e chegando ao comportamento diário, está se deixando de lado a educação para o respeito ao próximo e a seus direitos.
                                     
                                    É preciso que se reflita que a falta de educação, no sentido em que aqui está sendo exposta, significa principalmente e acima de tudo, falta de amor. Quem não respeita seu semelhante, efetivamente não o ama, e vice-versa.
                                     
                                    Fica fácil perceber, por correlação direta, que educar é ensinar a amar, no caso ensinar-se o amor ao semelhante e a natureza.
                                     
                                    Pode-se reverter a falta de respeito e educação? Claro que sim. Isso é uma necessidade para que a Sociedade efetivamente evolua e cresça.
                                     
                                    E o caminho é o da educação, entendida agora como a facilitação do aprendizado, para que as pessoas, em especial os jovens, incorporem na prática diária o respeito e o amor ao próximo e a natureza.
                                     
                                    Essa educação inicia-se e consolida-se em casa, através dos pais, a quem cabe dar limites, orientações e, principalmente, exemplificação. Essa educação deve ser exigida, incentivada e também exemplificada na Escola, em todas as suas etapas e níveis, adequando-se a Legislação para permitir uma maior disciplina, mas também qualificando os Educadores para tal. Essa educação deve ser "cobrada" de si mesmo pela Sociedade, num mecanismo de auto-fiscalização, onde o mau proceder seja denunciado e coibido, e o bem proceder valorizado e elogiado, pelas pessoas, pelos grupos organizados, pela Imprensa e todas as formas de mídia de comunicação. Essa educação passa pelas Religiões, que devem deixar de um pouco de lado o rito e o simbolismo e valorizar a vivência diária, que é onde a Criação Divina se manifesta, nas pessoas e na natureza.
                                     
                                    Enfim, é necessário que nos decidamos, como Sociedade e até como Humanidade, por efetivamente buscar a educação, em todos os seus sentidos.
                                     
                                    Eduquemo-nos a sermos educados. Em todos os lugares. Em todos os momentos. 

                                    Carlos Augusto Parchen

                                     

                                     

                                     Essa foto foi tirada em Uberaba, na casa do inesquecível Chico Xavier



                                    Escrito por bete-js às 08h49
                                    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




                                                            

                                      RECEITA CONTRA O EGOÍSMO

                                    1 – Procure esquecer o lado escuro da personalidade do próximo.


                                    2 – Aprenda a ouvir com calma os longos apontamentos do seu irmão, sem o impulso de interromper-lhe a palavra.

                                    3 – Olvide a ilusão de que seus parentes são as melhores pessoas do mundo e de que a sua casa deve merecer privilégios especiais.

                                    4 – Não dispute a paternidade das idéias proveitosas, ainda mesmo que hajam atravessado o seu pensamento, de vez que a autoria de todos os serviços de elevação pertencem, em seus alicerces, a Jesus, nosso Mestre e Senhor.

                                    5 – Não cultive referências à sua própria pessoa, para que a vaidade não faça ninho em seu coração.

                                    6 – Escute com serenidade e silêncio as observações ásperas ou amargas dos seus superiores hierárquicos e auxilie, com calma e bondade, aos companheiros ou subalternos, quando estiverem tocados pela nuvem da perturbação.

                                    7 – Receba com carinho as pessoas neurastênicas ou desarvoradas, vacinando o seu fígado e a sua cabeça contra a intemperança mental.

                                    8 – Abandone a toda espécie de crítica, compreendendo que você poderia estar no banco da reprovação.

                                    9 – Habitue-se a respeitar as criaturas que adotem pontos de vista diferentes dos seus e que elegeram um gênero de felicidade diversa da sua, para viverem na Terra com o necessário equilíbrio.

                                    10 – Honre a caridade em sua própria casa, ajudando, em primeiro lugar, aos seus próprios familiares, através do Rigoroso desempenho de suas obrigações, para que você esteja realmente habilitado a servir ao Mundo e à Humanidade, hoje e sempre.

                                    Marcas do Caminho - André Luiz/Francisco Cândido Xavier
                                     
                                     

                                                                               Esclarecimento

                                     

                                              Muitos companheiros solici­tam orientação do Céu para a vitória nas provas da Terra, mas, em verdade, não necessitamos tanto de novos roteiros es­clarecedores e sim de ação mais intensiva na obra edificante do bem.

                                     

                                              O caminho é o mundo... Mundo-escola e mundo-oficina, em que valiosas oportunidades felici­tam a alma, fielmente interessada na própria elevação.

                                     

                                    Não nos detenhamos na expectativa dos que adoram o Senhor, sem qual­quer esforço para servi-lo. Ele próprio le­gou-nos, com a Boa Nova, o mapa lu­minoso para a romagem na Terra. 

                                     

                                    Libertemos a claridade que jaz en­clausurada em nossos corações e sigamos adiante.

                                      

                                    Há espinhos reclamando extinção.

                                    Feridas que pedem bálsamo.

                                    Aflições mendigando paz.

                                     

                                    Pedras à espera de braços amigos que as utilizem.

                                    Há mentes encarceradas na sombra, rogando luz.

                                     Há crianças abandonadas, implo­rando socorro para consolidar as bases em que recomeçam a vida nova.

                                    Quem estiver procurando a inspiração dos Anjos, não se esqueça dos lugares onde os anjos colaboram com o Céu, diminuindo o sofrimento e a ignorância na Terra. 

                                                                            

                                    Agir no bem é buscar a simpatia dos Espíritos Sábios e Benevolentes, encon­trando-a.

                                     

                                              Se Jesus não parou em contempla­ção inoperante, transitando no serviço ao próximo,

                                    da Manjedoura até a Cruz, ninguém aguarde a visitação dos Men­sageiros Divinos, paralisando

                                    as mãos na esperança sem trabalho

                                     e na fé sem obras.

                                              O aprimoramento da mediunidade e a espiritualização renovadora são problemas de boa vontade na decisão de trabalhar e na cooperação, porque somente buscando trazer o Céu ao mundo, pela nossa aplicação ao bem, é que descobriremos a estrada verdadeira que nos conduzirá efetivamente para os Céus.

                                     

                                     Mediunidade e Sintonia-Francisco Cândido Xavier/ Emmanuel

                                    AS ASAS DA LIBERTAÇÃO

                                     

                                     Se pretendes mergulhar nos fluidos superiores da Vida, desvendando os complexos mecanismos da existência, ora e medita.

                                    A prece levar-te-á ao norte seguro e a meditação fixar-te-á no centro das aspirações superiores, harmonizando-te.

                                    Se desejas permanecer em paz integral, consolidando as conquistas espirituais, renuncia e esquece todo o mal.

                                    A renúncia ensinar-te-á libertação das coisas e das conjunturas afligentes e o esquecimento de qualquer mal ser-te-á o pilotis para a libertação plena.

                                    Se planejas integração no bem, ampliando a visão do amor, trabalha e serve ao próximo.

                                    O trabalho enriquecer-te-á de valores inquestionáveis e o serviço da caridade ao próximo, proporcionar-te-á oportunidade de iluminação pessoal com doação de felicidade aos outros.

                                    Se queres a consciência tranqüila no teu processo de busca e de redenção, persevera e acompanha os que sofrem, não os deixando a sós.

                                    A perseverança no bem dar-te-á generosidade natural e a companhia ao lado dos infelizes far-te-á sábio pelas técnicas de amor que aprenderás a utilizar para o êxito no ministério.

                                    As duas primeiras linhas do comportamento podem ser a tua vertical de silencioso crescimento para Deus, na luta íntima, sem testemunhas, muitas vezes chorando e sofrendo, como se o solo da alma fosse rasgado para que se fixasse a trave em que te apóias e amparas.

                                    As duas atitudes outras são a linha horizontal da tua vivência espiritual e fraterna com as criaturas humanas do teu caminho.

                                    Já não é a busca em estrangulamento das paixões, mas a doação em sorrisos de alegria, distribuindo estímulos e coragem em nome do amor que reflete o Grande Amor.

                                    Uma cruz a tua vida!

                                    Nela, de braços abertos, tu te encontras.

                                    Já não há dor, nem aflição.

                                    Lentamente verás transformar-se a trave horizontal em asas de luz, e, livre, ascenderás na direção do Sublime Crucificado, que a todos nos aguarda em confiança de paz.

                                    pelo Espírito Joanna de Ângelis - Psicografia de Divaldo P. Franco - do Livro: Otimismo.


                                     

                                                               Tensão Emocional

                                    Não raro, encontramos, aqui e ali, os irmãos doentes por desajustes emocionais.

                                    Quase sempre, não caminham. Arrastam-se. Não dialogam. Cultuam a queixa e a lamentação.

                                    E provado está que na Terra, a tensão emocional da criatura encarnada se dilata com o tempo.

                                    Insegurança, conflito íntimo, frustração, tristeza, desânimo, cólera, inconformidade e apreensão, com outros estados negativos da alma, espancam sutilmente o corpo físico, abrindo campo a moléstia de etiologia obscura, à força de se repetirem constantemente, dilapidando o cosmo orgânico.

                                    Se conseguires aceitar a existência de Deus e a prática salutar dessa ou daquela religião em que mais te reconfortes, preserva-te contra semelhantes desequilíbrios.

                                    Começa, aceitando a própria vida, tal qual é, procurando melhora-la com paciência.

                                    Aprenda a estimar os outros, como se te apresentem, sem exigir-lhes mudanças imediatas.

                                    Dedica-te ao trabalho em que te sustentes, sem desprezar a pausa de repouso ou o entretenimento em que se te restaurem as energias.

                                    Serve ao próximo, tanto quanto puderes.

                                    Detém-te lado melhor das situações e das pessoas, esquecendo o que te pareça inconveniente ou desagradável.

                                    Não carregues ressentimentos.

                                    Cultiva a simplicidade, evitando a carga de complicações e de assuntos improdutivos que te furtem a paz.

                                    Admite o fracasso por lição proveitosa, quando o fracasso possa surgir.

                                    Tempera a conversão com o fermento da esperança e da alegria.

                                    Tanto quanto possível, não te faças problema para ninguém, empenhando-te a zelar por ti mesmo.

                                    Quando a lembrança do passado não contenha valores reais, olvida o que já se foi, usando o presente na edificação do futuro melhor.

                                    Se o inevitável acontece, aceita corajosamente as provas em vista, na certeza de que todas as criaturas atravessam ocasiões de amarguras e lágrimas.

                                    Oferece um sorriso de simpatia e bondade, seja a quem for.

                                    Quanto à morte do corpo, não penses nisso, guardando a convicção de que ninguém existiu no mundo sem a necessidade de enfrenta-la.

                                    E, trabalhando e servindo sempre, sem esperar outra recompensa que não seja a bênção da paz na consciência própria, nenhuma tensão emocional te criará desencanto ou doença, de vez que se cumpres o teu dever com sinceridade, quando te falte força Deus te sustentará e onde não possas fazer todo o bem que desejas realizar Deus fará sempre a parte mais importante.

                                    Psicografia Chico Xavier – pelo Espírito Emmanuel - do Livro “Companheiro”.

                                    Não poderia deixar de publicar aqui essa foto na casa do querido Chico Xavier, em 19/07/2008



                                    Escrito por bete-js às 13h08
                                    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




                                     Biografias Espíritas:

                                    http://www.espiritismogi.com.br/biografias.htm 

                                     Vídeos interessantes sobre Ciência e Espiritualidade:

                                    http://www.ceu-uniao.org.br/tv/


                                    Conheça os Programas:


                                    http://www.videosespiritas.com/programa s.html

                                    http://www.tvpaz.net/0001/

                                     

                                     

                                    Começar de Novo

                                    Erros passados, tristezas contraídas, lágrimas choradas, desajustes crônicos!...
                                    Às vezes, acreditas que todas as bênçãos jazem extintas, que todas as portas se mostram cerradas à necessária renovação!...
                                    Esqueces-te, porém, de que a própria sabedoria da vida determina que o dia se refaça cada manhã.

                                    Começar de novo é o processo da Natureza, desde a semente singela ao gigante solar...

                                    Se experimentaste o peso do desengano, nada te obriga a permanecer sob a corrente do desencanto. Reinicia a construção de teus ideais, em bases mais sólidas, e torna ao calor da experiência, a fim de acalentá-los em plenitude de forças novas.

                                    O fracasso visitou-nos em algum tenta-me de elevação, mas isso não é motivo para desgosto e auto piedade, porquanto, freqüentemente, o malogro de nossos anseios significa ordem do Alto para mudança de rumo, e começar de novo é o caminha para o êxito desejado.
                                    Temos sido desatentos, diante dos outros, cultivando indiferença ou ingratidão; no entanto, é perfeitamente possível refazer atitudes e começar de novo a plantação da simpatia, oferecendo bondade e compreensão àqueles que nos cercam.
                                    Teremos perdido afeições que supúnhamos inalteráveis; todavia, não será justo, por isso, que venhamos a cair em desânimo.

                                    O tempo nos permite começar de novo, na procura das nossas afinidades autênticas, aquelas afinidades suscetíveis de insuflar-nos coragem para suportar as provações do caminho e assegurar-nos o contentamento de viver.

                                    Desfaçamo-nos de pensamentos amargos, das cargas de angústia, dos ressentimentos que nos alcancem e das mágoas requentadas no peito! Descerremos as janelas da alma para que o sol do entendimento nos higienize e reaqueça a casa íntima.

                                    Tudo na vida pode ser começado de novo para que a lei do progresso e de aperfeiçoamento se cumpra em todas as direções.

                                    Efetivamente, em muitas ocasiões, quando desprezamos as oportunidades e tarefas que nos são concedidas na Obra do Senhor, voltamos tarde a fim de revisá-las e reassumi-las, mas nunca tarde demais!...

                                    EMMANUEL
                                    COMEÇAR DE NOVO

                                    (Do livro "Alma e Coração", Francisco Cândido Xavier)


                                    Cultive novos hábitos mentais e espirituais

                                     
                                    — Cultive diariamente a leitura do Evangelho e de obras espíritas; a mente se abastece e o
                                    pensamento se renova com mensagens edificantes e sentimentos nobres.

                                    — Dedique-se à oração e à meditação, para espiritualizar-se e manter-se em contato com
                                    o Criador.

                                    — Perdoe, sem exigências, buscando sintonizar-se com coisas mais agradáveis. Perdoar não
                                    significa continuar lado a lado com quem você não se afiniza: basta seguir seu caminho e
                                    deixar que o outro siga o dele.

                                    — Acredite em Deus, mantendo firme convicção na imortalidade da alma e na vida futura.
                                    Fortaleça sua fé por meio de atitudes corretas e consciência tranqüila.

                                    — Afaste-se dos ambientes que possam causar dependência física e/ou mental (bares,
                                    boates, salas de jogos).

                                    Dedique-se à prática de esportes e de atividades assistenciais e educativas. Sempre que
                                    possível, busque novos conhecimentos, profissionais ou de lazer, que trarão equilíbrio
                                    para a sua vida. Sem projeto ou roteiro, seguimos para lugar algum.

                                    — Uma vida simples, começa com desejos simples e o cumprimento de seus deveres:
                                    familiares, profissionais e cívicos.
                                     
                                     

                                     
                                    Bilhete Fraterno

                                    Meu amigo, prossigamos no trabalho, dia a dia,
                                    procurando com Jesus a verdadeira alegria.
                                    Se no caminho despontam problemas a resolver,
                                    perseveremos no bem cumprindo o nosso dever.
                                    A dor faz parte da vida...
                                    Ninguém vive sem lutar, mas é feliz quem já sabe
                                    esquecer e perdoar.
                                    Incompreensões? Dissabores?

                                    Não desistas de servir.
                                    Silencia e segue em frente na construção do porvir.
                                    Amanhã, após a noite, que a morte impõe aos teus passos,
                                    encontrarás, redivivo, o Cristo a estender-te os braços!

                                    Autor: Casimiro Cunha
                                    Psicografia de Chico Xavier. Do livro: Brilhe Vossa Luz 
                                     
                                     
                                    Oração Diante da Palavra
                                     
                                    Senhor!
                                    Deste-me a palavra por semente de luz.
                                    Não me permitas envolve-la na sombra que projeto.
                                    Ensina-me a falar para que se faca o melhor.
                                    Ajuda-me a lembrar o que deve ser dito e a lavar
                                    da memória tudo aquilo que a tua bondade espera
                                    se lance no esquecimento.
                                    Onde a irritação me procure
                                    induze-me ao silencio,e, onde lavre o incêndio
                                    da incompreensão ou do ódio, dá que eu pronuncie
                                    a frase calmante que possa apagar o fogo da ira.
                                    Em qualquer conversação, inspira-me o conceito
                                    certo que se ajuste á edificação do bem, no
                                    momento exato,e faze-me vigilante para que o
                                    mal não me use, em louvor da perturbação.
                                    Não me deixes emudecer, diante da verdade, mas 
                                    conserva-me em tua prudência, a fim de que eu 
                                    saiba dosar a verdade, em amor, para que a   
                                    compaixão e a esperança não esmorecam, junto de
                                    mim.
                                    Traze-me o coração ao raciocínio, sincero sem 
                                    aspereza, brando sem preguiça, fraterno sem
                                    exigência e deixa, Senhor, que a minha palavra 
                                    te obedeça a vontade, hoje e sempre.
                                    
                                                                   MEIMEI
                                    Oração do amanhecer 
                                    SENHOR

                                     

                                    No silêncio deste dia que amanhece, venho pedir-Te a paz,
                                     a sabedoria, a força.
                                      Quero olhar hoje o mundo com olhos cheios de amor,
                                    ser paciente, compreensivo,

                                     manso e prudente, ver além das aparências teus filhos

                                    como Tu mesmo os vês, e

                                    assim não ver senão o bem em cada um.
                                     Cerra meus ouvidos a toda calúnia.
                                    Guarda minha língua de toda maldade.
                                    Que só de bênçãos se encha meu espírito.
                                    Que eu seja tão bondoso e alegre, que todos quantos

                                    se chegarem a mim sintam

                                     a Tua presença.
                                      Reveste-me de Tua beleza, Senhor, e que no decurso

                                     deste dia, eu Te revele a todos.

                                     

                                    Irmão Anthony

                                               10 Maneiras de Erguer um Centro Espírita


                                    1. Compareça às reuniões, e, sempre que o fizer, chegue na hora.


                                    2. Se o tempo não estiver bom, vá assim mesmo.


                                    3. Quando solicitado a auxiliar, ofereça o melhor de si, sem dizer que o trabalho deve ser executado por esse ou aquele companheiro.


                                    4. Quando não assistir às reuniões, não critique o trabalho daqueles que compareceram.


                                    5. Sempre que convocado, aceite os postos de maior responsabilidade, e, caso não tenha sido ainda, não veja nisso motivo de melindre.


                                    6. Dê sincera importância à execução de suas tarefas, e, quando solicitado a prestação de contas, apresente-se com humildade.


                                    7. Quando chamado a opinar sobre assunto sério, fale no momento certo, porém, depois da reunião, não discuta com ninguém como deveria ter sido decidido, pois já não é tempo.


                                    8. Lute por fazer mais do que o “absolutamente necessário”, unindo-se àqueles que põem mãos à obra com toda a boa vontade e com todo o zelo em prol do êxito dos trabalhos, sentindo-se responsável e nunca imaginando a existência de uma “panelinha” querendo mandar e desmandar.


                                    9. Se novos colaboradores chegarem, auxilie-os na melhor compreensão do que seja o Centro Espírita.


                                    10. Na parte que lhe toca contribuir para pagamento dos compromissos materiais, financeiros, preste seu concurso regular e não espere ser lembrado para cooperar.


                                    Escrito por bete-js às 11h26
                                    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




                                     Salvação

                                     

                                            A idéia de salvação há muito ocupa o pensamento da Humanidade.
                                            Contudo, o conceito permanece indefinido.
                                            Afinal, em que consiste exatamente a salvação?
                                            Será um processo mágico que transmuda de repente um ser egoísta

                                    e falho em um anjo de amor e misericórdia?
                                            Os homens sempre têm buscado gurus e salvadores.
                                            Não no sentido de um mestre cujos exemplos devam ser imitados

                                    e os ensinamentos, seguidos.
                                            Mas sim como alguém que faça o trabalho duro.
                                            Há um certo gosto pelo maravilhoso, por soluções fáceis e rápidas.
                                            Conforme algumas concepções, basta crer em um Ser Superior para

                                     ser salvo ou redimido.
                                            Pela obra e graça de um terceiro, os problemas da criatura somem e

                                    ela se transporta a um mundo ideal.
                                            Aí, então, tudo é descanso e ócio.
                                            As fissuras morais desaparecem e não há mais dúvidas ou desafios.
                                            A rigor, nem se tem mais o mesmo ser, mas outro totalmente diferente,

                                    sem qualquer vínculo com o primeiro.
                                            Há quem confira a alguns ritos o poder de provocar essa surpreendente

                                    transformação.
                                            Entretanto, no âmbito cristão, não é possível olvidar o princípio evangélico

                                    que diz:
                                            A cada um segundo suas obras.
                                            No livro O Consolador, o Espírito Emmanuel, mediante a psicografia do médium

                                     Francisco Cândido Xavier, trata do tema.
                                            Segundo ele, a salvação da alma deve ser entendida como auto-iluminação,

                                     a caminho das mais elevadas realizações.
                                            Ou seja, o próprio ser se ilumina.
                                            Não se trata de mero aproveitamento do esforço de terceiro.
                                            Emmanuel afirma que o Evangelho é o roteiro para a ascensão de todos os

                                    Espíritos.
                                            Da vivência do Evangelho decorre a luz espiritual.

                                    Conclui-se que a salvação é o resultado de um trabalhoso processo de auto-iluminação.
                                            O candidato deve esforçar-se em seguir os exemplos e os ensinamentos do Cristo.
                                            Necessita abandonar tendências inferiores e vícios.
                                            Romper com velhos hábitos e assumir o compromisso de ser melhor a cada dia.
                                            Cessar com maledicência, pornografia, preguiça, desonestidade e tudo o mais

                                    que seja incompatível com o título de cristão.
                                            A salvação é um compromisso que o homem assume com sua consciência.
                                            É uma questão de maturidade, de assumir a responsabilidade pela própria

                                    existência imortal.
                                            Não há milagres e nem solução fácil.
                                            Um não faz o trabalho árduo pelo outro.
                                            A redenção é o resultado de muito esforço e disciplina.
                                            O ser surge redimido quando está pronto para a vivência da mais pura fraternidade.
                                            Quando realmente internalizou a idéia de que deve tratar o próximo como gostaria

                                     de ser tratado.
                                            Quando não mais se permite baixezas e deslealdades.
                                            Quando a dor do próximo toca fundo em seu coração.
                                            Ao redimir-se, o Espírito se liberta do mal.
                                            Por entender as dificuldades alheias, perdoa com facilidade e não permite que o mal

                                    do mundo o contamine.
                                            Por saber o quão difícil e trabalhoso é purificar-se, torna-se indulgente com as

                                    imperfeições alheias.
                                            E faz todo o bem possível, pois sente intensa compaixão pelos semelhantes.
                                            Tal estado d\'alma liberta o Espírito dos círculos do sofrimento e o habilita a

                                    vivências sublimes em mundos depurados.
                                            Esse é o significado da salvação.
                                            Pense nisso.

                                     

                                    Redação do Momento Espírita, com base na questão 225, do livro O consolador,

                                    do Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb

                                     



                                    Escrito por bete-js às 16h05
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                                    Decálogo da reforma moral

                                    1 - Faça um mergulho dentro da sua intimidade, para conhecer-se por dentro, relacionando os seus principais defeitos num caderno ou numa folha de papel.

                                    2 - Pratique o bem sem cessar, dedicando cada vez mais o maior empenho nas tarefas de auxílio ao próximo, certo de que a laborterapia é excelente recurso para a nossa saúde mental.

                                    3 - Ponha em Deus toda a sua confiança, utilizando a oração habitualmente ao acordar, ao recolher-se e às refeições.

                                    4 - Repila, com veemência, todas as sugestões inferiores, recorrendo, se preciso, ao seu protetor espiritual.

                                    5 - Não dê curso aos maus pensamentos, recordando que Jesus nos recomendou: “Vigiai e orai para não cairdes em tentação”.

                                    6 - Realize o culto cristão no lar, pelo menos uma vez por semana.

                                    7 - Utilize, sempre que se sentir enfraquecido moral ou organicamente, o passe e a água magnetizada.

                                    8 - Mantenha um programa permanente de leitura e estudos selecionados, para assegurar a elevação de sua alma e a clareza de suas idéias.

                                    9 - Faça uma reflexão diária sobre os atos de sua vida, efetuando periodicamente uma análise pormenorizada dos atos praticados e do cumprimento ou não do presente decálogo, ciente de que a elevação do padrão vibratório não é obra de alguns minutos ou de alguns dias.

                                    10 - Antes de qualquer ato, projeto, reação ou decisão, faça, intimamente, a você mesmo estas quatro perguntas e, se nas respostas encontradas ocorrer alguma negativa, abstenha-se de praticar o ato, a menos que você deseje que suas aflições do presente se estendam às existências futuras, constituindo um obstáculo à sua felicidade:

                                    - O que tenho em mente:
                                    * Agrada a Deus? (Mateus, 22:34 a 38)
                                    * Beneficia o meu próximo? (Mateus, 22:39 e 40)
                                    * Auxilia o progresso da comunidade? (L.E., 132 e Tiago, 2:17 a 2:26)
                                    * Convém ao meu futuro espiritual? (Paulo, 1a Epístola aos Coríntios, 6:12)

                                    Alternativa

                                    1 - Faça um projeto bem simples de reforma moral seguindo a sugestão dada por Jason de Camargo, em que devemos eleger alvos viáveis; por exemplo: o cultivo da bondade e a eliminação da mentira.

                                    2 - Assim, a partir da execução do projeto, busque eliminar a mentira em qualquer situação, adotando sempre a verdade nua e crua, sem utilizá-la para ferir pessoas mas dosando-a na medida das necessidades de um bom convívio familiar e social. De igual forma, procure praticar a bondade com todas as pessoas, vinte e quatro horas por dia: bondade no falar, bondade no ouvir, bondade no agir, bondade com os filhos, bondade com os netos, bondade com os colegas de trabalho, bondade no trânsito, bondade no lar, bondade na Casa espírita.

                                    3 - Semanalmente avalie a execução do projeto, solicitando o auxílio expresso de Deus, dos amigos espirituais e dos Espíritos familiares, para que ele seja realmente cumprido.

                                    4 - Lembre que não é importante destacar possíveis defeitos, mas, sim, ter em mente a meta projetada, que é abolir a mentira e cultivar a bondade.



                                    Escrito por bete-js às 08h05
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                                    ESPIRITISMO E VOCÊ

                                    "Tornar-se espírita é reencarnar-se moralmente, de novo, dentro da própria vida humana."


                                    Recentemente você teve os primeiros contatos com a Doutrina Espírita e agora se deslumbra com as novas perspectivas espirituais da existência.

                                    Ideais redentores,

                                    Conversações edificantes,

                                    Leitura nobre.

                                    Promissores ensejos de servir à fraternidade.

                                    Recorde, no entanto, os imperativos da disciplina, em todos os empreendimentos, para que a afoiteza não lhe crie frustrações.

                                    Tornar-se espírita não é santificar-se automaticamente, não significa privilégio e nem expressa cárcere interior.

                                    É oportunidade de libertação da alma, com responsabilidades maiores ante as Leis da Criação.

                                    É reencarnar-se moralmente, de novo, dentro da própria vida humana.

                                    Convicção espírita é galardão abençoado no aprendizado multimilenar da evolução.

                                    Desse modo, nem prevenção nem invigilância constituem caminhos para semelhante conquista.

                                    Urge sustentar perseverança e paciência na execução justa de todos os deveres.

                                    Evite arrancar abruptamente as raízes defeituosas, mas profundas, de suas atividades; empreenda qualquer renovação pouco a pouco.

                                    Contenha os ímpetos de defesa intempestiva das suas idéias novas; sedimente primeiro os próprios conhecimentos.

                                    Espiritismo é Claridade Eterna.

                                    Gradue a intensidade da luz que você vislumbrar para que seus olhos não sejam acometidos pela cegueira do fanatismo.

                                    Muitos irmãos nossos ainda se debatem nas lutas de subnivel, porque não se dispuseram a aceitar a realidade que você está aceitando, mas também, outros muitos palmilharam o lance da experiência que hoje você palmilha e nem por isso alcançaram êxitos maiores na batalha íntima e intransferível que travamos conosco, em vista da negligência a que ainda se afazem.

                                    Crença não nos exime da consciência.

                                    Acertar ou cair são problemas pessoais.

                                    Tudo depende de você.

                                    Quem persiste na ilusão, abraça a teimosia.

                                    Quanto mais se edifica a inteligência, mais se lhe acentua o prazer de servir.

                                    Obedeça, pois, ao chamamento do Senhor, emprestando boa-vontade ao engrandecimentos da redenção humana, através do trabalho ativo e incessante nos diversos setores em que se possa desenvolver a colaboração.

                                    Conserve-se encorajado e confiante.

                                    Alegria serena, em marcha uniforme, é a norma ideal para atingir-se a meta colimada.

                                    Eleve anseios e esperanças, tentando sublimar emoções e cometimentos.

                                    Acima de tudo, consolide no coração a certeza de que a revelação maior é aquela que preceitua o dever de procurar com Jesus a nossa libertação do mal e, em nosso próprio benefício, compreendamos a real posição do Mestre como Excelso Condutor de nosso mundo, em cujo infinito amor estamos construindo o Reino de Deus em nós.

                                     


                                    pelo Espírito André Luiz - psicografia de Chico Xavier, do livro O Espírito da Verdade.



                                    Escrito por bete-js às 07h20
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                                    CONSEQÜÊNCIAS DO PASSADO

                                    1- Como podemos compreender os resultados de nossas existências anteriores?
                                    Emmanuel - Para compreender os resultados das existências anteriores, baste que o homem observe as próprias tendências, oportunidades, lutas e provas.

                                    2 - Como entender, na essência, as dívidas ou vantagens que trazemos de existências passadas?
                                    Emmanuel - Estudos que efetuamos corretamente, ainda que terminados há longo tempo, asseguram-nos títulos profissionais respeitáveis. Faltas praticadas deixam azeda sucata de dores na consciência, pedindo reparação. Se plantarmos preciosa árvore, desde muito, é natural venhamos a surpreende-la, carregada de utilidades e frutos para os outros e para nós. Se nos empenhamos num débito, é justo suportemos a preocupação de pagar.

                                    3 - Qual a lição que as horas nos ensinam?
                                    Emmanuel - Meditemos a simples lição das horas. Comumente, durante a noite, o homem repousa e dorme; em sobrevindo a manhã, desperta e levanta-se com os bens ou com os males que haja procurado para si mesmo, no transcurso da véspera. Assim, a vida e a morte, na lei da reencarnação que rege o destino.

                                    4 - Qual a situação moral da alma no túmulo e no berço?
                                    Emmanuel - No túmulo, a alma, ainda vinculada ao crescimento evolutivo, entra na posse das alegrias e das dores que amontoou sobre a própria cabeça; no berço, acorda e retoma o arado da experiência, nos créditos que lhe cabe desenvolver e nos débitos que está compelida a resgatar.

                                    5 - Em síntese, onde permanece, espiritualmente, a criatura reencarnada?
                                    Emmanuel - Cada criatura reencarnada permanece nas derivantes de tudo o que fez consigo e com o próximo.

                                    6 - Qual a explicação lógica das enfermidades congênitas?
                                    Emmanuel - Os grandes delitos operam na alma; estados indefiníveis de angústia e choque, daí nascendo a explicação lógica das enfermidades congênitas, às vezes inabordáveis a qualquer tratamento.

                                    7 - O que ocorre aos suicidas nas vidas ulteriores?
                                    Emmanuel - Suicidas que estouraram o crânio ou que se entregaram a enforcamento, depois de prolongados suplícios, nas regiões purgatórias, freqüentemente, após diversos tentames frustrados de renascimento, readquirem o corpo de carne, mas, transportam nele as deficiências do corpo espiritual, cuja harmonia desajustaram. Nessa fase, exibem cérebros retardados ou moléstias nervosas obscuras.

                                    8 - E os protagonistas de tragédias passionais?
                                    Emmanuel - Protagonistas de tragédias passionais, violentas e obscuras, criminosos de guerra, aproveitadores de lutas civis, que manejam a desordem para acobertar interesses escusos; exploradores do sofrimento humano, caluniadores, empreiteiros do aborto e da devassidão e malfeitores outros, que a justiça do mundo não conseguiu cadastrar, voltam à reencarnação em tribulações compatíveis com os débitos que assumiram e, muitas vezes, junto das próprias vítimas, sob o mesmo teto, marcados por idênticos laços consangüíneos, tolerando-se mutuamente, até a solução dos enigmas que criaram contra si mesmos, atento ao reequilíbrio de que se vêem necessitados, ou sofrem a pena do resgate preciso em desastres dolorosos, integrando os quadros inquietantes dos acidentes em que se desdobra o resgate do Espírito reencarnado, seja nos transes individuais ou nas provações coletivas.

                                    9 - E aos cúmplices de erros e enganos?
                                    Emmanuel - As grandes dificuldades não caem exclusivamente sob os suicidas e homicidas comuns. Quantos se fizeram instrumentos diretos ou indiretos das resoluções infelizes que adotaram são impelidos a recebe-los nos próprios braços, ofertando-lhes o recinto doméstico por oficina de regeneração.

                                    10 - O que ocorre àqueles que provocaram o suicídio de alguém?
                                    Emmanuel - Se levianamente provocamos o suicídio de alguém, é possível que tenhamos esse mesmo alguém, muito em breve, na condição de um filho-problema ou de um familiar padecente; requisitando-nos auxílio, na medida das responsabilidades que assumimos na falência a que se arrojou.

                                    11 - Que acontece aos que impelem o próximo à falência moral?
                                    Emmanuel - Se instilamos viciação e criminalidade em companheiros do caminho, asfixiando-lhes as melhores esperanças na desencarnação prematura, é certo que se corporificarão, de novo, na Terra, ao nosso lado, a fim de que lhes prestamos concurso imprescindível à reeducação, na pauta dos compromissos a que nos enredamos, ao precipita-los nos enganos terríveis de que buscam desvencilhar-se, abatidos e desditosos.
                                    Nas mesmas circunstâncias carreamos em nós, enraizadas nas forças profundas da mente, os bens ou os males que cultivamos.

                                    12 - E o que ocorre aos desencarnados que malbarataram os tesouros da emoção e da idéia?
                                    Emmanuel - Quando desencarnados, não fugimos à lei de causa e efeito.
                                    Se malbaratamos os tesouros das emoções e dos pensamentos na Terra, deambulamos nas esferas espirituais por doentes da alma, que a perturbação ensandece, fadados a reaparecer no plano carnal com as enfermidades conseqüentes, a se entranharem nos tecidos orgânicos, que nos compõem a vestimenta física.

                                    13 - E àqueles que se entregam aos desequilíbrios do sexo?
                                    Emmanuel - Nessas condições, o porvir esboça-se, nebuloso, apontando-nos graves lições de refazimento e resgate. Se abraçamos desequilíbrios de sexo, agravados com padecimentos alheios por nossa conta, agüentamos inibições genésicas, muitas vezes, com o cansaço precoce e a distrofia muscular, a epilepsia ou o câncer de permeio.

                                    14 - E àqueles que perpetram crimes?
                                    Emmanuel - Se perpetramos crimes na pessoa dos nossos semelhantes, eis-nos à frente de mutilações dolorosas.

                                    5 - E àqueles que se entregam às extravagâncias da mesa?
                                    Emmanuel - Se nos entregamos à extravagância da mesa, arcamos com ulcerações e gastralgias que persistem tanto tempo quanto se nos perdurem as alterações do veículo espiritual.

                                    16 - E àqueles que se afeiçoam ao alcoolismo?
                                    Emmanuel - Se nos afeiçoamos ao alcoolismo ou ao abuso de entorpecentes, somos induzidos à loucura ou à idiotia seja onde for.

                                    17 - E àqueles que se empenham em delitos de maledicência e calúnia?
                                    Emmanuel - Se nos empenhamos em delitos de maledicência e calúnia, atravessamos vastos períodos de surdez ou mudez, precedidas ou seguidas por distonias correlatas.

                                    18 - As conseqüências de nossos erros se verificam apenas na forma de doenças comuns?
                                    Emmanuel - Não. Além disso, é preciso contar com as probabilidades da obsessão, porquanto, cada vez que ofendemos aos que nos partilham a marcha, atraímos, em prejuízo próprio, as vibrações de revolta ou desespero daqueles que se categorizam por vítimas de nossas ações impensadas.

                                    19 - Qual deve ser a nossa atitude perante as provas da vida?
                                    Emmanuel - Diante das provas inquietantes que se demoram conosco, aprendamos a refletir, para auxiliar, melhorar, amparar e servir aqueles que nos cercam.

                                    20 - Quais as relações entre o presente, o passado e o futuro?
                                    Emmanuel - Todos estamos no presente, com o ensejo de construir o futuro, mas envolvidos nas conseqüências do passado que nos é próprio. Isso porque tudo aquilo que a criatura semeie, isso mesmo colherá.

                                    EMMANUEL (Do livro “Leis Do Amor”, Francisco Cândido Xavier E Waldo Vieira)
                                    Fonte:
                                    Universo Espírita
                                    (Livros digitados)



                                    Escrito por bete-js às 08h21
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                                    CAUSAS ESPIRITUAIS DAS DOENÇAS
                                    Emmanuel

                                    1 - O que estrutura espiritualmente o corpo de carne?
                                    Emmanuel: O corpo espiritual ou perispírito é o corpo básico, constituído de matéria sutil, sobre o qual se organiza o corpo de carne.

                                    2 - O erro de uma encarnação passada pode incluir na encarnação presente, predispondo o corpo físico às doenças? De que modo?
                                    Emmanuel - A grande maioria das doenças tem a sua causa profunda na estrutura semi-material do corpo espiritual. Havendo o espírito agido erradamente, nesse ou naquele setor da experiência evolutiva, vinca o corpo espiritual com desequilíbrios ou distonias, que o predispõem à instalação de determinadas enfermidades, conforme o órgão atingido.

                                    3 - Quais os dois aspectos da Justiça?
                                    Emmanuel - A Justiça na Terra pune simplesmente a crueldade manifesta, cujas conseqüências transitam nas áreas do interesse público, dilapidando a vida e induzindo à criminalidade; entretanto, esse é apenas o seu aspecto exterior, porque a Justiça é sempre manifestação constante da Lei Divina, nos processos da evolução e nas atividades da consciência.

                                    4 - Qual a relação existente entre doenças e a Justiça?
                                    Emmanuel - No curso das enfermidades, é imperioso venhamos a examinar a Justiça, funcionando com todo o seu poder regenerativo, para sanar os males que acalentamos.

                                    5 - O que faz o Espírito, antes de reencarnar-se visando à própria melhoria?
                                    Emmanuel - Antes da reencarnação, nós mesmos, em plenitude de responsabilidade, analisamos os pontos vulneráveis da própria alma, advogando em nosso próprio favor a concessão dos impedimentos físicos que, em tempo certo, nos imunizem, ante a possibilidade de reincidência nos erros em que estamos incursos.

                                    6 - Que pedem, para regenerar-se, os intelectuais que conspurcaram os tesouros da alma?
                                    Emmanuel - Artífices do pensamento, que malversamos os patrimônios do espírito, rogam empeços cerebrais, que se façam por algum tempo alavancas coercitivas, contra as nossas tendências ao desequilíbrio intelectual.

                                    7 - Que medidas de reabilitação rogam os artistas que corromperam a inteligência?
                                    Emmanuel - Artistas, que intoxicamos a sensibilidade alheia com os abusos da representação viciosa, imploramos moléstias ou mutilações, que nos incapacitem para a queda em novas culpas.

                                    8 - Que emendas solicitam os oradores e pessoas que influenciaram negativamente pela palavra?
                                    Emmanuel - Tarefeiros da palavra, que nos prevalecemos dela para caluniar ou para ferir, solicitamos as deficiências dos aparelhos vocais e auditivos, que nos garantam a segregação providencial.

                                    9 - Que providências retificadoras pedem para si próprios aqueles que abraçaram graves compromissos do sexo?
                                    Emmanuel - Criaturas dotadas de harmonia orgânica, que arremessamos os valores do sexo ao terreno das paixões aviltantes, enlouquecendo corações e fomentando tragédias, suplicamos as doenças e as inibições genésicas que em nos humilhando, servem por válvulas de contenção dos nossos impulsos inferiores.

                                    10 - Todas as enfermidades conhecidas foram solicitadas pelo Espírito do próprio enfermo, antes de renascer?
                                    Emmanuel - Nem sempre o Espírito requisita deliberadamente determinadas enfermidades de vez que, em muitas circunstâncias quais aqueles que se verificam no suicídio ou na delinqüência, caímos, de imediato, na desagregação ou na insanidade das próprias forças, lesando o corpo espiritual, o que nos constrange a renascer no berço físico, exibindo defeitos e moléstias congênitas, em aflitivos quadros expiatórios.

                                    11 - Quais são os casos mais comuns de doenças compulsórias, impostas pela Lei Divina?
                                    Emmanuel - Encontramos numerosos casos de doenças compulsórias, impostas pela Lei Divina, na maioria das criaturas que trazem as provações da idiotia ou da loucura, da cegueira ou da paralisia irreversíveis, ou ainda, nas crianças-problemas, cujos corpos, irremediavelmente frustrados, durante todo o curso da reencarnação, mostram-se na condição de celas regenerativas, para a internação compulsória daqueles que fizeram jus a semelhantes recursos drásticos da Lei. Justo acrescentar que todos esses companheiros, em transitórias, mas duras dificuldades, renascem na companhia daqueles mesmos amigos e familiares de outro tempo que, um dia, se cumpliciaram com eles na prática das ações reprováveis em que delinqüiram.

                                    12 - A mente invigilante pode instalar doenças no organismo? E o que pode provocar doenças de causas espirituais na vida diária?
                                    Emmanuel - A mente é mais poderosa para instalar doenças e desarmonias do que todas as bactérias e vírus conhecidos. Necessário, pois, considerar igualmente, que desequilíbrios e moléstias surgem também da imprudência e do desmazelo, da revolta e da preguiça. Pessoas que se embriagam a ponto de arruinar a saúde; que esquecem a higiene até se tornarem presas de parasitas destruidores; que se encolerizam pelas menores razões, destrambelhando os próprios nervos; os que passam, todas as horas em redes e leitos, poltronas e janelas, sem coragem de vencer a ociosidade e o desânimo pela movimentação do trabalho, prejudicando a função dos órgãos do corpo físico, em razão da própria imobilidade, são criaturas que geram doenças para si mesmas, nas atitudes de hoje mesmo, sem qualquer ligação com causas anteriores de existências passadas.

                                    13 - Qual a advertência de Jesus para que nos previnamos dos males do corpo e da alma?
                                    Emmanuel - Assinalando as causas distantes e próximas das doenças de agora, destacamos o motivo por que os ensinamentos da Doutrina Espírita nos fazem considerar, com mais senso de gravidade, a advertência do Mestre: “Orai e vigiai, para não cairdes em tentação”.



                                    Escrito por bete-js às 20h47
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                                    VICIAÇÃO ALCOÓLICA

                                     

                                     Sob qualquer aspecto considerado, o vício - esse condicionamento pernicioso que se impõe como uma "segunda natureza" constritora e voraz - deve ser combatido sem trégua desde quando e onde se aloje.

                                    Classificado pela leviandade de muitos de seus medos como de pequeno e grande porte, surge com feição de "hábito social" e se instala em currículo de longo tempo, que termina por deteriorar as reservas morais, anestesiando a razão e ressuscitando com vigor os instintos primevos de que se deve o homem libertar.

                                    Insinuante, a princípio perturba os iniciantes e desperta nos mais fracos curiosa necessidade de repetição, na busca enganosa de prazeres ou emoções inusitados, conforme estridulam os aficionados que lhe padecem a irreversível dependência.

                                    Aceito sob o acobertamento da impudica tolerância, seu contágio destrutivo supera o das mais virulentas epidemias, ceifando maior número de vidas do que o câncer, a tuberculose, as enfermidades cardiovasculares adicionados... Inclusive, mesmo na estatística obituária dessas calamidades da saúde, podem-se encontrar como causas preponderantes ou predisponentes as matrizes de muitos vícios, que se tornaram aceitos e acatados qual motivo de relevo e distinção...

                                    Os vitimados sistemáticos pela viciação escusam-se abandoná-la, justificando que o seu é sempre um simples compromisso de fácil liberação em considerando outros de maior seriedade que, examinados, a sua vez, pelos seus sequazes, se caracterizam, igualmente, como insignificantes.

                                    Há quem a relacione como de conseqüência secundária e de imediata potência aniquilante. Obviamente situam suas compressões como irrelevantes em face de "tantas coisas piores"... E argumentam: "antes este" , como se um mal pudesse ter sopesado, avaliada e discutidas as vantagens decorrentes da sua atuação...

                                    Indiscutivelmente, a ausência de impulsão viciosa no homem dá-lhe valor e recursos para realizar e fruir os elevados objetivos da vida, que não podem ser devorados pela irrisão das vacuidades.

                                    A vinculação alcoólica, por exemplo, escraviza a mente, desarmonizando-a, e envenena o corpo deteriorando-o. Tem início através do aperitivo inocente, quão dispensável, que se repete entre sorrisos e se impõe como necessidade, realizando a incursão nefasta, que logo se converte em dominação absoluta, desde que aumenta de volume na razão direta em que se consome.

                                    Os pretextos surgem e se multiplicam para as libações: alegria, frustração, tristeza, esperança, revolta, mágoa, vingança, esquecimento... Para uns se converte em coragem, para outros em entusiasmo, invariavelmente impondo-se, dominador incoercível. Emulação para práticas que a razão repulsa, o alcoolismo faz supor que sustenta os fracos, que tombam em tais urdiduras, quando, em verdade, mais os debilita e arruína.

                                    Não fossem tão graves, por si só, os danos sociais que dele decorrem - transformando cidadãos em parias, jovens em vergados anciãos precoces, profissionais de valor em trapos morais, moçoilas e matronas em torpes simulacros humanos, aceitos e detestados, acatados e temidos nos sítios em que se pervertem, a caminho da total sujeição, que conduz, quando se dispõe de moedas, a Sanatórios distintos e em contrário, às sarjetas hediondas, em ambos os casos avassalados por alienações dantescas -, culmina em impor os trágicos autocídios, por cujas portas buscam, tais enfermos, soluções insolváveis para os problemas que criaram espontaneamente para si próprios... Não acontecendo à queda espetacular no suicídio, este se dá por processo indireto, graças à sobrecarga destrutiva que o alcoólatra ou simples cultivador da alcoolofilia depõe sobre a tecelagem de elaboração divina, que é o corpo. E quando vem a desencarnação, o que é também doloroso, não cessa a compulsão viciosa, em que o espírito irresponsável constata que a morte não resolveu os problemas nem aniquilou a vida...

                                    Nesse capítulo convém considerarmos que a desesperada busca ao álcool - ou substâncias outras que dilaceram a vontade, desagregam a personalidade, perturbam a mente - pode ser, às vezes, inspirada por processos obsessivos, culminando sempre, porém, por obsessões infelizes, de conseqüências imprevisíveis.

                                    A pretexto de comemorações, festas, decisões, não te comprometa com o vício.

                                    O oceano é feito de gotículas e as praias imensuráveis de grãos.

                                    Liberta-te do conceito: "hoje só", quando impelido a comprometimento pernicioso e não te facultes: "apenas um pouquinho", porquanto, uma picada que injeta veneno letal, não obstante em pequena dose, produz a morte imediata,

                                    Está-se bafejado pela felicidade, sorve-a com lucidez.

                                    Se te encontras visitado pela dor, enfrenta-a, abstêmio e forte.

                                    Para qualquer cometimento que exija decisão, coragem, equilíbrio, definição, valor, humildade, estoicismo, resignação, recorre à prece, mergulhando, na reflexão, o pensamento, e haurirás os recursos preciosos para a vitória em qualquer situação, sob qual seja o impositivo.

                                    Nunca te permitas a assimilação do vício, na suposição de que dele te libertarás quando queiras, pois que se os viciados pudessem querer não estariam sob essa violenta dominação.

                                     

                                    pelo Espírito Joanna de Ângelis - Do livro Após a Tempestade, psicografado por Divaldo Pereira Franco - Editora LEAL.



                                    Escrito por bete-js às 06h34
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                                    Escrito por bete-js às 12h12
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                                     " Libertar-nos daquilo que nos prejudica é a satisfação de saber que estamos nos educando..."

                                    Auto-Libertação           

                                    Se desejas emancipar a alma das grilhetas escuras do "eu", começa o teu curso de auto-libertação, aprendendo a viver "como possuindo tudo e nada tendo", "com todos e sem ninguém".

                                    Se chegaste à Terra na condição de um peregrino necessitado de aconchego e socorro e se sabes que te retirarás dela sozinho, resigna-te a viver contigo mesmo, servindo a todos, em favor do teu crescimento espiritual para a imortalidade.

                                    Lembra-te de que, por força das leis que governam os destinos, cada criatura está ou estará na solidão, a seu modo, adquirindo a ciência da auto-libertação.

                                    Consagra-te ao bem, não só pelo bem de ti mesmo, mas, acima de tudo, por amor ao próprio bem.

                                    Realmente grande é aquele que conhece a própria pequenez, ante a vida infinita.

                                    Não te imponhas, deliberadamente, afugentando a simpatia;  não dispensarás o concurso alheio na execução de tua tarefa.

                                    Jamais suponha que a sua dor seja maior que a do vizinho ou que as situações do teu agrado sejam as que devam agradar aos que te seguem. Aquilo que te encoraja pode espantar a muitos e o material de tua alegria pode ser um veneno para teu irmão.

                                    Sobretudo, combate a tendência ao melindre pessoal com a mesma persistência empregada no serviço de higiene do leito em que repousas. Muita ofensa registrada é peso inútil ao coração. Guardar sarcasmo ou o insulto dos outros não será o mesmo que cultivar espinhos alheios em nossa casa?

                                    Desanuvia a tua mente, cada manhã, e segue para diante, na certeza de que acertaremos as nossas contas com Quem nos emprestou a vida e não com os homens que a malbaratam.

                                    Deixa que a realidade te auxilie a visão e encontrarás a divina felicidade do anjo anônimo, que se confunde na glória do bem comum.

                                    Aprende a ser só, para seres mais livre no desempenho do dever que te une a todos, e, de pensamento voltado para o Amigo Celeste, que esposou o caminho estreito da cruz, não nos esqueçamos da advertência de Paulo, quando nos diz que, com alusão a quaisquer patrimônios de ordem material, "nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele".

                                    XAVIER, F. C. Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel. Rio de Janeiro: Feb. Cópia da capítulo 47.



                                    Escrito por bete-js às 12h11
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                                    INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS

                                    A fé: mãe da esperança e da caridade

                                    11. Para ser proveitosa, a fé tem de ser ativa; não deve entorpecer-se. Mãe de todas as virtudes que conduzem a Deus, cumpre-lhe velar atentamente pelo desenvolvimento dos filhos que gerou.

                                    A esperança e a caridade são corolários da fé e formam com esta uma trindade inseparável. Não é a fé que faculta a esperança na realização das promessas do Senhor? Se não tiverdes fé, que esperareis? Não é a fé que dá o amor? Se não tendes fé, qual será o vosso reconhecimento e, portanto, o vosso amor?

                                    Inspiração divina, a fé desperta todos os instintos nobres que encaminham o homem para o bem. É a base da regeneração. Preciso é, pois, que essa base seja forte e durável, porquanto, se a mais ligeira dúvida a abalar que será do edifício que sobre ela construirdes? Levantai, conseguintemente, esse edifício sobre alicerces inamovíveis. Seja mais forte a vossa fé do que os sofismas e as zombarias dos incrédulos, visto que a fé que não afronta o ridículo dos homens não é fé verdadeira.

                                    A fé sincera é empolgante e contagiosa; comunica-se aos que não na tinham, ou, mesmo, não desejariam tê-la. Encontra palavras persuasivas que vão à alma. ao passo que a fé aparente usa de palavras sonoras que deixam frio e indiferente quem as escuta. Pregai pelo exemplo da vossa fé, para a incutirdes nos homens. Pregai pelo exemplo das vossas obras para lhes demonstrardes o merecimento da fé. Pregai pela vossa esperança firme, para lhes dardes a ver a confiança que fortifica e põe a criatura em condições de enfrentar todas as vicissitudes da vida.

                                    Tende, pois, a fé, com o que ela contém de belo e de bom, com a sua pureza, com a sua racionalidade. Não admitais a fé sem comprovação, cega filha da cegueira. Amai a Deus, mas sabendo porque o amais; crede nas suas promessas, mas sabendo porque acreditais nelas; segui os nossos conselhos, mas compenetrados do um que vos apontamos e dos meios que vos trazemos para o atingirdes. Crede e esperai sem desfalecimento: os milagres são obras da fé. - José, Espírito protetor. (Bordéus, 1862.)

                                    (O Evangelho Segundo o Espiritismo)



                                    Escrito por bete-js às 12h05
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                                    ANGÚSTIA E PAZ

                                    Previne-te contra a angústia.

                                    Esta tristeza molesta, insidiosa, contínua, arrasta-te a estado perturbador.

                                    Essa insatisfação injustificável, perseverante, penosa, conduz-te a desequilíbrio imprevisível.

                                    Aquela mágoa que conservas, vitalizada pela revolta sem lógica, impele-te a desajuste insano.

                                    Isso que te assoma em forma de melancolia, que aceitas, empurra-te a abismo sem fundo.

                                    Isso que aflora com freqüência, instalando nas tuas paisagens mentais de pressão constante, representa o surgimento de problema grave.

                                    Aquilo que remóis, propiciando-te dor e mal-estar, impele-te a estados infelizes, que te atormentam.

                                    A angústia possui gêneses. Várias.

                                    Procede de erros que se encontram fixados no ser desde a reencarnação anterior, como matriz que aceita motivos verdadeiros ou não, para dominar quem deveria envidar esforços por aplainar e vencer as imposições negativas e as compulsões torpes.

                                    Realmente, não há motivos que justifiquem os estados de angústia.

                                    A angústia entorpece os centros mentais do discernimentos e desarticula os mecanismos nervosos, transformando-se em fator positivo de alienações.

                                    Afeta o psiquismo, o corpo e a vida, enfermando o espírito.

                                    Rechaça a angústia, pondo sol nas tuas sombras-problemas.

                                    Não passes recibo aos áulicos da melancolia e dispersa com a prece as mancomunações que produzem angústia.

                                    Fomenta a paz, que á antídoto da angústia.

                                    Exercita a mente nos pensamentos otimistas e cultiva a esperança.

                                    Trabalha com desinteresse, fazendo pelo próximo o que dizes dele não receber.

                                    A paz é fruto que surge em momento próprio, após a germinação e desenvolvimento do bem no coração.

                                    Jamais duvides do amor de Deus.

                                    Fixado no propósito de crescimento espiritual, transfere para depois o que não logres agora, agindo com segurança.

                                    Toda angústia dilui-se na água corrente da paz.

                                    Joana de Ângelis



                                    Escrito por bete-js às 11h53
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                                    Aceita a Correção                   

                                    A terra, sob a pressão do arado, rasga-se e dilacera-se, no entanto, a breve tempo, de sua leiras retificadas brotam flores e frutos deliciosos.

                                    A árvore, em regime de poda, perde vastas reservas de seiva, desnutrindo-se e afeando-se, todavia, em semanas rápidas, cobre-se de novas robustez, habilitando-se à beleza e à fartura.

                                     A água humilde abandona o aconchego da fonte, sofre os impositivos do movimento, alcança o grande rio e, depois, partilha a grandeza do mar.

                                    Qual ocorre na esfera simples da Natureza, acontece no reino complexo da alma.

                                    A corrigenda é sempre rude, desagradável, amargurosa; mas, naqueles que lhe aceitam a luz, resulta sempre em frutos abençoados de experiência, conhecimento, compreensão e justiça.

                                    A terra, a árvore e a água suportam-na, através de constrangimento, mas o Homem, campeão da inteligência, no Planeta, é livre para recebê-la e ambientá-la no próprio coração.

                                    O problema da felicidade pessoal, por isso mesmo, nunca será resolvido pela fuga ao processo reparador.

                                    Exterioriza-se a correção celeste em todos os ângulos da Terra.

                                    Raros, contudo, lhe aceitam a benção, porque semelhante dádiva, na maior parte das vezes, não chega envolvida em arminho, e, quando levada aos lábios, não se assemelha a saboroso confeito. Surge, revestida de acúleos ou misturada de fel, à guisa de remédio curativo e salutar.

                                    Não percas, portanto, a tua preciosa oportunidade de aperfeiçoamento.

                                    A dor e o obstáculo, o trabalho e a luta são os recursos de sublimação que nos compete aproveitar.

                                    XAVIER, F. C.  Fonte Viva. Pelo Espírito Emmanuel. Rio de Janeiro: FEB. Cópia integral do capítulo 6.



                                    Escrito por bete-js às 13h07
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                                    COMPORTAMENTO

                                     Pergunta: Como devemos agir para não “pecarmos” por omissão ou intromissão, não sendo nem comodista e nem inconvenientes a ponto de interferirmos no livre-arbítrio das pessoas?
                                    Emmanuel - Com o livre-arbítrio, o espírito enfrenta as lutas, provas e experiências da vida material e espiritual, respondendo com a responsabilidade pelos atos que pratica, no contexto da Lei de Causa e Efeito. Ora, vemos assim no livre-arbítrio um bem intocável que não merece interferências, porque Deus permite que os espíritos tenham liberdade de pensar e, consequentemente, de agir.
                                    Desta forma, o melhor conselho que se pode dar é agir em consonância com os ditames do Senhor e ter presente que todos os espíritos tendem para a perfeição.

                                    COSTUMES

                                    Pergunta: As crenças e costumes variam muito ao redor do mundo. Coisas que para nós são consideradas negativas (como é o caso de traição conjugal), para indígenas e esquimós são vistas cm outros olhos. O mal está na intenção ou na ação?
                                    Emmanuel - As crenças e costumes variam no tempo e no espaço de acordo com o grau evolutivo da sociedade a que pertencem. Houve uma época em que a escravidão era considerada normal, assim como, atualmente, há países desenvolvidos economicamente que consideram legítimo o aborto e pena de morte.
                                    De uma maneira geral, as nossas imperfeições independem do nosso grau de evolução intelectual. Contudo, o conhecimento pode nos auxiliar a diferenciar o que é moralmente correto, do quer não é. Neste caso, como em todos os outros, o mal está em não se repelir uma intenção que se sabe que é moralmente incorreta.
                                    O espírito verdadeiramente evoluído, nem sequer cogita do mal. Chegaremos a este nível, afastando as más intenções que surjam no nosso espírito, para que, além de não se tornaram nunca ações concretas, este gênero de pensamentos enfraqueça até desaparecer por completo. Convém lembrar que este exercício é individual e que não se deva nunca impor normas de conduta a outras pessoas ou povos, pois a cada nível evolutivo corresponde um padrão de conduta adequado. O verdadeiro ensinamento é o exemplo.

                                    BRASIL (I)

                                    Pergunta: Com relação à situação do Brasil, em termos gerais, em que a Espiritualidade Maior pode instruir-nos a respeito?
                                    Emmanuel -  Estamos, hoje, em meio a uma crise moral de grandes proporções, o que de modo geral ampliaria os problemas cotidianos de uma nação qualquer, assim como se faz conosco. A conscientização de nossa condição de co-responsáveis por tudo que se passa ao nosso redor é o que deve prevalecer. Passamos por um momento de revisão de conceitos morais e éticos e, nesse momento, o esforço de cada membro da nossa sociedade deve estar orientado no sentido de melhor cumprir os deveres e obrigações de cidadão, com muita disciplina, vontade de melhora geral, trabalho e muita, mas muita, oração. O pensamento cristão deve prevalecer sempre.

                                    BRASIL (II)

                                    Pergunta: Se os Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário fossem dirigidos por pessoas espíritas e evoluídas, teríamos um país melhor?
                                    Emmanuel -  Não se trata de somente termos dirigentes espíritas, se tivéssemos dirigentes mais evoluídos certamente já teríamos hoje um país melhor. Entretanto, não se pode esquecer que uma nação não é formada apenas de dirigentes, existe em número maior o povo. E nosso povo, como um todo, precisa realmente buscar sua evolução moral e intelectual a fim de construir uma nação mais fraterna e cristã por excelência
                                    .

                                    BRASIL (III)

                                    Pergunta: O Brasil continua sendo o “Coração do mundo e Pátria do Evangelho?” E atualmente, no Brasil, existe algum espírito superior que possa levar o país ao desenvolvimento global?
                                    Emmanuel -  Essa denominação foi dada ao Brasil por Jesus e não lhe será tirada. Espíritos de escol têm reencarnado em todas as partes, no seio de todos os povos, para o progresso geral.
                                    O Brasil não está desprovido dessas almas. Cabe a cada um de nós o aperfeiçoamento íntimo, que é a obrigação primeira de todo espírito encarnado e, juntos, fazendo de nossos corações e lares recantos de paz, terão um país de grandes realizações.

                                    CONDIÇÕES DO PLANETA - I

                                    Pergunta: O que a Doutrina Espírita pode dizer a respeito do fim dos tempos, isto é, como ocorrerá a transformação do planeta em planeta de provas e expiações para o de regeneração?
                                    Emmanuel -  Através da busca da espiritualização, superação das dores e construção de uma nova sociedade, a humanidade caminha para a regeneração das consciências. Trabalho e amor ao próximo com Jesus, este é o caminho.

                                    Nota: Emmanuel afirma que a Terra será um mundo regenerado por volta de 2057. Cabe, a cada um, longa e árdua tarefa de ascensão.

                                    CONDIÇÕES DO PLANETA (II)

                                    Pergunta: Qual a classificação do Planeta Terra na Hierarquia Universal? É verdade que a humanidade se encontra ainda no estágio animal e não hominal?
                                    Emmanuel -  Planeta de Prova e Expiação. Segundo Allan Kardec, a Terra deixará de ser um mundo de dor, de provas e de expiações, para ser um mundo de Regeneração, de reequilíbrio, de felicidade. Encontramo-nos em processo de evolução.
                                    Encarnado no corpo do homem, o espírito lhe traz o princípio intelectual e moral que o torna superior aos animais. Purificando-se, o espírito se liberta pouco a pouco da influência da matéria. Sob essa influência aproxima-se do bruto, mas não deixa de pertencer ao reino hominal. Isento dela, elevar-se-á à sua verdadeira destinação, ou seja, a de espírito puro.

                                    VÍCIOS (I)

                                    Pergunta: Com relação às drogas: tive tudo, carro, casa, família e dinheiro durante 20 anos; conheci todos os tipos de vida no submundo do crime, mas não gostava. Um dia, após consumir 20 g de cocaína, resolvi parar. Hoje, sou viúvo, falido e separado da família. Luto, mas é difícil. O que o plano espiritual quer, se faço tudo com honestidade?
                                    Emmanuel - Vinte anos de desequilíbrios íntimos, naturalmente, provocaram as perdas que o irmão hoje lamenta. Quando não usamos com sabedoria os talentos que nos são concedidos, eles escapam por entre nossos dedos, como areia.
                                    Sendo hoje honesto você não só possibilita que o auxílio espiritual o ampare e fortifique para futuras realizações, como reajusta suas energias psíquicas, guardando as amargas lições, como indeléveis lembranças.
                                    Jesus disse: “Das ovelhas de meu Pai, nenhuma se perderá...” Ele certamente o abençoa, para recomeçar do que parece nada, mas é o primeiro degrau da alma perfeita que você um dia será...
                                    Muita paz!

                                    VÍCIOS (II)

                                    Pergunta: Qual a amizade espiritual que une pessoas que fumam, bebem, usam drogas e fazem mau uso do sexo?
                                    Emmanuel - Na verdade, não é o tipo de amizade que une irmãos que se comprazem no erro ou no vício. É o padrão vibratório que os une, seus pensamentos sempre se encontram voltados para as práticas equivocadas a que se entregam. À vontade que alimenta o vício, a ansiedade pelo prazer desmesurado, faz com que essas pessoas se busquem naturalmente. Isso funciona da mesma forma com que o imã atraí a lima de ferro.

                                    DIVULGAÇÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA

                                    Pergunta: Como a Doutrina vê o Espiritismo na forma com que vem sendo abordada nas novelas?
                                    Emmanuel - Esperamos que os meios de comunicação possam tratar as noções de vida espiritual conforme ela o é; buscando esclarecer, verdadeiramente, o grande número de espectadores quanto à realidade das influências dos chamados “mortos” nas nossas vidas terrenas e sobre a continuação da vida após a morte do corpo físico.

                                    PRECONCEITO CONTRA OS ESPÍRITAS (I)

                                    Pergunta: Como melhorar a convivência com as pessoas que acreditam que o Espiritismo é um erro, quando o livre-arbítrio não é respeitado dentro de casa, onde o pai segue um caminho e, por se considerar mais experiente, não aceita a religião escolhida pelos filhos?
                                    Emmanuel -  Devemos receber o preconceito contra o Espiritismo com a maior naturalidade e respeito cristão. É aí que ele cresce e se agiganta. A propósito, a grandeza do uso de livre-arbítrio depende do esforço próprio e do grau de evolução ou adiantamento do espírito.
                                    Não adianta lutar contra o pai que não aceita a religião escolhida pelo filho. Nesse caso, ore por ele, pedindo compreensão. Essa, no nosso entender, é a melhor maneira para manter a harmonia da família.

                                    PRECONCEITO CONTRA OS ESPÍRITAS (II)

                                    Pergunta: Por que, quando falamos que somos espíritas, as pessoas de outras religiões se afastam?
                                    Emmanuel -  O preconceito ainda existe em relação ao Espiritismo. E devemos estar preparados para sermos tolerantes. O importante perante Deus é o convencimento da escolha da nossa religião, não importando qual.
                                    Nesse particular, diremos que todos os caminhos levam a Deus, se entendermos que somos felizes e conscientes no respeito ao próximo e na prática da caridade.

                                    UMBANDA

                                    Pergunta: Quem são os “pretos-velhos”, “exus” e “pombas-giras” que incorporam na Umbanda? Se são espíritos de luz, por que há necessidade de cigarro, cachaça e sons barulhentos?
                                    Emmanuel - Para espíritos de luz, ou seja, espíritos superiores e puros, não existem necessidades materiais. Os espíritos que trabalham nos terreiros, em sua grande maioria, são aqueles que ainda guardam grandes necessidades das sensações terrenas e por isso usam os médiuns para absorve-las; quando não têm, fazem-no através dos despachos. São, na classificação da Doutrina Espírita, chamados de espíritos mais simples.
                                    É claro que existem aqueles outros que, mesmo tendo condição moral mais elevada, manifestam-se nos terreiros de Umbanda, guardando os procedimentos ali adotados.

                                    CANDOMBLÉ

                                    Pergunta: Qual a diferença entre as entidades de luz da Doutrina Kardecista e os orixás do Candomblé, que são reverenciados em seus templos com bons pratos, roupas tradicionais e músicas? Isso não seria prendê-los ao materialismo?
                                    Emmanuel -  Primeiro; devemos esclarecer que a Doutrina não é Kardecista e sim dos Espíritos. Allan Kardec foi o codificador dessa Doutrina, ou seja, através de método científico, reuniu e compilou, com a ajuda de vários médiuns, as informações que hoje conhecemos editadas nos livros básicos da Doutrina Espírita.
                                    Quanto à diferença entre “entidades de luz”, ou seja, espíritos de luz e os orixás do Candomblé; esta reside no fato de que os espíritos de luz encontram-se em elevada condição de evolução moral, estando, portanto, livres das sensações materiais.
                                    Sem dúvida que as oferendas que recebem os “orixás” os prendem à matéria.

                                    (Do livro “Plantão De Respostas “ – Francisco Cândido Xavier, Pinga Fogo)



                                    Escrito por bete-js às 13h03
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                                    DISCIPLINA ESPIRITUAL

                                    Odilon Fernandes – Conversando com os Médiuns    

                                    Todos os homens carecem de disciplina espiritual, que só se atinge através de reiterados esforços no cotidi­ano. Quem se decida pela Doutrina Espírita haverá de submeter a si mesmo a uma profunda mudança de hábi­tos.

                                              Quem apenas teoriza nunca chegará à perfeita vivência.

                                    O médium que pretenda o equilíbrio deve conciliar teoria e prática, dando preferência ao suor que possa verter nas tarefas de amor ao próximo.

                                    A mediunidade que se isola, que se distancia dos sofredores, é mediunidade que se assemelha a flor artifi­cial- nunca se expressará com a beleza daquela que estásempre ao lado da dor! Neste sentido, todo médium ne­cessita de exercer maior vigilância sobre si, não se afas­tando dos dramas humanos que, acrescentando-se ao seu, haverão de lhe fornecer material de inspiração.

                                    Na medida do possível, o médium deveria atuar em diversas frentes de trabalho, possibilitando a si mesmo uma variedade maior de experiências. Quanto mais re­cursos ele oferecer aos espíritos, mais produtiva a mediunidade - maior riqueza intelectual e moral.

                                    A mediunidade de quem só quer lidar com os desencarnados, não se manifesta a contento; os media­neiros de bom-senso não devem pretender a sintonia com os Espíritos Superiores, ignorando a existência dos ho­mens...

                                    A mediunidade só se completa através da experiên­cia em contato com o sofrimento.

                                    O medianeiro que não deseje assumir compromis­so com a casa espírita está pensando unicamente em si; almeja o equilíbrio de suas faculdades, mas apenas equi­líbrio para o gasto, que lhe permita, digamos, uma convi­vência social aceitável... Por incrível que pareça, existem muitos médiuns assim: exercem a mediunidade com o propósito de que os desencarnados os deixem em paz...

                                    Espíritos extremamente comodistas sofrerão imen­sas decepções em seu retorno à Vida Espiritual. Anali­sando o tempo perdido na sua omissão voluntária à cau­sa do Evangelho, suplicarão novas oportunidades que só Deus sabe quando haverão de ter.

                                    Outros medianeiros freqüentam o centro enquanto dele se revelam necessitados, ao primeiro sinal de equilí­brio - de suposto equilíbrio -, afastam-se de suas ativi­dades...Por isto, os Espíritos Amigos, que pretendem um tra­balho mais sério junto à humanidade, preferem os mé­diuns que, não sendo os melhores instrumentos, suprem suas deficiências mediúnicas através da boa vontade e da perseverança.

                                    O desenvolvimento de qualquer faculdade medianímica é empreendimento espiritual para toda a encarnação. O médium impaciente, que almeja resulta­dos imediatos, que se precipita ou que desiste recomeça­rá o aprendizado.

                                    Mediunidade é para ser exercida no meio do povo e não na tranqüilidade dos gabinetes ou simplesmente na quietude do recinto consagrado ao intercâmbio com os desencarnados!

                                    Conseguir o envolvimento do médium na tarefa é de responsabilidade do dirigente espírita; mediunidade não é só para curar a obsessão do médium... Porque a obsessão se aquiete, não significa que tenha deixado de existir. Os obsessores até consentirão em que o obsidiado se torne médium, mas não concordarão em vê-lo arrega­çando as mangas nas tarefas de amor aos semelhantes...



                                    Escrito por bete-js às 13h02
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                                    Escrito por bete-js às 12h40
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                                    ARRUMAR
                                    A MALA

                                    Estradas, atalhos, caminhos, que sempre convidam para caminhar...

                                    É bom arrumar sempre a mala e deixá-la na sala, perto do sofá.

                                    A dor de quem parte é a dor de ver o seu amor esperando no cais; a dor de quem fica é a dor de ver o seu amor acenando pra trás...

                                    Nos versos do compositor encontramos algumas verdades que nos convidam a pensar sobre esse assunto tão importante para todos nós, que é a morte.

                                    Sim, inevitavelmente chegará a hora da partida.

                                    E como ninguém sabe o momento que terá que partir, é importante deixar a mala sempre bem arrumada, para não ter do que se lamentar depois.

                                    Mas, afinal, o que significa arrumar a mala?

                                    Certamente não levaremos roupas, jóias, livros, dinheiro e outras coisas materiais.  Mas, então, o que arrumar?

                                    Talvez fosse interessante começar pelos relacionamentos, compromissos e deveres.

                                    Nesse sentido, arrumar a mala é arrumar a vida espiritual.

                                    Como estão os compromissos assumidos? Você está dando conta de todos, ou tem muita coisa pendente?

                                    E os relacionamentos, como vão?

                                    Alguém guarda mágoa de você? Não importa se com ou sem razão, vale a pena desfazer esse nó.

                                    Você sente ódio de alguém? Aproveite o momento e resolva isso.  Não deixe essa pendência lhe tirar a paz, logo mais.

                                    Se você tiver que partir de repente, isso estará solucionado, e sua mala estará mais leve.

                                    Como está com relação aos estudos?

                                    Tem aproveitado os dias para iluminar a razão?

                                    Enquanto tem tempo, use-o para adicionar a riqueza do conhecimento à sua bagagem. O conhecimento jamais se perde e você poderá fazer uso dele a qualquer momento.

                                    E o relacionamento com os filhos, pais, irmãos, amigos, vai bem?

                                    Não ficará nenhum abraço a ser dado, nenhum pedido de desculpas pendente, nenhuma atenção desdenhada?

                                    As pendências não permitem que a mala se feche adequadamente, e isso pode causar fortes sofrimentos para ambos os lados...

                                    E a saúde, como está?

                                    Você tem cuidado do seu veículo físico como deve?

                                    Não permita que o descuido lhe arrebate do corpo antes do tempo. Isso lhe traria sérios dissabores.

                                    Assim, arrumar a mala quer dizer retirar da bagagem espiritual as mágoas, os rancores, a inveja, os ciúmes, os ódios, e outros detritos que pesam sobre a economia moral.

                                    É buscar resolver todas as questões que nos tiram a paz. É desenvolver laços de verdadeira fraternidade com aqueles que nos rodeiam.

                                    Os sentimentos infelizes que agasalhamos na alma, contra alguém, nos vinculam a esse alguém, nesta vida ou no além, perturbando-nos e infelicitando-nos.

                                    Já os conhecimentos, as virtudes e os laços de afeto são excelentes contribuições para a conquista da felicidade.

                                    Consideremos que o simples fato de viajar para o mundo espiritual não nos liberta das nossas mazelas e não nos retira as virtudes já conquistadas.

                                    Somos, aqui ou no além-túmulo, herdeiros de nós mesmos.

                                    Por isso é de suma importância termos a devida atenção para com a nossa bagagem espiritual.
                                     
                                    * * *
                                     
                                    Viver com sabedoria é não deixar o que pode ser resolvido hoje, para resolver num amanhã incerto...

                                    Pense nisso, e procure deixar a sua mala sempre em ordem, para o caso de precisar partir sem ao menos poder dizer "até logo"...
                                     
                                    Equipe de Redação do Momento Espírita, com base na canção intitulada Estrela do Coração, de Ricardo Ribeiro.
                                     

                                     



                                    Escrito por bete-js às 14h21
                                    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




                                     " Escuta as palavras do Evangelho e repete estas palavras a todos.
                                    Com o tempo, elas farão florir dentro de ti, e de quem te ouve, um campo de humildade e paz.
                                    São as flores que irão perfumar teu espírito eternamente."



                                    Escrito por bete-js às 14h13
                                    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




                                     
                                    Compromissos do Espírita
                                     
                                           São estes os primeiros compromissos do espírita:
                                     
                                          -  Conhecimento e fidelidade com os ensinamentos de Jesus.
                                     
                                         -  Reconhecimento de que a Casa Espírita é a escola da alma.
                                     
                                         -  Formação de múltiplos grupos de estudos, com base nos livros de Allan Kardec, para o conhecimento da doutrina espírita.
                                     
                                         -  Compromisso com a sua reforma íntima, ou seja, sua educação e prática moral.
                                     
                                         -  Desenvolver o altruísmo e caridade para com o nosso próximo.
                                     
                                          - Desenvolvimento do amor e da sabedoria.
                                     
                                          - Trabalho, solidariedade e tolerância, ao assumir compromissos educativos na formação dos trabalhadores da "Seara de Jesus".
                                     
                                          (Ação Social do CEEEU)
                                     


                                    Escrito por bete-js às 13h44
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                                    O Espírita deve ser

                                    O espírita deve ser verdadeiro, mas não agressivo, manejando a verdade a ponto de convertê-la em tacape na pele dos semelhantes.
                                    Bom, mas não displicente que chegue a favorecer a força do mal, sob o pretexto de cultivar a ternura.
                                    Generoso, mas não perdulário que abrace a prodigalidade excessiva, sufocando as possibilidades de trabalho que despontam nos outros.
                                    Doce, mas não tão doce que atinja dúbia melifluidade, incapaz de assumir determinados compromissos na hora da decisão.
                                    Justo, mas não implacável, em nome da justiça, impedindo a recuperação dos que caem e sofrem.
                                    Claro, mas não desabrido, dando a idéia de eleger-se em fiscal de consciências alheias.
                                    Franco, mas não insolente, ferindo os outros.
                                    Paciente, mas não irresponsável, adotando negligência em nome da gentileza.
                                    Tolerante, mas não indiferente, aplaudindo o erro deliberado em beneficio da sombra.
                                    Calmo, mas não tão sossegado que se afogue em preguiça.
                                    Confiante, mas não fanático que se abstenha do raciocínio.
                                    Persistente, mas não teimoso, viciando-se em rebelar-se.
                                    Diligente, mas não precipitado, destruindo a si próprio.
                                    "Conhece-te a ti mesmo"- diz a filosofia, e para conhecer a nós mesmos, é necessário escolher atitude e posição de equilíbrio, seja na emotividade ou no pensamento, na palavra ou na ação, porque, efetivamente, o equilíbrio nunca é demais.



                                    André Luiz (psicografia de Chico Xavier)



                                    Escrito por bete-js às 13h40
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                                    “O início de um hábito é como um fio invisível, mas a cada vez que o repetimos o ato reforça o fio, acrescenta-lhe outro filamento, até que se torna um enorme cabo, e nos prende de forma irremediável, no pensamento e ação.”

                                    Orison Swett Marden

                                    Foto



                                    Escrito por bete-js às 13h31
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                                    POR QUE AS COISAS MUDAM DE REPENTE?

                                    De repente, o que estava bem começa ir mal. O que era alegria vira tristeza, o que era estímulo se transforma em fardo.
                                    O que houve? Por que aquela pessoa tão importante para você sem mais nem menos tornou-se dispensável, até insuportável? Por que o lar, outrora feliz, agora é poço de irritação, despesas e preocupações?
                                    E o trabalho? Como pode? Você sonhou tanto para chegar lá! Fruto de estudo, sacrifício e dedicação, seu trabalho diz de sua determinação e capacidade. No entanto... agora, como custa chegar até ele todos os dias, como você sonha com alguma licença, alguma ocorrência, um milagre até que o leve para bem longe dos afazeres que hoje raramente lhe dão algum prazer.
                                    Aliás,  você gostaria de ficar longe de sua família também... Pai, mãe, todo mundo... Gostaria igualmente de dar um tempo com a companheira, com o companheiro, com as amizades, com os lugares que freqüenta, com a cidade em que mora, com sua casa...
                                    Pensando bem, com a casa não. Melhor ficar em casa, na cama que é lugar quente e lá não acontece nada. Melhor dormir. A vida anda uma droga mesmo!...

                                    Meu amigo, minha amiga, pense um pouco: tem alguma coisa errada aqui, não tem?
                                    Afastada a ocorrência de alguma doença física, é pouco lógico que tudo o que lhe era mais caro num momento, deixe de sê-lo completamente no momento seguinte, não é mesmo?
                                    Vamos ver o que é isso com um grande professor na matéria, nosso querido André Luiz? Na mensagem abaixo, ele enumera várias situações que todos nós já enfrentamos ou enfrentaremos, às quais devemos estar atentos para não perdermos o que é nosso de direito, para não sofremos golpes imerecidos e para não desperdiçarmos oportunidades valiosas de crescimento afetivo e profissional: as sempre perigosas influenciações sutis advindas do plano espiritual inferior. (Instituto André Luiz)

                                    FIQUE ATENTO:

                                    INFLUENCIAÇÕES ESPIRITUAIS SUTIS

                                    Sempre que você enfrente um estado de espírito tendente ao derrotismo, perdurando há várias horas, sem causa orgânica ou moral de destaque, avente a hipótese de uma influenciação espiritual sutil.

                                    Seja claro consigo para auxiliar os Mentores Espirituais a socorrer você. Essa é a verdadeira ocasião da humildade, da prece, do passe.

                                    Dentre os fatores que mais revelam essa condição da alma, incluem-se:
                                    - dificuldade de concentrar idéias em motivos otimistas;
                                    - ausência de ambiente íntimo para elevar os sentimentos em oração ou concentrar-se em leitura edificante;
                                    - indisposição inexplicável, tristeza sem razão aparente e pressentimentos de desastres imediatos;
                                    - aborrecimentos imanifestos por não encontrar semelhantes ou assuntos sobre quem ou o que descarregá-los.
                                     - pessimismos sub-reptícios, irritações surdas, queixas, exageros de sensibilidade e aptidão a condenar quem não tem culpa;
                                     - interpretação forçada de fatos e atitudes suas ou dos outros, que você sabe não corresponder à realidade;
                                     - hiperemotividade ou depressão raiando a eminência do pranto;
                                    - ânsia de revestir-se no papel de vítima ou de tomar uma posição absurda de automartírio;
                                    - teimosia em não aceitar, para você mesmo, que haja influenciação espiritual consigo, mas, passados minutos ou horas do acontecimento, vêm-lhe a mudança de impulsos, o arrependimento, a recomposição do tom mental e, não raro, a constatação de que é tarde para desfazer o erro consumado.

                                    São sempre acontecimentos discretos e eventuais por parte do desencarnado e imperceptíveis ao encarnado pela finura do processo.
                                    O Espírito responsável pode estar tão inconsciente de seus atos que os efeitos negativos se fazem sentir como se fossem desenvolvidos pela própria pessoa.
                                    Quando o influenciador é consciente, a ocorrência é prepara com antecedência e meticulosidade, às vezes, dias e semanas antes do sorrateiro assalto, marcado para a oportunidade de encontro em perspectiva, conversação, recebimento de carta, clímax de negócio ou crise imprevista de serviço.
                                    Não se sabe o que tem causado maior dano à Humanidade: se as obsessões espetaculares, individuais e coletivas, que todos percebem e ajudam a desfazer ou isolar, ou se essas meio-obsessões de quase obsidiados, despercebidas, contudo bem mais freqüentes, que minam as energias de uma só criatura incauta, mas influenciando o roteiro de legiões de outras.
                                    Quantas desavenças, separações e fracassos não surgem assim?
                                    Estude em sua existência se nessa última quinzena você não esteve em alguma circunstância com características de influenciação espiritual sutil.
                                    Estude e ajude a você mesmo.

                                    ANDRÉ LUIZ
                                    (Estude e Viva, 35, FCXavier, Waldo Vieira, FEB)



                                    Escrito por bete-js às 12h19
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